É que há três dias que não faço nada da vida, mas hoje, especialmente, estou com uma camada de sono que não me aguento. E logo agora que os meus olhos deviam estar a olhar para sebentas. Há algum remédio (pergunta quem anda a estudar Ciências Farmacêuticas) para isto?
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Existe alguma maneira de fazermos com que certas pessoas percebam que estão a ser chatas sem roçarmos o desagradável? É que eu tenho tentado, mas não tem dado resultado. Talvez deva ser mais explícito, mas o meu objectivo não é deixar as pessoas chatas mal. É apenas fazer com que entendam que perguntarem-me o mesmo todos os dias (às vezes mais do que uma vez por dia) não vai fazer com que fiquemos mais amigos ou que eu dê pulos de alegria por falarem comigo em conversas de messenger que, por mim, podiam não existir. Será que há pessoas que não têm dois palmos de testa para entenderem o quão repetitivas (e enfadonhas) se tornam? Porque é que não pensam 2 vezes antes de meter conversa? "Ah espera, se calhar já lhe falei disto ontem e ele até me respondeu. Vale a pena falar do mesmo outra vez?". Quando se interrogarem dessa maneira pensem que a minha resposta é "NÃO, deixa-te estar sossegada, vai mas é ler a revista Maria" ou então "vai mas é trabalhar".
Não quero levantar suspeitas, mas acho que a minha cadela vai ser a sucessora do Paul. É que perguntei-lhe se eu hoje ia ficar em casa a estudar ou se ia à praia e ela optou pela opção “ficar a estudar”. E não é que acertou? Publicitários e especialistas em Marketing não se escondam, estou aberto a negociações e a contratos com muitos zeros.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Viver sozinho? Eis a questão!
Outro dia falávamos de ir viver uns tempos sozinhos. Já depois de ter o curso tirado. Que gostávamos, que devia ser giro ter um tempo e um espaço só para nós, que seria bom podermo-nos sustentar para tudo. No fundo seria como sair de baixo da asa dos pais e fazermo-nos à vida. Mas depois também falámos das pessoas que vão viver sozinhas, mas que são falsas ou pseudo-independentes, como lhes queiram chamar. Aquelas pessoas que têm a sua casa, que não têm que dar justificações a ninguém, mas que depois precisam dos pais para algumas contas (ou para a maioria delas), que precisam da mãe para lavar a roupinha e fazer a comida em tupperwares que durem a semana inteira. Não é que eu seja defensor que a partir do momento que se saia de casa os pais não devem (ou possam) ajudar. Até sou a favor disso, mas com limites. Quero ser eu a pagar as minhas contas, quero ser eu a fazer o meu comer e a resolver os meus problemas ou assuntos, porque nem tudo tem que ser um problema nesta vida. Quero ser independente a 100%, mas sei que isso não vai acontecer tão depressa e a verdade é que não vivo arreliado com isso. Estou bem assim, em casa dos pais. Tenho a liberdade necessária, não me posso queixar. Depois comentámos o facto de chegarmos a casa e de precisarmos de falar com alguém. Porque há coisas para contar ou simplesmente porque não nos apetece passar o tempo inteiro em silêncio. E quando se vive com os pais isso é fácil de acontecer. Mas imaginámo-nos a vivermos sozinhos e todas as noites, chegados do trabalho, a ligarmos uns aos outros para contar o nosso dia ou simplesmente para falarmos sobre nada, só mesmo para não nos sentirmos sozinhos. Chegámos à conclusão que aconteceriam episódios do tipo “Ah estás-me a ligar? Espera lá que já te atendo. Apetece-me tanto ouvir-te relatar o que te aconteceu hoje de tão importante ou ouvir-te falar da tua hora de almoço pelo 100º dia seguido que vou fingir que não ouvi a chamada”.
Se por um lado é giro e até parece aliciante morar uns tempos sozinho, por conta própria e sem ter que me justificar a alguém, por outro lado assusta-me o silêncio, os momentos mortos e a solidão. Mas somos jovens e se não for agora (ou num futuro a modos que próximo) que tenhamos estas experiências quando é que as teremos?
Diz que
estou a uma cadeira de me licenciar. O exame é dia 20. Até lá resta-me enfiar os olhos nas sebentas, estudar com afinco, mas sem nunca dispensar os cafés e as idas ao cinema.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Detesto os casalinhos que vão para o centro comercial pavoniar-se e dar o ar da sua graça para mostrarem ao mundo o quanto estão apaixonados. Não vão lá para comprar nada. Ou melhor, compram. Um gelado para partilharem. E lá andam eles nos corredores de mãos dadas a passo de caracol. E as pessoas que estão ali porque querem realmente comprar alguma coisa têm que levar com estes parasitas que não sabem o que é estar numa esplanada ou num jardim, o que é passear à beira rio ou outra coisa qualquer que permita namorar sem atrapalhar a vida dos consumidores. Nós, adeptos do consumismo (ou não), só queremos que esta gente horrível desapareça dos centros comerciais. Se me estão a ler sigam mesmo o meu conselho, porque não sou eu o único a fazer exercícios de respiração para me acalmar quando vocês impedem o caminho.
A minha namorada tem amnésia
Já vi este filme vezes sem conta e não me canso de ver outra vez. É leve, giro e divertido. A verdade é que ter a Drew Barrymore e o Adam Sandler já é meio caminho andado para o sucesso.
E não houve sesta, mas também não comecei a estudar. E vai ser agora? Não. Agora é hora do lanche. E depois? Depois logo se vê!
E não houve sesta, mas também não comecei a estudar. E vai ser agora? Não. Agora é hora do lanche. E depois? Depois logo se vê!
Segunda-feira
Deve ser o pior dia da semana para me levantar de manhã. Estou a pé à umas horas e ainda não fiz nada da vida. A verdade é que tenho que começar a estudar para recurso e não me apetece. Depois de almoço trato do assunto, a não ser que a vontade de dormir a sesta seja mais forte (temo mesmo que seja).
E o Paul (o polvo dos prognósticos dos jogos do Mundial) com muita pena minha voltou a acertar ao revelar que a Espanha seria a campeã. As poucas pessoas que ainda viam nas previsões da Maya algo de irrefutável, extremamente convicto e verdadeiro deixaram de o fazer há poucas horas. A Maya já passou à história. Agora que venha o Paul dar-nos conselhos que de certeza que já tem uma legião de fãs. Os seus cuidadores que aproveitem o momento, que venham para a rua dizer que afinal Paul é Jesus Cristo na Terra ou que encarna a alma de pessoas famosas qual Linda Reis (a senhora da pomba gira lembra-se? Sim, essa mesmo. Medo) que a malta maluca como é de certeza que vai na cantiga. Bonito bonito era o Paul revelar a chave do euromilhões só a mim, mas até agora ainda não ouviu as minhas preces.
Do Alive
Tenho muita coisa para dizer, mas esquecido como sou metade vai ficar por contar. Mas há coisas que têm mesmo que ficar registadas e, por isso, comecemos pelo melhor. Pearl Jam foi sem dúvida o concerto da noite. Se eu já gostava passei a gostar ainda mais. O Eddie Vedder tem uma grande presença em palco e parece que ele e o resto da banda gostam mesmo de Portugal, porque não foram poucos os elogios ao nosso país e ao público que os assistia. Chegou a dizer que eramos o melhor público de todos. Acredito que sim. É bom que reconheça isso, que as minhas pernas e os meus pés começaram a vacilar a uma hora do concerto acabar e mesmo assim mantive-me ali sem me queixar. E mais 2 horas de concerto tivessem vindo que eu não cedia às dores, porque estava mesmo a ser muito bom. Gostei principalmente de ouvir Black, Just Breath, The Fixer, Alive e Better Man. Só faltou mesmo ouvir a Last Kiss que é das minhas preferidas. Também gostei muito dos Gogol Bordello. Não conhecia, só tinha visto dois vídeos deles no youtube. Tinha curiosidade em vê-los, porque achei piada ao estilo gipsy punk. E ganharam mais um fã. Toda a gente pulou e dançou durante o concerto inteiro e eu não fui excepção. Não houve uma música que não tivesse gostado. Já no final da noite vi (e dancei) um bocado de Boys Noize. Também gostei muito, mas gostei ainda mais de ver as figuras ridículas que algumas pessoas fizeram a dançar. Autênticos tesourinhos deprimentes que nos divertiram com todo o seu carisma e estupidez.
Falando de outras paragens... Estranhei a rapidez com que eramos atendidos na zona das comidas, mas depois constatei que isso aconteceu apenas às 6 da tarde e que à noite a coisa mudou de figura. A esse nível a organização podia ter apostado em algo melhor, porque vamos ali para ver concertos e não para estarmos enfiados em filas. Deveriam haver várias zonas de casa de banho e não apenas uma. Entendam que a malta tem necessidades fisiológicas inadiáveis, mas que quer é ver concertos. É que eramos 45 mil e não 450. Escaparam alguns zeros à organização. Também ficou por explicar porque é que à entrada as tampas das garrafas tinham que ser retiradas se depois quando comprávamos água lá dentro ninguém tirava as tampas. Outra coisa que gostaria mesmo que me explicassem é o nome da banda The Girls, se no fundo é apenas constituída por rapazes. Se o nome era para ter piada devido ao contraste, não teve, lamento informar-vos disso.
Falando de outras paragens... Estranhei a rapidez com que eramos atendidos na zona das comidas, mas depois constatei que isso aconteceu apenas às 6 da tarde e que à noite a coisa mudou de figura. A esse nível a organização podia ter apostado em algo melhor, porque vamos ali para ver concertos e não para estarmos enfiados em filas. Deveriam haver várias zonas de casa de banho e não apenas uma. Entendam que a malta tem necessidades fisiológicas inadiáveis, mas que quer é ver concertos. É que eramos 45 mil e não 450. Escaparam alguns zeros à organização. Também ficou por explicar porque é que à entrada as tampas das garrafas tinham que ser retiradas se depois quando comprávamos água lá dentro ninguém tirava as tampas. Outra coisa que gostaria mesmo que me explicassem é o nome da banda The Girls, se no fundo é apenas constituída por rapazes. Se o nome era para ter piada devido ao contraste, não teve, lamento informar-vos disso.
sábado, 10 de julho de 2010
Diz que vou até
aos Optimus Alive. Vou mais por Pearl Jam, mas tenho curiosidade de ver Gogol Bordello e algumas bandas do palco secundário. Amanhã relato como foi.
Polvo, o adivinho (ou não)
Mas anda tudo maluco a acreditar no que um polvo diz? A Maya e o Professor Fofana que comecem a ter cuidado, que este bicho veio para ocupar o lugar deles. Já que é assim tão esperto, porque é que não tentam que ele adivinhe a chave do euromilhões? Não era mal pensado.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Conflito de gerações
Hoje, durante o almoço, dizia um senhor de geração mais avançada que hoje a sua geração proporciona tudo do bom e do melhor aos filhos, que no tempo deles não era assim, que tinham que ir vergar a mola desde cedo e que não tiveram as oportunidades que agora temos. Tudo isto para rematar com a brilhante conclusão de que os jovens de hoje em dia não sabem o que é a vida. Pois... este assunto sempre me fez um bocado de espécie (e às vezes até me provoca urticária). Eu percebo que tenha sido difícil para a geração dos nossos pais, que se tiveram que fazer à vida mais cedo do que nós, que muitos deles não tiveram a oportunidade de tirar um curso e de andar até aos 20 e tal anos na boa vida. Percebo até que com a nossa idade já sabiam o que era ter responsabilidade a sério. Não se podem queixar, que eu entendo isso tudo. Só não percebo porque é que isso faz com que eles saibam o que é a vida e nós não. É que uma pessoa pensa que sabe qualquer coisinha e vem esta malta deitar-nos os pensamentos e as convicções por terra, dizendo que "ah e tal vocês não sabem o que é a vida". É que ficamos confusos. Senhores, vamos lá a ver se nos entendemos. Eu posso não saber o que é a vida como vocês a descobriram com a minha idade. Não fui jovem nos anos 60, 70 ou 80, desculpem, pronto! Mas vocês também não o foram no século XX. E por isso percebam que as coisas mudaram e que nós não temos culpa que assim tenha sido. E por muito que andem a pregar que a "juventude de hoje está perdida", não se acreditem nisso. Eu pelo menos sei onde estou, não preciso de GPS e até sei para onde quero ir. Tenho objectivos que de certo são diferentes dos vossos quando tinham a minha idade, mas fiquem mesmo descansados porque não ando perdido. Secalhar o problema é que nos dias de hoje a tal juventude demora mais tempo a alcançar a meta. Deixem-se de saudosismos e de negativismos que nós somos o futuro, quer queiram quer não. Não vivam arreliados com isso, porque também já foram o futuro de outrora. Os tempos mudam-se e mudam-se as vontades, lembrem-se sempre disso e não se arreliem com o assunto!
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Percebemos que devemos ir à praia...
quando a primeira coisa que uma amiga nos diz quando nos vê é "ai tás pálido!".
quarta-feira, 7 de julho de 2010
O Robin Hood dos tempos modernos
Como podem ver aqui diz que em Itália um camião que transportava moedas se despistou e foi vê-las cair em plena estrada. Camionistas e transportadores de moedas portugueses ponham os olhos neste Robin dos Bosques italiano. A vida não está fácil, a malta quer viajar e comprar coisas que fazem falta e vocês não são capazes de dar uma ajudinha! Não vos estou a pedir que tenham acidentes todas as semanas, não quero que arrisquem tanto a vidinha. Mas sei lá, podíamos combinar a hora e local do acidente. Prometo que passarei lá à hora marcada, que paro o carro e que sorrateiramente apanharei tudo o que conseguir. Estou a pensar levar uma pá para apanhar uma quantia jeitosa, mas isso são pormenores que depois acertamos, sim? Caso prefiram despistar-se quando estiverem a transportar notas de 500€ eu cá não me importo e aí até podemos acertar uma comissão para vocês. Fico à espera de notícias vossas, disponham sempre e não se acanhem!
terça-feira, 6 de julho de 2010
Vizinhos, voltem para o sítio do costume: longe daqui
Os vizinhos da frente são emigrantes. E podiam sê-lo durante 12 meses seguidos que ninguém se importava e ralava com o assunto, muito menos eu. Recém-chegados e maravilhados com as boas noites que têm estado, decidem passar serões no quintal. E eu a ouvi-los a noite inteira a falar a modos que alto. Anda uma pessoa a arranjar forças vindas não sei de onde para estudar e depois esta malta decide distrair-nos, assim sem mais nem menos. Aos menos que avisassem. Para o ano venham só em Agosto, que é quando eu não estou cá, pode ser?
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Eu sei que cresci, escusam de me avisar tantas vezes
"Estás tão crescido!" deve ser a expressão mais utilizada no que diz respeito a conversas de conveniência. A par das grandes teses e dissertações que se fazem acerca do tempo, aposto que está no top5 das melhores frases para se dizer em encontros de circunstância. Pelo menos é o que acontece comigo. E tenho a certeza que já aconteceu com a grande maioria de nós, o que me deixa menos ralado com o assunto. Na verdade todos nós mais cedo ou mais tarde passamos pela situação, tentando ou não evitá-la e adiá-la o mais possível. Um dia acaba por acontecer e a cena repete-se por várias vezes. As pessoas que nos viram crescer e que depois deixam de o ver durante algum tempo, encontram-nos e, para espanto delas, nós não permanecemos crianças e fizemos o inimaginável: crescemos! Escândalo, surpresa e até alguma emoção são os sentimentos que se geram ali naquele momento. Não para nós, claro. Porque tudo o que sentimos é embaraço, disfarçando com um grande sorriso amarelo e só pensamos "quando é que este momento constrangedor vai acabar?". Na verdade a intenção das pessoas é a melhor, acredito que fiquem felizes por nos ver, mas um "tudo bem?" e um "gostei de te ver" também não ficavam nada mal e seria melhor para nós, que escusávamos de ficar ali sem saber o que dizer e a contorcermo-nos todos em sorrisos. É que reparem que não nos dão novidade nenhuma. Eu sei que cresci, que já fui criança e que agora já não sou. Estranho para mim seria dizerem-me o contrário. Se me dissessem que estou igual, que não mudei nada, que não estou crescido, aí sim eu preocupar-me-ia e pensaria para mim que algo não estaria a correr como seria de esperar. Mas toda esta conversa não é por acaso, asério que não. Só quero que me digam quando é que isto pára de acontecer. É que reparem: eu já tenho quase 21 anos, já tenho altura suficiente, altura essa que se mantém há já algum tempo e que parece estabilizada, sem razões aparentes para aumentar. Não me digam que esta situação vai durar até aos 30 anos, por favor. Se for o caso, prefiro que se mantenham calados. Não estou preparado para mais lotes de sorrisos amarelos do tipo 'eu sei que estou crescido e vou sorrir porque não sei o que dizer'.
Fui só eu que reparei que estavam 40ºC na rua, que não corria vento e que até custava respirar de tão quente que o ar estava? Se isto tiver tendência a subir em Agosto estarão o quê? 50ºC? Senhores da metereologia não nos escondam nada, queremos saber tudo. Não guardem o que sabem só para vocês e não decidam avisar a malta apenas na véspera. Valham-nos os ar condicionados!
domingo, 4 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
É só na minha rua que isto acontece?
Findada a nossa passagem pelo Mundial da África do Sul, eis que tudo sossega. Parece-me que já ninguém se lembra que tem 5 vuvuzelas em casa. Aqui na rua já ninguém põe os beiços no instrumento mais irritante da década e, felizmente, voltei a sentir que moro num sítio sossegado. Não quero fazer muito alarido à volta deste assunto que tanto me anima, que esta malta é bem capaz de encher os pulmões de ar e passar 3 horas seguidas com a vuvuzela na boca só para contrariar a minha felicidade. E eu que tanto preciso de silêncio para me concentrar no estudo. Obrigado vizinhos. Prometo que se continuarem a portar-se bem como nos últimos dias já não executo o plano de vingança que tinha em mente: reproduzir todas as músicas dos Metallica aos altos berros às 3 ou 4 da manhã com todas as janelas abertas, só mesmo para vos mostrar que todos os vizinhos conseguem ser desagradáveis quando querem e que eu não sou excepção. Da minha parte, se a paz continuar a reinar por cá, não haverão retaliações. Amigos como antes!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Todos os anos digo a mesma coisa quando acaba o verão: este ano vou para o ginásio, pelo menos 2 vezes por semana. Digo sempre que isto não pode continuar, que tenho que voltar a ficar em forma, que não posso levar esta vida de sedentário, que o máximo exercício que se faz é passar da cadeira da secretária para o sofá que está a 3 passos. Depois, quando começa o verão reparo sempre que só me aguentei 2 meses no ginásio e que vai ser mais um ano de praia a passear banha. Paciência, temos muita pena, mas é o que se arranja. Mas uma coisa tenha a certeza. Este ano toda esta banha vai torrar mais de 1 mês seguido ou quem sabe mesmo 2 meses! E quando acabar o verão, ruma-se ao ginásio e à natação na esperança de se aguentar todo o ano. Pode ser que sim, já tive menos certezas que isso aconteça.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Eis que quando tudo parece calmo, que nada nos vai surpreender, que estamos com aquela atitude "conta lá a ver se eu me espanto", surgem notícias que, de facto, não me passam impunes. Então diz que a Ryanair quer ocupar os poucos centímetros de espaço sem cadeiras que os aviões têm. Não, não vão acrescentar mobiliário. Vão, sim, vender lugares de pé, qual autocarro da carris em hora de ponta. É verdade, não façam essas caras! Já estou a imaginar a malta a entrar no avião e a mostrar à hospedeira o passe do mês. Pessoas a perguntarem a quem está sentado "é este o 145?", "é este que apanhamos para Londres?". Vai ser bonito. E quando apanharem turbulência durante o voo? Lá caem uns para cima dos outros, mistura-se tudo e depois é o salve-se quem puder, quem tinha lugar sentado agora que fique em pé que também tenho direito! Realmente toda esta inovação será o topo do conforto. Quem nunca sonhou ir 3 horas de pé, mais coisa menos coisa, de Lisboa até Paris? É que se 20 minutos no metro já custam, uma ida daqui até Paris (nem precisa de ser tão longe) é meio caminho andado para se chegar ao destino com, pelo menos, 15 varizes em cada perna. Mas aposto que isto vai ter aderência. Ele há malucos para tudo!
Publicidades originais
Ultimamente têm surgido publicidades geniais. A par desta da Absolut Vodka, a campanha da Sumol e o Be Stupid da Diesel também são muito boas.
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