quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Pergunta (não) retórica

Responderem-nos com um 'lol' no messenger é o mesmo que meterem um ponto final na conversa?
Quem foi a mente brilhante que inventou que o fim de semana só tem dois dias? Quem foi? Que dê um passo em frente para termos uma loooooooonga conversa. Aviso já que não gosto da ideia.

(isto depois das férias custa a entrar na rotina, principalmente quando nuns dias se acorda às 9h e noutros às 7h)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Acho engraçado, na mesma proporção que acho estúpido e ridículo, cada médico ter uma opinião diferente do resto dos colegas em relação a cada caso clínico. Hoje já ouvi da boca de uma alminha "ah sim sim, está impecável, isto só afectou a musculatura, faça natação e ginásio à vontade, não tem qualquer probelma" como também ouvi de outra boca "ai não, faça as coisas gradualmente, primeiro as sessões de fisioterapia e natação, o ginásio só depois, e na natação nada de bruços, só costas e crawl!". Então está bem. Vou só ali pensar em quem devo de acreditar mais para me decidir. Mas espera! Ambas pessoas que me disseram isto são médicas. E agora? Quem tem mais razão? Decidam vocês, que eu já tentei e não chegei a nenhuma conclusão.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Sobre a (in)diferença

Quando vejo alguém com uma deficiência, seja ela física ou mental, tento agir naturalmente e contrariar a tendência que se tem nessas alturas em olhar para a pessoa. No fundo, comporto-me normalmente como se a pessoa fosse igual a mim, como se não tivesse uma única característica que a torna-se diferente aos olhos da sociedade e aos meus. E faço isto, porque tento colocar-me no outro lugar e acabo sempre por chegar à mesma conclusão. Se fosse eu a estar numa cadeira de rodas, ou o portador de trissomia 21 ou se apresentasse falta de cabelo devido aos tratamentos de quimioterapia não queria ser olhado constantemente como uma aberração ou, simplesmente, não queria ser o alvo de olhares curiosos e de comentários piedosos. A reacção natural, e acredito que desprovida de qualquer maldade, das pessoas, em geral, é olharem e terem pena. E, pior do que isso, é demonstrarem esse sentimento e, muitas vezes, lamentarem-se em voz alta. "Coitadadinho". "Olhem-me para aquela desgraça". E é isso que deve ser combatido e alterado. Porque por mais impacitadas que essas pessoas possam estar, por mais diferenças que possam ter do resto da sociedade, elas têm uma coisa comum a todos nós: sentimentos. E tenho a certeza que todas as essas pessoas entendem os olhares de pena e os comentários, tal como tenho a certeza que não devem gostar disso. E é por tudo isto que eu adopto esta atitude. Não é uma questão de ser indiferente, mas sim de não contribuir para a (já tão grande) diferença que todos os dias essas pessoas sentem na pele.

Quando eu for grande vou ter isto*


*que é como quem diz se algum dia for rico.

sábado, 25 de setembro de 2010

CUMMING SHOT... literalmente



Depois de muito se ter falado e divulgado pela blogosfera fora o vídeo do minete colibri, aqui fica, em jeito de resposta, os Homens e o Sexo.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Coisas que detesto

1 - Pessoas que dão só um beijinho. É que fico sempre constrangido quando isso acontece. Há sempre aquele momento de impasse, em que se tenta adivinhar se a outra pessoa vai dar a cara ou se o cumprimento já acabou. Quando me apercebo disso após o primeiro beijinho movo a cara muito devagar, fico ali num dá a outra face, não dês a outra face porque isto já acabou. Enfim, uma treta.

2 - Espinafres. Muita sopa de espinafres fui eu obrigado a comer. Ainda dizem que há infâncias felizes. Depois disso como poderei eu recordar a minha infância com um sorriso? Simplesmente intragável.

3 - Borrego. Se os espinafres me enojam, a carne de borrego consegue provocar-me vómitos só de cheirar. Aquele cheirinho tão característico a... merda?!

4 - Pessoas que só falam quando tem mesmo de ser. Quando se cruzam face to face lá lançam um muito atrapalhado ou cínico 'olá tudo bem?'. Mas com gente assim posso eu bem, corto logo o mal pela raíz e deixo de lhes falar para sempre. Assim, escusam de fazer o obséquio de me falarem por favor.

5 - Detesto quando me olham de alto a baixo com um ar de arrogância e de enjoo. Dá-me vontade de vomitar em cima dessa malta. E era o que devia fazer. Ficavam logo com um motivo para tarem tão enjoadinhos/as.

6 - Detesto adeptos ferranhos, mas daqueles ferrenhos à séria, cuja filosofia de vida é amar acima de tudo o clube, depois Deus e a seguir a mulher. Atrasados mentais que podem não ver um jogo ou, pior, ver uma falta que um jogador da sua equipa cometeu, mas que continuam a argumentar que aquilo foi só um toquezinho e que estão é a ser roubados.

Por agora é só. Quando me lembrar de mais volto a postar. Garanto que há muita coisa ainda por revelar.
É uma pena haver pessoas a pensar que a quantidade de intervenções nas aulas, ainda que insignificantes e despropositadas, sejam directamente proporcionais à nota que terão no final do semestre. Se não existissem pessoas ridículas a faculdade (e o mundo) seria um lugar melhor.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

E haver bom senso?

Foi com pouco prazer, ao contrário do nome da crónica, que li este texto da Margarida Rebelo Pinto. Essa grande sem vergonha em vez de se lamentar das gordinhas desse mundo devia era lamentar-se da pouca massa cinzenta e da excessiva nulidade que habita o seu cérebro.
Durante esta semana na faculdade realiza-se a recepção ao caloiro. Ou para encurtar mais a expressão, durante esta semana lá na faculdade há praxe. E eu gosto. Muito até. Gosto de receber os caloiros, de lhes incutir o espírito de união, de partilha, de ajuda. Gosto de lhes transmitir o meu espírito, tudo o que aprendi. Mostrar-lhes e ajudá-los a perceber o que significa tudo aquilo. Gosto de o fazer, porque foi-me útil no meu ano de caloiro. Conheci muitas pessoas à conta disso e a integração acabou por ficar muito mais facilitada. Mas só gosto disso quando as coisas são bem feitas. A mim sempre me ensinaram que o limite da praxe é o bom senso e eu lamento quando vejo isso ser ultrapassado. Porque a praxe tem que ser entendida como uma tirania, como algo que ajuda à integração dos novos alunos na faculdade. E não tem que ser um evento para se descarregarem frustrações. Um caloiro não é um saco de pancada, não é um mero objecto com quem se possa gritar e mandar vir só porque se está irritado e de mal com a vida. Para isso é preferível ficar quieto. Ou então dar murros ou cabeçadas na parede.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

É estúpido, não há palavra que descreva melhor o assunto, tentarem alterar algo que era um sucesso, algo que resultava bastante bem como estava estruturado. Mudarem o que tem bons resultados, o que já é tradição, apenas com o pretexto de querer inovar, querer que seja diferente, não faz sentido. Porque nem sempre se muda para melhor.

domingo, 19 de setembro de 2010

Começa a ser um bocadinho chato ligar a televisão e ver o Carlos Cruz em tudo o que é telejornais, debates e entrevistas a dar o seu depoimento de vítima e a dizer sempre o mesmo. A defesa faz-se nos tribunais. Na televisão ninguém lhe vai tirar os sete anos de prisão.

Eu nem era para me pronunciar sobre o assunto

mas é que o resultado do jogo Benfica - Sporting agradou-me.

Igualdade de direitos, mas não em tudo

Há muito que ando para perder o meu precioso tempo num assunto que me assola e, acima de tudo, me causa uma ligeira (mas é mesmo ligeira, nada de se sentirem ofendidas) revolta e incompreensão, que é nada mais nada menos o facto dos homens pagarem mais na noite do que as mulheres. Vai-se a qualquer discoteca e os chulados são sempre os mesmos do costume - nós, os homems. Pagamos sempre mais do que elas, por vezes até o dobro, e também não é com pouca frequência que somos os únicos a pagar. Se só por si isto revela à partida uma tremenda injustiça, o mais engraçado é que normalmente temos direito a apenas uma bebida, enquanto elas levam um cartão inteiro para consumir. Vá... no dia em que o rei faz anos, num estado de completa alucinação, lá levamos vales para duas bebidas. E a minha única pergunta é: porquê? Ocupamos mais espaço? Não somos bem-vindos? Os copos que nos servem têm alguma propriedade especial? Ou será das bebidas? Ou será... apenas porque sim?! É que nem me venham com a história mais que ouvida "ah e tal mas vocês não têm filas para a casa de banho". Essa desculpa já não cola, inventem outra. Portanto, se alguma mente iluminada me estiver a ler que diga de sua justiça. Aqui apenas são bem-vindas explicações brilhantes e que contenham algo antes nunca revelado.

sábado, 18 de setembro de 2010

Da desonestidade das redes sociais

Em qualquer rede social, seja ela o já não usado hi5 ou o facebook, há algo que nos leva a todos a sermos uma cambada de mentirosos. Ora alguém no seu perfeito juízo acha mesmo que eu tenho para cima de duzentos (DUZENTOS?!) amigos? Tudo bem, bem sei que sou uma pessoa espectacular, que há por aí meio mundo a atropelar-se para travar amizade comigo, mas até agora garanto que conto os verdadeiros amigos pelas mãos. Portanto, vamos lá começar a chamar as coisas pelos nomes e a admitir que nas redes sociais a maioria das pessoas pertencem à categoria 'conhecidos' e que outras tantas deviam estar encaixadas na secção 'malta que nunca vi na vida'.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Mas será normal

em plena auto-estrada formarem-se quilómetros de fila só porque toda a gente decide ver o acidente que aconteceu no outro sentido? Isto é mesmo à portuga.

Mediatamente



Esta senhora tem servido de fonte de inspiração aos momentos de maior parvoíce nos últimos tempos. Por isso, este post vai em homenagem às C's que são as mais engraçadas e que elevam a parvoíce (e a boa disposição) a um nível inigualável.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Há cerca de duas semanas uma pessoa chegada à minha família sofreu um AVC. Diz quem o foi ver, logo que isso aconteceu, que chorava muito, que metia dó, que ficou afectado, que tinha a boca ao lado, que não controlava muito bem uma das pernas, que tinha momentos de lucidez alternados com momentos em que perdia o controlo das suas acções.
E eu fui ouvindo todos esses relatos, mas tentei sempre evitar o assunto. Porque já sabia que o inevitável ia surgir. Mais cedo ou mais tarde a pergunta "então e quando é que o vamos visitar?" ia-me ser colocada. E mais uma vez eu ia armar-me em cobarde. E foi mesmo isso que aconteceu.
Lido mal com situações deste género. Detesto visitar pessoas hospitalizadas e debilitadas. Prefiro vê-las quando já estão melhores ou, de preferência, quando já estão totalmente recuperadas.  Eu sei que não devia ser assim. Que por mais que me custe devia agir de forma diferente. Ter mais coragem, encarar a situação em vez de fugir dela. Sei que se um dia for eu a estar nesse lugar também vou gostar que me visitem, que me apoiem, que estejam comigo fisicamente e não apenas à distância. E devia aplicar tudo isto que aqui estou a escrever. Mas vou sempre adiando, porque estas coisas transtornam-me imenso. É que parecendo que não isto é uma grande merda.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ainda eu confio na minha dentista quando lhe pergunto quanto tempo vai demorar a anestesia a passar e ela me diz que no máximo dentro de duas horas a coisa passa. Pois, quase que isso é verdade. Passadas mais de quatro horas jantei eu a fazer um esforço para a comida não me sair pelo canto da boca.

Era só dizer "preciso de ajuda"

Ia eu hoje pronto para descer as escadas rolantes no centro comercial quando uma senhora me impede o caminho, porque... voltou para trás com medo! Lá deixou ela que a filha e a neta descessem impávidas e serenas a escadaria, enquanto lhes dizia "eu vou dar a volta" que é como quem diz "vou só andar mais 300 metros para descer pelo meu pé, estas escadas automáticas não foram feitas para mim".
E tudo isto era escusado. Primeiro porque a filha podia tê-la ajudado. Sem acertar nos cortes da escada, primeiro o pé direito e de seguida o pé esquerdo. Simples. Segundo, porque eu próprio me ofereceria para ajudar a senhora, não fosse o seu ar de pânico e negação misturado com um pensamento "não sou capaz". Eu bem que tento ser altruísta, ando sempre atento para ajudar o próximo, mas nada. Ninguém me requisita e eu não sou pessoa de insistir quando não querem.
E amanhã é dia de retomar as aulas. Com muita pena minha, diga-se de passagem. Viessem mais dois meses de férias acompanhados do calor que por cá anda que eu não reclamava. Mas não, o Reitor acha que mês e meio é mais do que suficiente para uma pessoa descansar do (árduo) ano lectivo e, portanto, vamos lá começar as aulas (ainda que a meio gás) em Setembro. Em Setembro!!! Onde é que isto já se viu? Nada é como era antigamente. No meu tempo de caloiro as aulas começavam em Outubro. Eu ainda sou do tempo que em Setembro quem começava as aulas era a malta do  1º e 2º ciclos e ensino secundário. Uma vergonha é o que é.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010


À primeira vista parece apenas uma catrefada de sebentas. Mas não é. Está tudo organizado por ano e semestre. E é assim que se resumem três anos de curso. Venham mais dois.

domingo, 12 de setembro de 2010

Depois de três edições do Ídolos, onde cada vez mais se explorou a parte dos cromos, como é que chegada a quarta edição milhares de pessoas sem qualquer dote vocal continuam a tentar a sua sorte? Não têm noção das suas capacidades? É preciso estarem na presença de quatro jurados para perceberem que afinal cantar não é bem o que sabem fazer da vida? Comecem a meter a mão à consciência antes de se candidatarem, por favor. Caso contrário começo a desconfiar que querem é protagonismo e que o vosso sonho é, afinal, fazer figuras tristes.

Este ano não vai ser

O ano para um estudante não começa em Janeiro, mas sim em Setembro e, por isso, é nesta altura que, findas as férias, se faz o balanço e se promete que "este ano é que vai ser". Pois que cada ano que vai ser, acaba por não ser e, assim, prefiro não alimentar-me de falsas esperanças. Não vão ser feitas promessas. Não vou jurar a pés juntos que vou a mais teóricas, que vou estudar durante o semestre, que o ginásio vai ser a minha segunda cada a par da natação. Não vou enganar ninguém e muito menos me vou enganar a mim próprio. Por isso, fica aqui registado neste post que este ano é que não vai ser. E até pode ser que seja, porque isto dos planos que se fazem sai sempre tudo ao contrário.

sábado, 11 de setembro de 2010

Do (estranho) 11 de Setembro


Precisamente há nove anos atrás estava eu a montar um puzzle de mil peças da cidade de Nova Iorque, onde no meio da imagem se encontravam as torres gémeas, quando começo a ver as notícias dos atentados. Não, não fiz qualquer tipo de bruxaria, não me venham agora dizer que a culpa afinal é minha. Foi estranho. E o puzzle nunca mais foi montado (até porque já não corresponderia à realidade).

A falsa simpatia (?)

Já todos nós nos deparámos com alguém a reclamar com um qualquer funcionário por qualquer motivo. Ou até já fomos nós os próprios a reclamar. Ora porque a comida tem um cabelo, ora que a consulta estava marcada para as 13h e são 14h e tal e ainda estamos à espera, ora que afinal o sapato não é assim tão bom porque a sola descola-se ao fim de se dar três passos. Enfim, situações em que é indiscutível o facto do cliente ter razão. Pois que quando assisto a uma cena dessas (ou protagonizo uma) tenho sempre a sensação que o simpático do funcionário que vai dizendo três vezes por segundo "peço-lhe imensa desculpa, tem toda a razão, vou já ver o que se passa" está realmente é a pensar "cala-te ó cabrão de merda, não estejas para aí a dar-me cabo da cabeça, vais mas é chatear outro".
Pronto, é só isto. Se sentem o mesmo, partilhem. Nada de se acanharem.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Quando se vai fazer uma ressonância magnética e se pergunta à técnica se há problema de ter lentes de contacto nada seria mais tranquilizante do que ouvir "não as pode guardar? Experimente. Se sentir que elas estão a saltar dos olhos chame-nos que interrompemos o exame". Então está bem, ficamos assim conversados. Quando sentir que os olhos estão a sair do sítio eu aviso, muito obrigado.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Quando se está na paz na discoteca, a curtir o som e a divertir com a malta amiga, e nos dizem "da próxima vez que me tocarem levam todos porrada" das duas uma: ou essa pessoa veio para ali pronta a mostrar os seus dotes de panda do Kong Fu ou então enganou-se no sítio, porque ali é impossível não tocar em alguém.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Vieste mesmo a calhar


Prometo-te mais protecção do que os últimos dois tiveram, Deus os tenha em descanso.

21 anos

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Depois de passar as férias com várias pessoas vim a confirmar o que já era uma opinião minha: o dinheiro não compra tudo como, por exemplo, os amigos. A pessoa pode ter a carteira cheia de notas, ter a conta no banco a abarrotar, pode oferecer mundos e fundos que se for má pessoa, se tiver mau íntimo, se for mal educada, nada disso lhe serve (pelo menos no que me toca a mim). É que pensar-se que se é mais do que outra pessoa só porque é rico, que tem mais direitos que deveres do que os outros, que pode mandar fazer quando nada faz, que pode reclamar porque sim, que pode ser arrogante, está errado. Eu não fui educado assim, não tolero pessoas assim (causam-me urticária) e muito menos lhes acho piada. O dinheiro não paga tudo. Não é proporcional à boa educação e a mim não me cativa para fazer amizades.
Pessoas assim dão-se mal na vida. É assim que gosto de pensar e era assim que devia ser sempre.

sábado, 4 de setembro de 2010

Avante

Será que o Jerónimo de Sousa pensa que a malta vai lá para ouvi-lo discursar?
E segue-se mais um fim de semana fora. Olha que pena!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Questões e ponderações que pairam por esta cabeça

Terá sido feita justiça?

Sendo um crime tão horrendo, repugnante e inaceitável, cinco, seis ou sete anos (ou dezoito) não será pouco tempo para um pedófilo apodrecer na prisão e pensar na porcaria que fez?

A justiça em Portugal funciona mesmo?

E se estão inocentes?

As alegadas vítimas apresentaram-se bastante emocionadas. Não vi um único condenado chorar (eu cá se apanhasse sete anos de prisão iria parecer uma madalena arrependida). Já estariam à espera ou serão mesmo insensíveis ao tema?

A partir de hoje vai-se dar muito mais atenção a uma criança que se queixe de abusos. E ainda bem!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Hoje foi dia de rumar à faculdade para escolher a disciplina de opção. E não é que até me facilitaram a vida? É que à frente do nome de cada disciplina estava o nome do regente da mesma. Uma foi automaticamente excluída, tal é o amor que nutro por aquela p*ta.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Detesto esticar a mão para receber o troco e o empregado colocá-lo no balcão. Não acham uma falta de educação?

Slide & Splash


Foi a minha estreia num parque aquático. Fiquei fã do black hole. Não aconselho a quem tem medo do escuro ou a quem é claustrofóbico.
Para o ano estou lá de novo.