quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Também nos últimos dias têm-me feito uma pergunta tão sem sentido e descabida que dá-me para rir e dar uso à ironia. Espero que estejam preparados para a tamanha estupidez da questão que se segue: então e tu vais para Fortaleza e não tens medo de ir para lá, que é tão perigoso, e que te matem como fizeram aos outros na praia do Futuro? Antes que perguntem, tenho para mim que são pessoas desocupadas e que se preocupam demasiado com a vida alheia esquecendo a sua. Também são um bocadinho pobres de espírito e desconfio que nada devem à inteligência. É que assim à partida o que é que uma coisa tem a ver com a outra? Se há 10 anos os empresários portugueses foram enterrados vivos na praia, então desde aí que ninguém devia ousar viajar para Fortaleza? Será que estas pessoas também pensam que depois do 11 de Setembro deveriam ter cancelado os voos para Nova Iorque para todo o sempre? E que desde os ataques de Anders Breivik que mais ninguém se deveria atrever a explorar as paisagens da Noruega? Estas pessoas preocupam-me. Há gente que parou no tempo e que por mais informação que tenha não consegue evoluir. E por causa disso, sou eu que depois tenho de ouvir barbaridades deste género. Agora vou só ali ponderar durante cinco minutos se devo ir ao café. É que ouvi dizer que há uns dois anos um tal de Zé deu um murro a um gajo e frequentar locais onde já houve confusões, catástrofes e assassinatos é uma cena que a mim não me assiste.

4 comentários:

Fi disse...

Isso é inveja de não irem também ;)

Ísis disse...

ehehehehehehe

Marina Ribeiro disse...

sabes... se guardasses o melhor pra ti, não tinhas que levar com tais cometários. Quem anda à chuva... leva com as pingas.

Diverte-te no Brasil!
ah... e fecha bem a porta de casa, uma vez que já todos sabem que... te vais ausentar... lol...

Johnny disse...

Marina Ribeiro, por eu anunciar o blogue que vim ate' ao Brasil nao significa que ande a dizer a toda a gente, porque a bem ver aqui ningue'm me conhece. Portanto nao vale a pena tanta preocupacao.