Alguém veio parar a este blog com a pesquisa "enganaram-se n'a chave euromilhões". É verdade que não me vim aqui lamentar quando percebi que os 190 milhões de euros não iam directos para a minha conta, mas partilho da opinião: enganaram-se, porque a chave certa devia ter sido a minha. A esta hora estaria eu bem longe daqui. Em Nova Iorque. Ou no Rio de Janeiro. Ou nas Maldivas. Ou em Londres. Ou na Califórnia. Mas continuo aqui, de volta da tese, esse trabalho que nos tira muito tempo de vida.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
A não perder
Nunca liguei muito ao Batman, mas como não perco um filme de um dos meus actores preferidos, o Christian Bale, lá fui eu ao cinema. E ainda bem, porque este é um filme excelente, com interpretações também excelentes de Christian Bale, como seria de esperar, Anne Hathaway, outra grande actriz e das minhas preferidas, e Marion Cotillard. Não percam!
Afinal tenho algumas coisas para contar
É preciso ter-se cuidado quando se fala do negócio que é a farmácia com um quase-farmacêutico que, por sinal, até tem boas noções do que é a ética no trabalho. Portanto, quando se inicia a conversa de "ah e tal se eu fosse dono de uma farmácia punha os farmacêuticos a trabalharem por objectivos" é preciso ter-se argumentos válidos para o que se diz, caso contrário é possível que o quase-farmacêutico arruíne um jantar que tinha tudo para dar certo. É que há gente que não entende que nesses espaços se vende saúde e que, por isso, o bem-estar do próximo estará sempre acima do bem-estar económico do proprietário da farmácia. A minha ética e a de muitos profissionais de saúde é esta e não, não lamento que assim seja.
Por falar em peripécias
Oh pessoas com menos de dois dedos de testa, tomem lá atenção se fazem o favor. Levar máquina fotográfica para uma discoteca com o intuito de tirar fotografias com os amigos, não me parece mal. Mas poucas fotografias, nada de passarem a noite a captar cada momento. Levar a máquina fotográfica e andar com ela na mão à espera de avistar famosos para tirar a bela da foto para espetar no facebook... isso minha gente é que já é ultrapassar, e muito!, a linha do ridículo e a linha do que para mim é tolerável. E sim, eu sou a pessoa que assim que se apercebe que esse momento está prestes a acontecer se afasta para não ter de servir de fotógrafo enquanto vê o famoso ser lambuzado e abraçado pelas fãs. Been there done that. E sai daqui um apelo para que o vencedor da casa dos segredos não volte a frequentar os mesmos espaços nocturnos que eu.
2
Dois anos! Este blog fez dois anos no dia 20 de Junho e eu deixei escapar essa data importantíssima. Mas pronto, tenho desculpa porque Junho foi o mês em que eu não parei. Foi Rock in Rio, foi almoços de família, foram as festas populares da terra, foi muito ginásio, foi Algarve, foi teatro, foi saída à Bica, foram os Santos Populares, foram muitos cafés. Foi o melhor mês deste ano até agora, uma espécie de comemoração destes dois anos de pouca escrita e muitos devaneios sem me ter dado conta. Agora estou de férias, com a tese em modo off, para recuperar energias para o que aí vem. Estamos em plena silly season e além disso eu estou a acostumar-me ao bem que sabe o dolce fare niente, daí este blog estar a modos que pouco movimentado. Pode ser que isto mude, pode ser que hajam peripécias para contar.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Alerta!!!
Portugueses que frequentam a praia da Falésia no Algarve e arredores:
se vos cheirar a canela não pensem que o senhor das bolinhas de Berlim inovou e que agora traz mais coisas. Sou eu. Ou melhor, é o meu bronzeador, que tem um cheiro muito característico e que me deixa a perfumar a praia num raio de 500 metros.
terça-feira, 31 de julho de 2012
"Cala-te só um bocadinho"
Já são dois finais de tarde seguidos que uma família pouco dada à civilização e ao respeito ao próximo se alapa no toldo junto ao meu e decide perturbar o silêncio que um belo final de tarde exige. Eu bem tento dormitar ou seguir com a minha leitura, mas aquela malta prefere que eu participe na conversa, tal são os decibéis acima do tolerável com que me presenteiam. Ainda por cima as conversas são parvas, desprovidas de graça e ainda me dão informações escandalosas, como a mãe da bebé de um ano e pouco, que já não comia há três horas e meia, não perceber porque é que o raio da miúda chorava. E eu começo a ponderar seguir as passadas dessa grande miúda que merece uma estátua erguida no jardim de Belém, por ter pedido ao Toy para se calar um bocadinho. Era engraçado não era?
Passagem d'a máquina de fazer espanhóis
e o amor é para heróis. o amor é para heróis.
com a morte, tudo o que respeita a quem morreu devia ser erradicado, para que aos vivos o fardo não se torne desumano.
sonhar um mundo é correr riscos ainda maiores. é ser-se ambicioso perante o que já é impossível.
vivemos num mundo que despreza as provas e prefere gerir-se pela especulação.
ser religioso é desenvolver uma mariquice no espírito. um medo pelo que não se vê, como ter medo do escuro porque o bicho papão pode estar à espreita para nos puxar os cabelos.
Valter Hugo Mãe
na brilhante obra 'a máquina de fazer espanhóis'
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Esta música não me sai da cabeça #21
Adoro esta música e gosto muito mais da versão do Diogo Piçarra que da original. Se este miúdo não ganha o Ídolos é só a maior injustiça dos últimos 3 anos.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Estou farto da conversa dos vitinicultores
Estou aqui há que tempos a tentar perceber a ligação entre a chuva de granizo que estragou as vinhas do Douro e a responsabilidade do Governo. Assim de repente julgo que uma coisa nada tem a ver com a outra. Mas os vitivinicultores acham que sim, que o Governo desta vez só tem um caminho a seguir: moralmente e sem favores (porque é uma obrigação acudir a todas as calamidades deste país) deve ajudá-los. No fundo o Governo deverá assumir o prejuízo da destruição das vinhas, como se tivesse pago para que chovesse granizo. Como se fosse o responsável por esta partida que São Pedro decidiu pregar aos nortenhos. Isto lembra-me os agricultores alentejanos que aparecem na televisão a reclamar subsídios e ajudas extra sempre que há seca e sempre que chove durante uma semana seguida. No fundo o Estado está cá para fazer face às desgraças causadas pelo tempo, como se chover e fazer sol fossem acções programadas e proclamadas na lei. Se é assim, se se consideram no direito de exigir do Estado ajuda monetária sempre que o negócio não vos corre bem, então penso que o contrário também deve ser feito: ora cada vez que registarem lucros, sempre que o bom tempo permita o crescimento saudável das vinhas e se produza bom e rentável vinho, então, senhores vitivinicultores e afins, venham de lá esses cheques para recompensar o Estado, afinal temos que ser uns para os outros. E não, a conversa de 'ah e tal nós pagamos impostos e por isso podemos fazer estas exigências' não é válida. Assim sempre que o negócio dos meus pais não tivesse movimento lá estariam eles a pedir ajuda para pagar as despesas, que são certas. E sempre que as cheias causassem estragos em todos os electrodomésticos de cafés e restaurantes, os empresários poderiam sentir-se também no direito de exigir uma ida à Worten patrocinada pelos cofres do Estado. Parece-vos justo? A mim também não.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Ted
Quando vi a publicidade a este filme não fiquei convencido. Achei que seria apenas mais um filme com um boneco a viver no mundo real, desprovido de qualquer graça e que não valeria o preço do bilhete. Mas depois os meus amigos que viram o filme disseram-me que está muito bom, que é hilariante, que não se riam assim desde o filme A Ressaca. Bem, lá me arrastei até à sala de cinema com alguma curiosidade e expectativa. Não me ri tanto como n'A Ressaca, duvido que alguma comédia volte a ser tão brilhante, mas ri-me muito. O Ted é simplesmente o maior e merece que as pessoas se desloquem até à sala de cinema para vê-lo, porque arranca-nos umas boas gargalhadas. E, para quem viu, digam-me lá se a cena final não está muito boa? Além de todos os pretextos que já apresentei, falta um que não é menos importante: a Mila Kunis faz parte do elenco e está gira, como sempre!
segunda-feira, 23 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Percebemos que somos boas pessoas
quando decidimos que para a despedida do estágio vamos levar bolos... sem laxante.
domingo, 8 de julho de 2012
Gabriel Garcia Márquez
O autor de um dos livros que mais gostei de ler até hoje perdeu a memória. Vi a notícia ontem à noite e pensei para mim que o mundo ficou um bocadinho mais pobre. Gabriel Garcia Márquez não voltará a escrever e a mim o que me consola é saber que ainda tenho muitas páginas da sua escrita pela frente.
Ah, esteve-se mesmo bem no Algarve
Mas o que me traz aqui é mesmo para perguntar se alguém sabe o que é feito dos avecs? Em dois dias só vi uma família aveciana e isto não se faz, que eu sou pessoa que se diverte com o ridículo. É mesmo preciso esperar por Agosto para ouvir "Stephanie vien ici" seguido de "Jean Pierre vai lá buscar a tua irmã antes que eu lhe arreie duas palmadas no lombo"? Tenho saudades.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Existe gente muito rápida
Aposto que o Miguel Relvas tirou a carta em 5 minutos, depois de ter ido a conduzir até à escola de condução para se inscrever.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Mais uma vez o Sr. Bastonário da Ordem dos Médicos
Eu percebo que este assunto não interessa à grande maioria das pessoas, mas este bastonário consegue irritar-me cada vez que vem a público. Pois que passado um mês das enormes alterações à prescrição de medicamentos e consequentemente às vendas dos mesmos nas farmácias, o senhor José Manuel Silva já pediu auditorias para ver se está tudo a correr bem. Isto porque, imagine-se, as vendas dos genéricos dispararam, mas os mais vendidos não foram os cinco genéricos mais baratos. E o senhor fica muito admirado, porque não vive da venda de medicamentos. Caso fosse proprietário de uma farmácia (e atenção que eu falo assim, mas não tenho nenhuma) já não se comportava desta maneira, a não ser que não tivesse problemas em lucrar uns míseros dois cêntimos com a venda de um genérico, como tão frequentemente acontece. É óbvio que embora tenham havido imensas alterações e que não se possa trocar medicamentos por um mais caro ao que está estipulado na receita, nenhuma farmácia tem interesse em vender genéricos a 89 cêntimos, a não ser que o objectivo seja declarar falência em dois meses. Os portugueses estão com dificuldades, o país está em crise, mas não é com medidas como esta que isto vai andar para a frente. Lamento, mas feliz ou infelizmente a saúde tem um preço. Não se pode continuar a exigir mais reduções nos preços. Os medicamentos já foram estupidamente caros há uns anos atrás, mas todos sabemos que neste momento estão muito mais baratos. E a tendência não pode ser o contínuo decréscimo dos preços. Porque as farmácias não são a Santa Casa da Misericórdia.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
O periquito com gota
À conversa com uma amiga lembrei-me que tenho uma história engraçada para contar, que já se passou há umas semanas, e que vem mesmo em boa altura para contrastar com o post anterior. Pois que estava eu no estágio e a São veio ter comigo a perguntar se eu lhe podia preparar dois medicamentos para uma amiga, porque lhe tinham pedido 50€ na farmácia por 2 míseros mililitros. Ora como disponibilidade é que coisa que não me falta neste estágio, prontifiquei-me logo a fazer os dois medicamentos. A São deu-me a receita para eu saber o que seria suposto fazer. Até aqui tudo normal, não é? Pois, só que a receita era de uma clínica veterinária e foi aí que eu percebi que não ia ajudar a amiga da São, mas sim o seu periquito. Pois que o periquito andava coxo há já algum tempo e os donos pensavam que ele se tinha magoado numa pata. Não deram importância à situação, pensaram que com o tempo o animal voltaria a ter a perninha como nova e que voltaria a levantar voo na sua gaiola, mas a verdade é que melhoras do bicho nem vê-las. Foi, então que decidiram ir ao veterinário, que depois de análises feitas, descobriu que o problema do periquito era... (espero que estejam preparados, pelo menos eu nunca tinha ouvido falar que isto acontecia aos animais) ácido úrico elevado. Ou seja, o periquito coxeava porque tinha gota, sim essa doença que eu julgava ser exclusiva da espécie humana. Ora depois de tomar conhecimento de todo o drama da vida daquele periquito lá fui eu para o laboratório preparar com muito amor e carinho os medicamentos do bicho, não sem antes voltar a olhar para a receita e dar de caras com duas coisas importantíssimas, que passo a citar: "ANIMAL: Ave; NOME: Bento". Claro que toda a situação provocou o riso geral, afinal não é todos os dias que se prepara medicação para um periquito que se chama Bento e que sofre com ácido úrico em excesso. Mas se até aqui já nos tínhamos rido bastante, ainda consegui protagonizar mais um momento de ir às lágrimas. Estava eu muito concentrado na preparação dos medicamentos, quando digo na brincadeira "São, cuidado, porque estamos a preparar os medicamentos para o Bento!" e oiço uma voz vinda do outro lado do laboratório "Não é Bento, o periquito chama-se Kiko. Eles lá na clínica veterinária enganaram-se a escrever.". E sim, antes que perguntem, era a dona do animal, que estava sentada no laboratório, sem eu saber, à espera da cura para o seu periquito manco.
Não tenho estofo para isto
Eu gostava de escrever aqui alguma coisa engraçada, mas o assunto que me traz cá hoje não é nada animador. Nesta parte do meu estágio no hospital, estou no ambulatório (atendimento ao público). Hoje foi lá uma senhora com um aspecto normalíssimo, 50 e tal anos, muito cabisbaixa. Não estranhei, porque as situações que levam os doentes àquele sítio não são as melhores. Pensei para mim que a senhora estaria com um cancro na mama e que daqui a uns tempos já estaria melhor e mais animada. Só que estava redondamente enganado. A receita médica mostrou-me o que eu não esperava: infectada com o VIH. É mesmo assim minha gente, isto não escolhe idade, raça ou credos. Nem aspectos. Já lá apanhei gente muito bem parecida, pessoas por quem eu passaria na rua normalmente, sem me aperceber de nada e pumbas: seropositivos. Portanto, o conselho que vos dou é para se protegerem sempre e para não se iludirem com o aspecto da pessoa, porque uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Mas falava eu da tal senhora... A história dela é bem triste e revoltante. Pois que a senhora não andou no mundo das drogas a partilhar seringas, nem andou aí feita promíscua a ter sexo com desconhecidos. A senhora apenas confiou no marido. Sim, esse grande traste que decidiu ir às "meninas" sem se proteger e que ficou infectado com o vírus e, consequentemente, infectou a mulher. Um grande estúpido que além de trair a mulher ainda lhe "ofereceu" uma doença para o resto da vida. Ora digam-me lá se esse senhor não merecia alguma espécie de tortura chinesa? Ou prisão perpétua? Fico revoltado com estas merdas. E detesto a sensação de impotência perante estas situações.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Do jogo contra os espanhóis
Perder a penaltis é tão justo como decidir o resultado de um jogo lançando a moeda ao ar. Além disso, ir a penaltis implica mais trinta minutos de jogo e uma pessoa gosta de ver a selecção jogar, mas tem mais coisas para tratar. E eu pedi para não nos fazerem sofrer até ao fim, mas isso era dar descanso aos portugueses e poupar-nos dos quatro AVCs do costume. Enfim... daqui a dois anos estaremos na Copa do Mundo e partir de agora o meu apoio vai todo para os italianos, que se existem selecções que merecem perder neste Euro, são a alemã e a espanhola. Só para baixarem a crista, sonsos.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Esta música não me sai da cabeça #20
E aqui está o último sucesso do Brasil. Mais uma música com um refrão sem sentido, mas que fica no ouvido. Ouvi pela primeira vez no sábado à noite e dou comigo durante o dia a cantar isto. É animada, é o que interessa nesta altura.
Só para perceberam o quão interessante está a ser o estágio
Situação: peço para me darem qualquer coisa para fazer, para não estar parado um dia inteiro. Respondem-me que de momento não têm nenhum trabalho que me possam atribuir.
A minha coordenadora vê-me à conversa com outra estagiária e diz-nos: "ao menos podiam fingir que estão a fazer qualquer coisa".
domingo, 24 de junho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Portugal não é a Selecção
Pelos vistos, até ontem, eu devia ser a única pessoa em Portugal que ainda não tinha visto o anúncio da Galp. Sim, aquela publicidade de apoio à selecção em que o Guilherme, um puto de dezassete anos, vai ler uma carta que escreveu à selecção a dizer-lhes que o futuro de Portugal depende deles. Sinceramente isto é estúpido e eu tenho fé que daqui a uns anos o Guilherme tenha outra opinião sobre o assunto. São só umas pessoas a correr atrás de uma bola. Todos nós gostamos de ver e de torcer pela selecção, de nos juntarmos com os amigos numa mesa de café para comemorar as vitórias. Mas Portugal não é a selecção. E é isto que muitos portugueses como o Guilherme ainda têm que perceber. Portugal somos todos nós. Os que já trabalham, os que infelizmente não arranjam trabalho, os que gostam de viver à custa do subsídio de desemprego, as crianças, os idosos, os estudantes. Toda essa gente é que nos representa e que faz com que Portugal se possa destacar em várias áreas que não o futebol, como por exemplo a música, a ciência, a educação, a literatura and so on.
Decidi rescrever a carta do Guilherme num tom mais realista, porque Portugal não é a selecção.
Decidi rescrever a carta do Guilherme num tom mais realista, porque Portugal não é a selecção.
Caros jogadores de Portugal, eu sou o Johnny e tenho um sonho. Talvez já não se lembrem, mas jogar na selecção não é o sonho de todas as pessoas. Correr como vocês correm, marcar golos como vocês marcam não é o objectivo de vida de milhões de pessoas. A maioria dos meus amigos não quer ser como vocês. Mas não pensem que fico triste com isso. Eu preferi ser farmacêutico e gostava de trabalhar em Portugal, mas só fico se valer a pena. E é aí que vocês me entendem - porque estão quase todos emigrados. Para milhões de pessoas Portugal não são vocês, lamento informar-vos. Vocês têm nos pés uma oportunidade de ganhar milhões tal como os nossos políticos o fazem com a corrupção. Têm a possibilidade de mudar em campo o estado de espírito de uma nação nos dias seguintes, de mostrar que jogam bem à bola, e que mesmo em crise continuamos a gastar milhões de euros à vossa custa, mas com todo o gosto. Quando queremos somos os melhores do mundo. Dezassete anos de estudos não se deitam assim para o lixo. Claro que tenho algo a provar, é que há um futuro a defender. Daqui para a frente eu também estarei em jogo. E tenho quase a certeza que serei apenas eu por mim.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Let's look the world a little differently
Gosto de vídeos com uma boa mensagem. É o caso deste, que merece ser partilhado.
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