sábado, 28 de agosto de 2010

É caso para ter medo

11 pessoas numa casa. 11 cabeças a pensar. 11 opiniões.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Quando estamos com uma pessoa que está a ter um ataque de ansiedade/pânico é impossível ficarmos calmos. Não entro em pânico, mas para lá caminho. É mais uma enorme sensação de impotência. E é horrível.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

domingo, 22 de agosto de 2010

Isto é que era ganhar dinheiro

Montar um restaurante na Guia. O cliente só tinha que dizer se queria os frangos (ou pintos) com ou sem picante, porque não haveria outra opção além dessas duas. Que grande negócio!

sábado, 21 de agosto de 2010

Só uma questão


O director ou o escritor sofreram de perguicite agúda? É que estava tudo muito bem até que o filme acaba. Não é que não se perceba o final. Ficou apenas a sensação de que foi feito à pressa. Mas isto digo eu que de cineasta não tenho nada.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O melhor bolo de chocolate do mundo



E hoje foi dia de rumar até ao melhor bolo de chocolate do mundo. E é mesmo o melhor, não se fica apenas pela propaganda. Por mim eram dois destes todas as semanas.
Sem nada planeado, há menos de duas horas decidimos que este fim de semana seria passado no Algarve. E assim vai ser. Malas feitas (isto é que foi rapidez), gasóleo no carro e uma A2 pela frente. Até já, Açoteias!

A família não se escolhe

A família não se escolhe. E isto é uma verdade absoluta, com muita pena minha. Não há nada que se possa filosofar à volta do assunto. É assim e mais nada. E por ser assim, por não se poder escolher (e também por não se poder agradar a gregos e troianos) há sempre alguém que não nos importavamos de excluir da família. Há sempre aquela pessoa (ou aquelas pessoas) que podiam não estar associadas a nós, que podiam muito bem fazer parte de outra família, que podiam ir pregar as suas teorias e os seus afazeres para outro lado. Seriamos mais felizes assim. Não teríamos que mostrar falsas simpatias. Acabar-se-iam as hipocrisias e o falar só porque se deve ser bem educado. Que culpa é que eu tenho de ter um familiar vigarista? Ou um trombudo? Ou apenas alguém com quem eu não me identifico minimamente? Ou mesmo alguém cuja simples presença me incomoda? Não tenho culpa nenhuma não é verdade? Então porque é que se complica tanto? Porque é que há sempre quem tente amainar as coisas? Porque é que há sempre alguém a tentar com que sejamos a família perfeita e feliz? Meus amigos, isso não existe, deixem-se de ilusões. Para mim é muito simples. Não gosto da pessoa, não convivo com ela. Se todos fossemos assim, tudo era mais fácil, ninguém enganava nem iludia ninguém.
Mas se a família não se escolhe, o mesmo já não acontece com os amigos. E ainda bem. Ao menos sempre nos reservam um poder de escolha. Sempre podemos mostrar o que são escolhas acertadas, o que é bom para nós, o que bastava haver na família.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Agora que o meu aniversário se aproxima é sempre conveniente ir ao centro comercial com a minha mãe. Vou-lhe dizendo o que gosto e o que não gosto. É útil e costuma resultar.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Conversa de táxi

Eu: Isto aqui é o largo do Rato?
Taxista: É sim. Do rato e das ratas... que onde há rato há sempre ratas.

Não são estupendos os trocadilhos a que os taxistas recorrem para animar as conversas? É toda uma sabedoria e uma arte de bem falar que esses senhores têm.
Quando vou ao banco estou sempre à espera do momento em que vão entrar dois ou três indivíduos de gorros na cabeça e de armas na mão, mas até agora tudo correu pelo melhor.

domingo, 15 de agosto de 2010

Tirem-me o Roberto do Benfica por favor.

Declaro que o faces beach club é


a melhor discoteca do Algarve em 2010. Boas noites que lá foram passadas na última semana!

sábado, 14 de agosto de 2010

´

O pior das férias é fazer as malas para regressar a casa. Nada vai como veio. E achamos sempre que é um milagre caber tudo.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Caralhotas

Os programas da tarde são os melhores. Hoje no Vida Nova fala-se de caralhotas, o pão típico de Almeirim. E que bom tema para se falar ao povo português que de preverso não tem nada, nada (cof cof). Dizia a senhora, a padeira que faz caralhotas como ninguém, com toda a sinceridade possível, que até de noite sonha com elas. Aposto que acorda feliz todos os dias. De dia faz caralhotas, de noite tem sonhos com elas. E mais não digo.

A Magnífica Rua da Oura

Encontrei o texto que quis publicar há 3 dias e que se evaporou no espaço. Aqui está ele:

Ir à Oura no Verão é mais ou menos o mesmo que estar num parque infantil em Inglaterra, com a diferença de que as bifas e os bifes bebem álcool (muito mesmo) em vez de leitinho ou de sumos. Tal não é a euforia (e o consumo de líquidos) que antes da meia noite já estão todos bêbedos. Bebem que nem gente grande e depois é vê-los em coma, todos aflitos a chamarem ambulâncias e a revelarem os bambis que ainda são. Deviam era ficar no quarto de hotel a ver televisão. Mas não! No país deles só podem sair à noite aos 21 anos, então se estão em Portugal é para aproveitar que por cá é só preciso mostrar mamas ao porteiro e na Oura a entrada até é livre, menos trabalho dá. O que não é sinónimo de menor produção. Tenho para mim que as miúdas que ontem vi e que me pareceram ter uns 16 ou 17 anos devem ter na verdade uns 13 ou 14 (isto para ser generoso). Já alguém entrou num dos bares ou pseudo-discotecas dessa famosa rua? É que eu já. E digo-vos que é raro o estabelecimento que não tem um varão (ou dois). Se isso só por si já revela um ambiente a puxar para o rasco e badalhoco, o mais surpreendente é que há malta (estrangeirada) que dá uso a essse material, qual profissionais do strip-tease! Acho que até vou propôr à Câmara de Albufeira que mude o nome do sítio para algo do género Rua do Varão ou Rua das Bifas Que Afinal são Quengas, isto claro, sem querer ferir susceptibilidades, que meus amigos, ele há gostos para tudo. Mas voltando ao tema central: as bifas. As inglesas são bipolares, é uma ideia minha e não deve fugir muito da verdade. De dia são todas calminhas, todas tímidas, bem-comportadas. É que durante o dia estão com os pais, então não partem um prato. À noite revelam-se. E é vê-las a meter conversa com tudo o que mexe, a dançar com a saia pelo umbigo e a gritar a cada cinco segundos, estéricas que só elas. E eles não fogem à regra. Bebem que nem esponjas e fazem figuras tão ridículas quanto elas, sendo que a diferença é que não se produzem com o propósito de fazerem desaparecer a sua aparência de 14 anos para dar lugar a uma aparência de 20 (e muitos). Alguém que acalme esta malta. Promovam acções de caridade pela Oura (sim, porque é preciso ajudar os desgraçados), arranjem maneira de acalmar e assentar as hormonas que por ali proliferam todas as noites, que não há rua mais deprimente. Mas mesmo com um ambiente tão bom como o que acabei de descrever a malta continua a ir até lá (eu incluído, mas juro que são muito poucas as vezes) e ainda não percebi porquê. Deve ser porque a estupidez alheia nos diverte ou então é só porque somos mesmo parvos.

As melhores noites acabam de manhã?


Se não é sempre assim, pelo menos a noite passada foi.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010


Hoje saí da praia às 21.10h. Isto sim, são férias. Nada de horários. Acorda-se tarde, chega-se à praia ainda mais tarde, sai-se da praia de noite cerrada, janta-se tarde e no fim sai-se à rua até de madrugada.

Dos avecs #2

Hoje na praia apanhei uma família de avecs. Lá andava uma miuda a correr de um lado para o outro e a mandar-me areia para a cabeça. A mãe reparava e repreendia-a. Dizia-lhe: "Jessica qu'est-ce que vous est faire?", "Jessica faites attention". E a pobre da Jessica continuava louca a correr e a passar a 2 milímetros da minha toalha e a encher-me de areia, até que a mãe lhe diz: "Jessica pára quieta já!".

E a pergunta que se põe é: havia necessidade? É que bastou um aviso em português e a miúda parou logo de me encher de areia.

O Leonardo Dicaprio anda numa onda de fazer filmes confusos... mas bons.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

É muito bom quando publicamos um texto e ele vai parar ao espaço não é? Adoro quando isso me acontece.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Dos avecs

Chegou Agosto e com ele chegaram todos os emigrantes deste nosso país. Vem tudo de malas aviadas do Luxemburgo e da França e é ver as praias cheias de Jean Pierres, Josephs e Moniques acompanhados pelos papás e pelas mamãs, mais conhecidos como cherries, como se tratam carinhosamente em público e em solo português. Esta é a altura que os avecs se dão a conhecer, que mostram o melhor que têm em si. E nós que tanto gostamos de os ter por cá! É vê-los a chegar ao estacionamento da praia em pleno aparato, nas suas carrinhas carregadas de lancheiras, chapéus-de-sol, tachos e panelas com o farnel, que cozido à portuguesa e bacalhau com natas é tudo o que dá vontade de comer a esta malta quando cá vem. Acomodam-se ali o dia inteiro nas toalhas e é vê-los e, principalmente, ouvi-los proferir palavras sábias em francês, esse idioma que é mais honrado do que a bandeira da pátria. Todo o santo dia fazem questão de gritar de 2 em 2 minutos com os putos que não param quietos. Primeiro, e a modos que ainda calmos, falam francês com os petits. Até aí tudo bem. Mas quando começo a vê-los repetir a mesma frase em francês 3 vezes seguidas e a elevar o tom de voz já sei que o típico "Jean Pierre vien ici" não tarda a passar a um nada bronco "JOÃO PEDRO a mãe já te chamou 4 vezes, sai já da água e vem para a toalha antes que eu vá aí puxar-te por um braço e comas uma galheta nesse focinho". E é aí que o grande segredo que ninguém desconfiava nem nunca ousou desconfiar é revelado: afinal, os traquinas dos Jeans Pierres, são na verdade Joões Pedros, bem ao estilo português, e as Moniques da França são, surpreendentemente, Mónicas de Portugal. Avecs deste país, se poisarem os olhinhos neste post tomem bem atenção às seguintes sábias palavras que aqui vou escrever: os vossos filhos são portugueses, entendem português e, tenho cá para mim (mas não passa de uma desconfiança minha) que em solo português eles esperam que vocês falem com eles em português. Mas posso estar enganado, não li nada que comprove cientificamente o que estou a dizer, não me debrocei tanto no assunto como possa parecer. Por isso, caso não levem à séria o conselho que aqui vos deixo, resta-me dizer-vos que vou continuar a rir-me cada vez que derem espectáculo na praia, que a malta gosta é de se divertir. Pela parte que me toca, só vos tenho a agradecer os bons momentos que me proporcionam. Não fiquem constrangidos, continuem a espalhar a vossa alegria e o vosso patriotismo, que ninguém aqui fica ofendido, só ficamos bem-dispostos.

Sasha

Já não é a mesma coisa. O Evaristo e a Helga Barroso fazem lá falta. Ontem senti-me a escorregar no azeite. Desconfio que houve malta que queria ir ao 20º aniversário da Kadoc e foi ali parar por engano.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010


E foi esta a última aquisição. Têm aspecto de terem sido uns 100€ não têm? Pois. Mas foram apenas 15€. Nada de dizer mal dos marroquinos que vendem na praia. Eu e o Sadik já nos tornámos melhores amigos.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Livro de Reclamações #2

É com imensa revolta, raiva e vontade de incendir o pior bar do Algarve que escrevo este post.
Pois que fomos a um bar, noite de karaoke, tudo muito animado. Havia praticamente só ingleses a devorarem canecas de cerveja. Ao fim de um tempo lá arranjámos mesa. Ainda nos estavamos a sentar, a tentar arranjar cadeiras para todos quando veio o dono mostrar a sua enorme simpatia ao dizer que a senhora do karaoke não trabalhava de borla. Pedi um café. Respondeu-me com toda a má educação que arranjou no momento que se eu tivesse lido à entrada do bar tinha reparado que não têm serviço de mesa. Dirigi-me ao balcão e pedi um café e uma água. A senhora que me atendeu, a mulher do dono, também recorreu a toda a sua má vontade, servindo-me quase que por favor. Uma jóia de mulher que sabe cativar os clientes como mais ninguém o faz. Falta-lhe apenas uns pontos a mais no QI para perceber que um cliente que pede uma água e um café e que vai ficar no karaoke irá consumir mais. Mas isso não é para ela. Ela foi feita para atender clientes que a primeira coisa que pedem é uma caneca de cerveja e um whisky cola. Entretanto lá fui eu sentar-me e beber o meu café enquanto o resto da malta (três amigos) decidiam qual a música que íamos cantar no karaoke. Música decidida, uma amiga chama o dono do bar e pede-lhe uma caneta para nos inscrevermos. E ele, sempre no auge da boa educação, diz-lhe "você não está a consumir nada, espere sentada, mas mesmo sentada, que eu lhe traga a caneta" e virou costas. Note-se que estávamos há 2 ou 3 minutos sentados. Ficámos incrédulos. Ela tocou-lhe no braço para ele voltar à mesa ao que ele lhe diz "não me toque". Seguiu-se uma série de postas de pescada vindas da parte do estúpido do dono do bar que nos atissou a boa disposição e a vontade de pedir o livro de reclamações. E foi isso que se fez. Pediu-se o livro à empregada. Ai que vou perguntar ao meu patrão, ai que me esqueci, ai que já lhe digo. Uma fingida do pior. Passado imenso tempo a jóia de moça (a dona) vem até à esplanada ter connosco perguntar se tínhamos chamado alguém. Pois claro que chamámos. É o livro de reclamações se faz favor. E foi aí que a peixeira que estava escondida naquela mulher veio ao de cima. Recusou-se a dar-nos o livro. Que chamássemos a polícia, que te parto a cara toda, que faço queixa de vocês. Nisto surge o dono que nos diz "chamem a polícia para eu fazer queixa de vocês, porque vocês não consumiram nada! Onde é que têm o talão?". Então digam-me lá se este senhor não é um grandessíssimo filho da puta? Se não merecia o bar fechado?

E pronto, neste país quem se safa são os aldrabões e os vigaristas. Percebemos que sem talão nada seria feito e que ele ainda iria dizer que não tinhamos consumido nada.

Neste momento a minha cabeça não pára de engendrar planos para destruir aquele bar. Aceito sugestões. Se alguém for o melhor amigo, o filho, o sobrinho ou a mulher do director da ASAE, entre em contacto comigo, por favor. Isto com jeitinho dava para encerrar o bar e pôr aquela família de mal-formados a passar fome.

Não querendo generalizar, mas acabando por fazê-lo, é esta a merda de comerciantes que temos no sul do país. Tratam lindamente os estrangeiros. E os portugueses são tratados como lixo.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Se há coisa que me irrita é estar em pleno Algarve, ir a um restaurante e apresentarem-me a ementa nos idiomas mais variados. Ele é inglês, ele é espanhol, ele é alemão, ele é francês e, com alguma sorte, ele é português - essa língua que quase ninguém fala, muito menos em Portugal! Muita vez acontece os grandes queridos que são os empregados de mesa falarem connosco em inglês e, depois de reparem que afinal somos tugas, dizerem "ai peço desculpa, mas pareciam-me mesmo ingleses". Pois, até podiamos ser, mas não seria a mesma coisa. Empregados de mesa do Algarve, se me estão a ler (se não estão, deviam) atentem no que vos vou contar: é certo que os ingleses apanham escaldões, que ficam que nem pimentos, mas nós, portugueses, também podemos sofrer desse mal e ficar mais rosados do que o costume, o que não faz com que troquemos de nacionalidade. Continuamos a ser os mesmos, só que mais corados e a falar a mesma língua que, por acaso e só mesmo por acaso, também é a vossa. Não, não ficamos ao sol a estorricar só para depois vos confundirmos quando aparecemos no restaurante todos encarnados. Não somos assim tão maus. Atentem só nos seguintes pormenores que facilmente nos diferencia da estrangeiragem que por cá habita nesta altura: não jantamos às 6 ou 7 da noite e não somos loiros-quase-branco. Ah! E outra coisa: nós estamos no Algarve e não no Allgarve.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A feira na praia

Já não é o primeiro ano (nem o segundo, nem o terceiro), mas este ano os marraquinos decidiram apostar forte e feio no negócio. E qual o melhor sítio para fazer dinheiro fácil rapidamente no Verão? A praia. Eles trazem vestidos, biquinis, bijutaria, malas, óculos de sol, relógios e sei lá mais o quê. O que sei é que nem precisamos de sair da praia, porque todos os dias as boutiques vêm até ao povo que se alapa o dia inteiro ao sol. E a malta farta-se de comprar e de usar aquilo em qualquer ocasião. Há uns dias vi uma menina com um vestido desses que os marraquinos vendem na praia no Libertos Bar. Lá estava ela, toda bonita... e transparante! Aposto que fez o 2 em 1, saindo da discoteca e indo directa para a praia. Isto à que poupar!

domingo, 1 de agosto de 2010

Os melhores finais de tarde são na Falésia


Haverá melhor vida que esta?
Os castings do Ídolos já começaram e com eles vêm de certeza mais cromos para animar a malta. Os Zé Cabras deste país vão voltar a dar o seu melhor, num esforço tremendo para alcançar o pódio do medonho e do ridículo. Em Setembro cá estamos nós (eu estou de certeza) para os ver... e para rir.