segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Um filme que não fez parte dos Óscares, mas que podia/deveria ter feito


Até hoje poucos filmes me conseguiram emocionar ao ponto de chorar. A história deste filme é pesada e enquanto o via só pensava em como todo o processo que envolve o cancro deve ser horrível e que não quero nunca passar por uma situação destas. Nem sofrer na pele nem ter (mais) familiares ou amigos atingidos por tal calamidade.

Óscares 2012 - as minhas apostas

Este ano não vi tudo o que havia para ver de nomeados para os Óscares. Por isso as minhas escolhas podiam ser diferentes se não me tivessem escapado filmes como:

Cavalo de Guerra
O Artista
Extremamente Alto e Incrivelmente Perto
A Árvore da Vida
Beginners
Albert Nobbs
Os Homens que Odeiam as Mulheres

Aqui ficam as minhas apostas. Amanhã veremos se tenho futuro como crítico de cinema.


Melhor Filme

Quase de certeza que ganha O Artista, mas eu gostava que fosse este.
Só não aposta no Midnight in Paris porque embora o filme seja muito bom o Owen Wilson deixou muito a desejar.

Melhor Actor Principal

Aqui não arrisco, porque só vi o Moneyball e Os Descendentes.
Só digo que nem o Clooney nem o Brad Pitt merecem, embora não tenham estado mal.

Melhor Actriz Principal

Embora a Viola Davis e a Michelle Williams também tenham estado muito bem.

Melhor Actriz Secundária

Para a Octavia Spencer, claramente.

Melhor Realizador

O Woody Allen é um génio

Podem deixar aqui as vossas apostas e apreciações. As minhas valem o que valem.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O que se ouve na farmácia

Depois de ter ido buscar todas as caixas de medicamentos, diz-me a utente:
Eu levo estes medicamentos, mas traga-me outras caixas porque estas têm energias negativas. 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

That awkward moment when...

... quando vês uma pessoa acenar ao condutor da frente pelo tejadilho do carro enquanto conduz.
O atendimento disponibilizado ao utente (e a um cliente no geral) deveria ser proporcional ao seu grau de simpatia. Se fosse o caso, hoje deveria ter mandado uma senhora à merda.

Há pessoas que simplesmente nos testam para perceber qual o nosso limite. Esquecem-se é que a boa educação consegue, por vezes e especialmente nesses casos, ser ilimitada. 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Um conselho ao irmão da Sara Norte

O melhor é ficares escondido e calado, miúdo. Não vale a pena apareceres nas revistas a dizer que vais limpar o nome da tua irmã. É que não há nada para limpar, a não ser o estômago, a quem transporta consigo 800 gramas de heroína. A tua irmã não é nenhuma ingénua. Não vale a pena dizeres que pediu um kebab na sua inocência e que ingeriu quase um quilo de droga sem se aperceber.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Nos últimos dias vi a Branca de Neve, o Dartacão e as tartarugas ninja. Vi o lobo mau e capuchinhos vermelhos. Vi vários Robin dos Bosques e vi uma enfermeira com uns 2 anos. O Scream apareceu-me à frente mas já não me mete medo, tal como o boneco parvo do Saw. Vi a Lucy e o Djaló (nossa que biolência!) e vi os LMFAO. Vi empregadas atrevidas e vi matumbinas com um cú que pareciam quatro. Vi o pato Donald em versão 2 anos e vi um leão bebé. Também vi um dalmata e vi ciganos e ciganas. Vi palhaços e princesas. Vi chinesas e vi três Jorge Jesus. Vi odaliscas e polícias. Vi lutadores de sumo e vi o Michael Jackson. Vi diabos e vampiros. Vi Jokers e Jack Sparrows. Vi uma catrefada de estrunfes vi deusas gregas. Também me passaram pela frente trolhas e travecas. Vi o Spongebobe e o Hulk. E o homem aranha e o super homem acompanhado da super mulher. E as pessoas (que me) viram um guarda real britânico.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Primeiro foi a Amy Winehouse. Agora a Whitney Houston. Qualquer dia não temos cá as grandes vozes, as que conseguem fazer músicas intemporais.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A culpa não é do sistema

Tenho para mim que o rumo deste país podia começar a seguir um caminho melhor e mais eficaz se a classe trabalhadora não fosse composta por gente resignada. Não precisamos de pessoas a dizer que essa não é a função delas. Que gostariam muito de ajudar, mas que não lhes compete. Chega de gente a desculpar-se, a dizer que o avanço do seu trabalho está dependente do do colega. Não quero mais ouvir que algo fica por tratar porque falta um papel. Quando se quer complicar há-de faltar sempre qualquer coisa. Quando não for o papel é uma assinatura, quando não for a assinatura há-de faltar uma autorização. Basta de "estou só a cumprir ordens". Toda a gente cumpre ordens senhores, mas o que dá mesmo jeito é que se resolvam as coisas. Afinal somos ou não somos conhecidos pela capacidade de dar um jeito (ou um jeitinho)? Temos sempre o discurso tão bem preparado, que onde cabem quatro cabem seis. Para quê complicar? Portugal precisa de trabalhadores práticos. Gente que não complique e que não veja obstáculos onde eles não existam. Temos que ser mais pró-activos, mais dinâmicos. Ter mais disponibilidade e vontade em resolver as coisas. É só isto, não é assim tão complicado. A culpa não é do sistema. A culpa é de quem diz que não é possível antes de tentar, antes de levantar o rabo da cadeira para resolver a situação.
Andei dois dias a pedir o dossier e a identificação de estágio na faculdade. Foram entraves através de entraves. Que era impossível. Faltava ser lançada uma nota. Depois da nota lançada continuava a ser impossível: agora faltava ser emitida uma lista. E eu a exasperar, a ter que ter tudo reunido para começar a estagiar às nove da manhã de segunda. E depois de começar a revelar sinais de desespero, de insistir bastante, de me mostrar disponível para ir pedir a puta da lista, dizem-me "eu vou ver o que posso fazer, mas por especial favor!". E foi assim que, por especialíssimo favor, tive acesso ao que pedi. Porque nem pago propinas e porque quem trabalha numa faculdade não está lá para atender e servir alunos. Puta que pariu!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Já ando para avançar com esta teoria há uns tempos, mas hoje comprovei-a mais uma vez in loco: o hospital de Setúbal tem sempre, todos os dias, mas mesmo todos, ciganos na porta das urgências. Dá ideia que de manhã vão todos para a feira, saudáveis que só eles, é vê-los a vender os relógios da Doce&Cigana e afins, e depois de almoço há sempre um que se queixa com uma dor tãgrande tãgrande e toca de ir entupir as urgências. Não interessa se é apenas um que está doente ou se são dez, que alapam-se todos no recinto. Hoje deviam estar, sem exagero, uns quinze no café e cinco deitados na relva, à espera do desgraçado que estava a sofrer lá dentro. Começo a desconfiar que vão para ali passar as tardes e as noites porque sempre vão conseguindo uma ou outra refeição à borla e, quem sabe, vender qualquer coisa clandestinamente. A sério, parecem lapas. E depois até podiam estar ali, naquele género de figuração, mas estarem calados. O que não acontece, porque discutem uns com os outros, dizem mal dos médicos, enfermeiros e afins, berram de mágoa (ai ele tá tão maliiii). Juro que não gosto de ser racista, mas algumas pessoas levam-me a sê-lo.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

As minhas amizades

Falavam muito pouco dos seus sentimentos mútuos: as frases bonitas e as finezas afectuosas são, provavelmente, desnecessárias entre amigos tão comprovados.

em Um Dia, de David Nicholls

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Não se pode confiar nas cabeleireiras

Hoje, perto de finalizar o corte, pergunta-me a senhora "está bom de tamanho?; está bem assim?" e eu, que sem óculos vejo tudo, mas tudo o que vejo é desfocado, digo-lhe que confio no trabalho nela, que de certeza  que está como pedi. E até não está nada mau. Só não me lembro de pedir uma patilha maior do que a outra.

Sábado foi assim

Fotografias de Frida Kahlo no Museu da Cidade




Pausa para provar os croissants do Careca. Fiquei fã!




É um apartamento aqui sff.

E para rematar a tarde, CCB - Vik Muniz. Adorei. 

Fotografias de vista aérea.

Mona Lisa em compota de morango e em manteiga de amendoim.

A famosa fotografia de Monica Vitti em diamantes.

Tudo isto é lixo. Genial.

Starry night ballance de Van Gogh com tecidos.



Pecinhas de exército.

A bandeira dos EUA feita com camadas de flores e folhas.

Vik Muniz é um génio. Não corram, a exposição acabou domingo.

domingo, 29 de janeiro de 2012

O momento de pagar a conta

Para mim a maneira mais simples e menos constrangedora de se dividir a conta de um jantar com um grupo de amigos é dividir o total pelo número de pessoas. É simples, ninguém fica mais rico nem mais pobre e despacha-se o assunto em três tempos. Isto para mim é o normal e é o que me costuma acontecer. Mas confesso que ontem tremi quando ouvi "eu acho que cada um deve pagar o que comeu". E não, não tremi por ter comido lavagante e o resto ter comido tremoço, mas sim porque não gosto mesmo nada quando isso acontece. Além disso éramos onze pessoas, ONZE! Acabou por se gerar uma ligeira discussão na mesa, pois enquanto uns concordavam com a alma que teve a infeliz ideia de não se manter calada, havia quem achasse que o melhor seria dividir a conta igualmente por todos. Entretanto o volume da conversa foi subindo (e eu cada vez mais a enterrar-me no lugar), e a pessoa que lançou a discussão mantinha-se firme, enquanto os restantes já estavam por tudo. Já tínhamos até feito a conta do total a dividir por todos, mas isso não ia suceder e eu queria acabar com aquele momento o mais rapidamente possível. Como a pessoa que lançou a discussão jantou ao pé de mim, eu, esperto como sempre, sabia muito bem que a pessoa em questão acabaria por pagar mais se cada um pagasse o que consumiu. Assim, pus mãos à obra e calculei o que a dita pessoa teria que pagar, dando um acréscimo de 80 cêntimos em comparação com a conta a dividir por todos. Toda esta situação teria sido escusada, porque cada um acabou por pagar praticamente o mesmo, com diferenças que rondaram 1€. E vocês, contem-me, como fazem quando vão jantar fora. São pacíficos ou gostam de lançar o pânico?

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Foi uma boa tarde

E depois do último exame do curso (assim espero) rendi-me com a vista do Cristo Rei.







domingo, 22 de janeiro de 2012

Menos Luísa que está no Canadá

Sabem bem que não quero que vos falte nada. Por isso deixo-vos aqui a nova pérola publicitária brasileira. É de extrema importância para o assunto saber que a Luísa está no Canadá. E é esta a frase que toda a gente agora diz no Brasil... menos Luísa que está no Canadá.

Sei que a conta do restaurante vai ser mais cara quando...

a ementa está escrita numa mistura de português com uma língua estrangeira.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Há muito que ando para me queixar das lojas que têm a música ao altos berros

Então mas agora uma pessoa vai comprar uma t-shirt e só falta ser barrada à porta porque não está acompanhada ou a ter que pagar consumo mínimo para experimentar umas calças?

do hilariante Bruno Nogueira

Existem pessoas estranhas

E depois existe a cigana que eu vi hoje em plena Douglas a borrifar-se com todos, repito TODOS, os mostradores da secção de mulher. Um mostrador, uma borrifadela, nela e na irmã mais nova/filha.

Ao menos podia ser discreta, como eu, que muito sorrateiramente me abasteci de Black XS da Paco Rabanne. 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Marilyn Monroe

Os Óscares estão quase aí. Eu sei que falta um mês, mas não é assim tanto tempo para que me consiga meter a par de todos os filmes nomeados. Hoje despachei o My Week With Marilyn, que me levou à sala de cinema mais para ver a prestação da Michelle Williams. Interpretar Marilyn Monroe, que foi em tempos a diva do cinema de Hollywood, não é para todas. Não é qualquer mulher que tem a ousadia, por mais experiência que tenha ou por muito sexy que seja. É preciso coragem. E talvez foi isso que faltou à Angelina Jolie, que recusou o convite. Tenho para mim que recusou não pela falta de sensualidade, que a tem toda claramente, mas porque pensou que teria de engordar uns 15 quilos e que isso não era para ela. Mas voltando ao filme. A Michelle Williams está de facto soberba. Conseguiu captar e transmitir a sensualidade da Marilyn, mas também representou na perfeição os seus devaneios e as suas inseguranças.  Está brilhante, mas duvido que leve o Óscar para casa, porque pelo que topei do trailer do filme The Iron Lady, vai ser a Meryl Streep a ganhar pela quarta vez. Mas paciência Michelle, nada de desistir, porque tanto aqui como no Blue Valentine estiveste à altura.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Memória precisa-se

Onde é que anda a minha memória quando eu mais preciso dela? O que é feito daquela capacidade de decorar tudo, palavra a palavra, incluindo vírgulas, que eu tinha nos testes de História? Não tenho saudades desses tempos, mas gostava de ainda ter a capacidade de oscilar entre os 90 e os 100% na classificação. Fazia-me muita falta para amanhã. Tenho imensa coisa para saber (decorar) e dava-me jeito não ter que ir a recurso.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Já falta menos de um mês para iniciar o estágio

E na minha cabeça pairam imensas dúvidas. O que dizer quando me for apresentar? O que é que devo estudar mais a fundo, que dê jeito logo assim na primeira semana de estágio? Estou naquela fase em que me parece que não sei nada, que estou completamente inapto para atender pessoas ao balcão de uma farmácia. Será que vou causar boa impressão? Tenho a sensação que vão haver muitos momentos de pôr-os-pés-pelas-mãos, que vou passar vergonhas, outros que vou adorar e em que vou sentir que quatro anos e meio de estudo valeram a pena e agora fazem todo o sentido. Por um lado estou ansioso por começar, mas por outro tenho medo. Tenho medo de não corresponder às expectativas e que têm de mim e, principalmente, de não corresponder às minhas expectativas. 

Moneyball

Gosto muito de filmes baseados em factos reais. Torna-os mais autênticos. E este não foi excepção. Mas acho que o que mais me surpreendeu foi mesmo a Kerris Dorsey, que faz de filha do Brad Pitt e que arrebata em cada cena que aparece (são poucas). Gostei particularmente da música que cantou. Fica aqui, porque toda a gente devia ouvir.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Esta música não me sai da cabeça #13


E esta é mais uma música que tenho ouvido bastante
E que espero ouvir ao vivo no Optimus Alive.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Paulo Futre Contra-ataca II

Paulo Futre acaba de revelar em directo a Judite de Sousa as restrições sexuais que tinha quando era jogador do Futebol Clube do Porto: "se o jogo era ao domingo, sábado e sexta não havia nada, não havia nada, só fazia amor quatro vezes por semana. Segunda, terça, quarta e quinta. E isto é só um exemplo".

Ainda bem que não continuou a exemplificar, porque os olhos da Judite já estavam a sair da órbita.

Paulo Futre Contra-ataca I

Com a compra da EDP pelos chineses, Paulo Futre alcança o título de visionário, porque previu toda esta situação desde a história do jogador chinês.

E eu pergunto se os verdadeiros visionários não serão os comerciantes locais, que há anos que dizem que as lojas dos chineses vierem para lhes arruinar com o negócio e monopolizar o comércio de rua.
Ontem li uma notícia que dizia que Manuela Ferreira Leite defende que as pessoas a partir dos 70 anos que necessitam de hemodiálise devem pagá-la. Confesso que fiquei indignado com a frieza de tal ideia. Uma posta de pescada lançada por alguém que de certeza não sabe o que é a hemodiálise, ou pelo menos o que implica, e que, em caso de necessidade, terá certamente dinheiro para pagá-la, estando-se a marimbar para o resto da população, que com a crise está cada vez mais nas lonas. Desejei que Manuela Ferreira Leite, que já terá passado a barreira dos 70 anos, se torne rapidamente numa insuficiente renal. Mas não uma insuficiente renal qualquer. Teria de ser grave, para passar a vida ora no hospital em tratamento, ora em casa a descansar e recuperar dos tratamentos. 

Depois da maldição lançada, e graças ao meu espírito curioso, decidi ver a entrevista para constatar com os meus olhos a ideia insensata e estúpida da senhora. E realmente, num primeiro momento, Manuela Ferreira Leite diz mesmo que a partir dos 70 anos quem precisar do tratamento que o deve pagar, pois o Estado não pode continuar a financiar totalmente um sistema de saúde, sob pena da qualidade do mesmo começar a diminuir. Voltei a fazer voodoo mentalmente à senhora, embora concorde com ela na parte em que se estamos na bancarrota não podemos continuar a ter tudo grátis. É triste, é mau, mas é a pura realidade. Se não há dinheiro para tudo, nem tudo pode continuar gratuito. Surgiram-me, então, várias hipóteses para poupar dinheiro e de modo a assegurar a hemodiálise gratuita: cortar nas reformas milionárias de ex-deputados, cessar a comprar de carros para as partições públicas e despedir os motoristas dos nossos representantes (podem muito bem usar o metro e o autocarro para chegarem a São Bento).

Mais à frente durante a conversa, Manuela Ferreira Leite, é confrontada novamente com a mesma conversa, ficando o assunto esclarecido: a senhora defende que a partir dos 70 anos a hemodiálise, um exemplo entre outros tratamentos médicos, deve ser pago, caso o utente tenha possibilidades para tal. Caso isso não se verifique, o Estado suporta o custo. Uma espécie de favorecer os mais necessitados. E isto, é muito diferente do que a imprensa tem publicado.

Este é, infelizmente, um exemplo entre muitos do mau jornalismo que se faz por cá. Um jornalismo parcial, sensacionalista, que toma a parte pelo tudo e que deita areia para os olhos dos portugueses. Um jornalismo, que na verdade de jornalismo tem pouco, e que se limita a promover a discussão desnecessária.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Folheava eu uma revista do social (sim, por vezes permito-me a esses momentos de não-tenho-mais-nada-que-fazer) quando me deparo com algo no mínimo estranho. Uma foto de família, todos em pose, com alguém estranhamente a apertar o pescoço de um bebé.



Como podem ver não estou a exagerar. Mirei novamente a fotografia e pensei que não havia necessidade de enrolar as mãos simulando o estrangulamento à criança. Mas cada um aparece nas revistas como quer ou como pode, talvez o fotógrafo estava com pressa e não deixou repetir o retrato. Decidi prosseguir na minha interessantíssima leitura, viro a página e fico completamente esclarecido em relação à necessidade do aperto do pescoço.


Havia necessidade?