domingo, 31 de outubro de 2010

Há umas duas horas que a campainha cá de casa não pára de tocar. Abre-se a porta e ouve-se "doce ou travessura?". E se isto até podia ser incomodativo e chato, até dá um certo jeito. É neste dia do ano que se reduz bastante o stock de rebuçados, chocolates e amêndoas da Páscoa cá em casa.

sábado, 30 de outubro de 2010

Detesto ficar em casa num sábado à noite.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

The Time (The Dirty Bit)



Desconfio que este vai ser o próximo hit que passará meses a fio nas rádios portuguesas. Só para relembrar o Dirty Dancing.
Se há coisa que me faz muita confusão na cabeça e que não encontro lógica alguma para explicar é ter amigos que se afastam muito (para não dizer completamente) porque começam a namorar. Parece-me que para essas pessoas as duas coisas não são compatíveis. Mal pensam em namorar alguém lhes deve apontar uma arma à cabeça e lhes diz que terão de escolher: ou o amor da sua vida ou os amigos. As duas coisas já é abusar. É pedir de mais. Portanto, meus amigos, é escolher, não se pode ter tudo. E o mais engraçado é que escolhem. Nem metem a hipótese de conciliar as duas coisas. Isso é ser garganeiro. O tempo fica reduzido, à que optar. Um dia passa a ter só 24 horas e uma semana apenas 7 dias. Por isso não há tempo para amigos. E mesmo que se tente explicar à pessoa que efectivamente um dia já tinha 24 horas antes de ela namorar, vai-nos jurar a pé juntos que é mentira e que estamos a ficar malucos. Vai-nos garantir também que não se afastou. Apenas deixou de telefonar. E de mandar uma mensagem a perguntar se está tudo bem. E de ir beber café. E de responder sempre não a qualquer convite que ainda façamos. Isso são pormenores. A questão da distância é imaginação nossa. A pessoa está sempre ali para nós. Sempre pronta a dar o ombro amigo quando é preciso. Nós é que metemos na cabeça que ela não está. Mas ela está sempre. Nós é que fazemos filmes. Continua sempre a preocupar-se connosco. Está sempre a par da nossa vida, das nossas trivialidades. Mas não sabe que queremos ir jantar fora. Não sabe as últimas 50 novidades. Não partilha connosco o que é importante para nós. Mas está sempre lá. Nós é que somos exagerados e chatos. Porque tentamos contrariar o que acontece. A verdade é que não há nada para contrariar. Está tudo bem, tirando o facto de insistirmos para aparecerem mais vezes. Ainda mais? Já aparecem tanto.

Isto é frustrante. É ridículo. É chato. Satura e cansa. E eu cansei-me. E desisti. Não estou chateado. Apenas não me vou importar mais.

Uma relação, seja ela de que carácter for, não se constrói só com o contributo de um lado.
Hoje vou jantar a um restaurante onde é o lema é mais ou menos 'pague 20 euritos e coma até não poder mais'. Pois é. Diz que são 20 pratos à escolha, mais umas quantas sopas, uma mesa só de enchidos, outra só de queijos e ainda outra só de sobremesas. As bebidas também são à descrição, como se quer. Portanto hoje o pequeno almoço vai ser soft, o almoço nada de especial e desconfio que vou eliminar o lanche. Se aquela gente pensa que vai lucrar com os meus ricos 20 euros está muito enganada. Ainda me pagam é para abandonar o restaurante!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Acho piada às pessoas que trocam os r's pelos g's. Não tenho culpa, mas é daquelas coisas que me provocam o riso facilmente. É que ouvig pessoas que falam assim e que dizem que o seggedo é a alma do negócio e que qualqueg coisa é um begbicacho é muito enggaçado.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Hoje percebi que ando realmente cansado quando me deixei dormir, ainda que por breves instantes, na fisioterapia.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Sono, muito sono

É de ser segunda ou fui picado pela mosca do tsé-tsé?

domingo, 24 de outubro de 2010

A praia no Outuno




Desde há um ano que tenho vindo regularmente ao Algarve. Até aí tinha na ideia que só via malta em casa, nas ruas e na praia durante o Verão. O resto do ano isto era mais o menos o deserto do Saara. Tudo parado. Lojas fechadas, restaurantes fechados ou às moscas. Mas enganei-me. A verdade é que isto tem movimento o ano inteiro. E não é pouco. Afinal isto não é nenhuma pasmaceira e as ruas continuam com pessoas, a praia continua movimentada. Sim, ontem vi pessoas ao banho (medo). Secalhar viver aqui não é um tédio tão grande como sempre pensei. Mas, e há sempre um mas, acho que falta qualquer coisa. Não sei bem o quê, mas acho que o que falta é a agitação que se vê nos meses de maior calor, as esplanadas cheias, as estradas agitadas. Depois do Verão, embora isto ainda meta gente, reina a paz. E o que eu gosto mais aqui é do calor de 30 e muitos graus e do rebuliço que há no Verão.

sábado, 23 de outubro de 2010

Então tenham um bom fim-de-semana, porque eu também vou ter, a rumar a sul.



sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Dogs days



Eu bem quero que acabem, mas tenho tido verdadeiros dogs days que teimam em repetir-se constantemente.
A semana desgasta qualquer pessoa e a conversa a seguir explica isso muito bem.

(Eu) Amanhã vou para o Algarve.
Ah, então vais apanhar bom tempo.
Hmm.. não sei. Se cá não está grande coisa lá também não deve estar.
Está sim, porque em Barcelos vai estar sol.
(Eu incrédulo, permaneço em silêncio)
Diz-me que Barcelos é no Sul.
Não, não é.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Coisas que detesto #2

7- Côco. Tudo o que envolva isto. Sejam iogurtes, perfumes, bebidas, bolos. Detesto. E escusam de me tentar endrominar, porque eu topo o cheiro a côco à distância, tipo a 200 metros.

8 - Pessoas que mascam pastilha de boca aberta e fazem barulho.

9 - Pessoas que não têm ou opinião. Ou que não se decidem. Ou que por elas tanto faz optar-se por A ou por B.

10 - Pessoas que são do contra porque sim.

11 - Pessoas que esquecem os amigos quando começam a namorar.

12 - Detesto que me desmintam quando tenho a certeza absoluta de alguma coisa.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Segundas oportunidades

Às vezes a primeira impressão dá-nos uma imagem errada da pessoa e ficamos por ali. Que não faz o nosso género, que não gostamos e que não vai dar. Venha a próxima. Mas tenho notado ultimamente que quando há a hipótese de uma segunda impressão a coisa pode correr melhor. E afinal até está ali uma pessoa à maneira. Portanto, o melhor é ficar de pé atrás, mas não ser implacável.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Livro de Reclamações #3

Desconfio que os empregados das companhias de seguros de saúde são treinados para falarem a mil à hora para não percebermos nada. Assim como devem receber ordens para nos interromperem a cada três palavras, tornando a conversa uma confusão. E eu, que não tenho culpa que assim seja e que até gosto de ouvir e perceber o que me dizem bem como também gosto que se calem e que estejam atentos ao que digo, hoje tive que gritar ao telefone para a pessoa em causa se acalmar. Eu juro que tento ser uma pessoa calma, mas esta gente consegue enervar-me.

A Joceline já ganhou um fã

domingo, 17 de outubro de 2010

O Bairro do Amor

No bairro do amor a vida é um carrossel
onde há sempre lugar para mais alguém
O bairro do amor foi feito a lápis de cor
por gente que sofreu por não ter ninguém

No bairro do amor o tempo morre devagar
num cachimbo a rodar de mão em mão
No bairro do amor há quem pergunte a sorrir
será que ainda cá estamos no fim do Verão

Eh pá, deixa-me abrir contigo
desabafar contigo
falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
descontrair um pouco
eu sei que tu compreendes bem

 No bairro do amor a vida corre sempre igual
de café em café, de bar em bar
No bairro do amor o sol parece maior
e há ondas de ternura em cada olhar

O bairro do amor é uma zona marginal
onde não há prisões nem hospitais
No bairro do amor cada um tem de tratar
das suas nódoas negras sentimentais

Eh pá, deixa-me abrir contigo
desabafar contigo
falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
descontrair um pouco
eu sei que tu compreendes bem

O Bairro do Amor, Jorge Palma

Não é para estar a lançar boatos

mas parece-me que o casting da Operação Triunfo é muito melhor que o do Ídolos. Digo eu que percebo tanto de música como o Zé Cabra.
Quando era puto pensava que ninguém trabalhava ao fim de semana. Na minha cabeça durante aqueles dois dias toda a gente descansava. De tudo. Inclusivé do estudo e dos trabalhos de casa. Mas depois, infelizmente, descobri que as coisas não são assim e que não passava de fantasia e de imaginação minha próprias da idade. E é pena. Aos fins de semana devia ser proibido uma pessoa andar de volta das coisas da faculdade. Aulas para pôr em dia, cenas para passar a limpo, fazer exercícios, acabar relatórios, escrever introduções. Todo um rol de tarefas que deveriam encaixar-se apenas entre segunda e sexta, mas não. Portanto, a quem assiste à vida de universitário de fora e que julga que isto é só borga, tenho a informar-vos que estão errados. Com muita pena minha, mas estão muito errados.

sábado, 16 de outubro de 2010

Chamem-me preconceituoso

mas não acho piada nenhuma ter um convite de amizade da minha mãe no facebook.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

E eu que não acreditava em milagres

Este verão, não me perguntem como porque eu também gostava de saber, mergulhei de tal forma estúpida que bati com a cabeça no fundo do mar com toda a força. Senti o crânio a esmagar-se, tudo a sair do sítio. Mas aparentemente fiquei bem, tirando o facto dos músculos do pescoço e da cervical parecerem uma pedra. Depois de ter feito exames já são dois médicos que dizem que foi um milagre não ter ficado tetraplégico. Até aí não acreditava em milagres. Agora ainda não sei se acredito. Mas uma coisa é certa: tive um sorte do catano.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Diz que há gente que entra de fim de semana à 5a*



*Ou como ser um mete-nojo; ou como excluir as aulas de 6a.

Tenham um bom fim semana então.
Fosse eu um mineiro chileno e o desfecho não seria o mesmo. Contariam no máximo com 32 homens a chegar cá acima com vida. Dava-me logo uma síncope passadas poucas horas de ser informado que era possível que tivesse de passar os próximos meses naquele minúsculo espaço. Isso ou então enlouquecia.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Começo a ficar farto desta rotina que pouco foge a casa-faculdade-casa.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Revelando aqui uma veia minha até agora desconhecida, venho pelo meio deste humilde blog pedinchar algumas coisas que me fariam uma pessoa mais feliz. Isto de tentar não custa e com sorte ainda passa por cá alguém que ganhou o último jackpot do euromilhões ou que é apenas boa pessoa ou que é um altruísta de todo o tamanho. Então seguem os pedidos:

- Um bilhete para o Cirque du Soleil;
- Um bilhete para a Shakira;
- Um bilhete para os Gogol Bordello;
- Um bilhete para os 30 Seconds to Mars;
- Um bilhete para os MGMT;
- Um bilhete para os The Script.

E de momento é só. Se quiserem contribuir com alguma coisinha é só avisar que disponibilizo logo o NIB.

sábado, 9 de outubro de 2010

Ir a um centro comercial deixa claro a falta de civismo de muita gente. Anda ali tudo a atropelar-se uns aos outros, a fazer maratonas e sprints para ver quem alcança primeiro a prateleira não vá ser o último modelo, é encontrões daqui e dali, é não dar licença para passar. Não sei se é o tempo que torna as pessoas mal dispostas e brutas, mas o que é certo é que há muita falta de educação. E a mim, para isso, falta-me a paciência.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Considerações finais

Depois de dois dias de congresso é altura de se fazer um balanço. E não, não vou fazer aqui um apanhado geral do que se falou, descansem. O que vou aqui falar diz respeito a assuntos extremamente importantes em qualquer congresso como os brindes e o coffee break. Ora em relação ao primeiro ponto, vai uma pessoa a um congresso para receber canetas e bloquinhos de notas? Não havia nada pior para dar? Não deu para inovar mais do que isso? Nem que fosse um vale de desconto numa loja de indianos no Martim Moniz. Aí sim, uma pessoa dizia 'eiishh ainda bem que cá vim!'. Outro assunto deveras importante é o coffee break, também conhecido como a hora que toda a gente anseia ou ainda conhecido como o intervalo para os acepipes. Então admite-se que os sumos acabem? Nada de sandes, só miniaturas de bolos de pastelaria? Pão de leite com pão de leite e croissant recheado de... croissant? Hmm? Para a próxima um lanchinho em condições que a malta não vai ali (só) para ouvir palestras. É na hora do comer que se avalia a qualidade de um congresso.

Por fim, deixo aqui algumas pérolas proferidas pelos Professores Doutores, Chefes do Departamento da Conchichina, Membros Associativos de Sei lá o Quê que discursaram no congresso. Autênticos rasgos de iluminação que dariam mote a debates no mínimo interessantes tais como:

- O ciclo ovárico de uma ratinha é muito inconstante;
- Quanto mais pequeno melhor;
- O problema já é indicativo de um problema (foi neste momento que toda a plateia se sentiu elucidada e sem dúvidas a pairar na cabeça).

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Depois de um fim de semana prolongado uma pessoa desabitua-se facilmente de não ter aulas. Quatro dias chegam para me esquecer o que é isso e depois o regresso à normalidade é tipo em terapia de choque e há que evitar essas situações. Por isso, hoje foi dia de rumar até ao Congresso da APEF para prolongar o fim de semana prolongado. É pena não durar até sexta feira.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Se as eleições em Portugal se tornassem iguais às do Brasil temo que, à semelhança de Tiririca que foi o mais votado em todos os estados, por cá seriam eleitos Tony Carreira e Ana Malhoa. E até consigo acrescentar mais nomes à lista: Linda Reis, Professor Alexandrino, Tino de Rãns e Emplastro. Fico-me por aqui, porque só com estas personagens a imagem de comédia e de pânico já está montada na minha cabeça.

A agricultura já não é para mim

Há mais de seis meses que não ia à minha quinta e a semana passada decidi ir lá espreitar. Acabei por plantá-la toda, mas nunca mais me lembrei que era preciso colher os legumes, as frutas e as flores. E é neste estado que ela se encontra:



ou seja, tudo destruído. Não restou nada a não ser três canteiros. Já não tenho alma de agricultor é o que é.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Comer... e ir ao cinema


Quase a acabar de ler a viagem em Itália vou ao cinema ver o filme. A curiosidade é muita e o tempo para ler o livro não é tanto e receio que o filme saia dos cinemas antes de acabar a Indonésia. Portanto, nada de esperar porque a expectativa está em altas. Só espero continuar a ter interesse para acabar de lê-lo depois de voltar do cinema. Mas se li o crepúsculo depois de ver o filme, este não será diferente. Espero eu.

Aulas vs Parvoeira

Às vezes engano-me e vou a aulas teóricas que não lembram ao menino Jesus. Uma pessoa vai com toda a sua boa fé, à espera de ouvir algo interessante e depois não é bem isso que sucede. Ora como já se está instalado a poucos metros da professora não é de bom tom sair da aula, assim sem mais nem menos (digamos que o único problema é verem-me a sair), quando a plateia não é muito grande. São nestas alturas que o desespero dá largas à imaginação. E da última vez que isso aconteceu lembrei-me de jogar com outra pessoa àquele jogo nada estúpido (e que serve tão bem para passar o tempo) de escrever uma frase e de deixar a última palavra na linha de baixo, sendo essa a única palavra que a outra pessoa tem acesso e que é a partir dela que escreve sempre a sua frase.

E foi assim que se deu largas à imaginação e à estupidez:

Era uma vez duas pessoas que estavam a secar numa aula de produtos de
beleza. Interior e exterior é o que falta a uma certa pessoa chamada
Paulinha. Essa pessoa que é uma mistura de leopoldina e
gafanhoto. É a coisa mais nojentinha que por vezes sai da boca das
pessoas. E, em verdade vos digo, que estas pessoas aqui presentes no auditório cheiram a
esgoto. Será em breve um destino paradisíaco para premiados com direito a
cocktails. Isso mesmo! Só com cocktails de absinto é que se aguenta este
tormento angústia e desespero é o que irei sentir quando começar a fazer os
trabalhos. E agora que digo esta palavra, só me apetece cuspir uma bola de
pêlo de gato é o que a minha madrinha respira todos os dias em sua
casa. Por falar nisso... querida mudei o estaminé. À porta temos dois cães de
loiça. Parto-a toda e depois vou comprar um serviço novo ao gato
preto. E o que eu vos digo é que a coisa está preta. Oh se está! Ai
Jasuzi! Quanto eu não daba pa tari em casa no sofá a veri
TV. E é em frente à TV, sentado no sófá, que engordo
toneladas de saídas e festas era o que eu queria ter na companhia da minha
turma. E não me venham dizer o contrário, que eu apanho já uma grande
patite. Gajo jeitoso, maneta e desalentado com uma grande
lata. E uma grande lata é dizerem-me que eu tenho uma patite e depois acortarem para trás a dizer que afinal tive uma patite. É que eu gosto muito da minha médica de
família. Vou vê-la este fim de semana e espero passar uns bons
momentos. E este está a ser um bom momento. Estou a adorar esta aula sobre legislação de produtos cosméticos, mas o que eu quero mesmo é saber se esta conversa está a fazer sentido.

E fez mesmo muito sentido.

A imaginação pode não ter limites, mas a estupidez não lhe fica atrás.
Foi só impressão minha ou a maior parte dos concorrentes da Casa dos Segredos são do Norte? Será que no Sul e no Centro não há ninguém com segredos? Será tudo puro por estas bandas?

Talvez tenha sido só impressão minha. Isto de meterem o Ídolos e a Casa dos Segredos ao mesmo tempo obriga-me a passar a noite a fazer zapping.

domingo, 3 de outubro de 2010



O youtube está recheado de pérolas e este vídeo é a prova disso. Made my day (ou só um bocado dele).

Este blog é contra o acordo ortográfico



Que me desculpem os grandes defensores desse acordo, mas isto não me entra na cabeça. Para mim actor nunca vai ser ator, óptimo nunca será sem p, facto não deixará de ter c. Não faz sentido. Eu sei que ao longo dos tempos sempre houve ajustes no dicionário, sei que é preciso e que o passar do tempo implica mudança. Mas mudança que valha a pena e não absurdos. Porque o que querem com isto é que comecemos a escrever como os brasileiros. E eles escrevem como falam, coisa que por cá nunca se fez.

sábado, 2 de outubro de 2010

Há um ano foi assim













Tão bom que é viajar. Pode ser que para o ano haja mais.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

E depois vai-se a aulas a uma sexta-feira para se ouvir um professor universitário dizer "previsões futuras". E eu até podia dissertar uma tese de mestrado sobre isso, mas não vou fazer. Só quero deixar aqui registado que as previsões são sempre futuras, excepto no caso do professor Chibanga que prevê o passado.

E depois vai-se a aulas em que a assistência é tão pequena que a professora no fim diz "obrigada", que é como quem diz "vocês são poucos mas bons, gosto muito de vocês, voltem para a semana para eu não falar para o boneco".

E depois vai-se a ver e já estou em modo FIM DE SEMANA PROLONGADO. Adoro o feriado de 5 Outubro.