terça-feira, 31 de maio de 2011

Roma

Faltam menos de três dias para me pôr no avião. Dêem-me dicas para visitar a cidade. Alguma pizzaria imperdível? Uma Piazza não muito famosa mas que não pode deixar de ser vista? Contem-me tudo, não me escondam nada.


domingo, 29 de maio de 2011

A injustiça não tarda e não falha, fiquem desde já descansados

Gostava de entender porque é que Marinho Pinto é o bastonário da Ordem dos Advogados. A pessoa que supostamente deve primar por defender sempre a justiça e a razão, é quem desvaloriza e ridiculariza a prisão preventiva do jovem que filmou a brutal cena de pancadaria protagonizada por duas adolescentes de muito baixo nível. Autoridades deste país, não se cansem em sair dos vossos gabinetes para patrulhar as ruas e instaurar a ordem. O nosso bastonário é o primeiro a dar força e alento aos criminosos e foras-da-lei deste Portugal. A sério, não se esforcem. É que mesmo que apanhem um gang em flagrante a dar um enxerto de porrada a uma pobre vítima, mesmo que detenham o assaltante da ourivesaria da esquina, ninguém será preso nem chamado à razão. Afinal, não passaram de uns valentes pontapés e a ourivesaria só ficou sem 2500€ em ouro. Nada de alamirmos.

Uma versão deste programa em Portugal se fazem favor



Divirto-me (quase) sempre com a desgraça alheia ahah

sábado, 28 de maio de 2011

Se alguém souber de técnicas para não sofrer por antecipação é favor partilhar. Evitavam-se, assim, interrupções do sono às 5 da manhã, palpitações e ansiedade.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

O código da estrada mudou e ninguém me avisou? É que quando tirei a carta fiquei com a ideia que até a polícia é obrigada a cumprir os limites de velocidade. Mas nos últimos tempos têm passado por mim vários carros da brigada a abrir. A minha questão é a seguinte: caso um dia eu também esteja com muita pressa e seja apanhado por um radar, os senhores polícias dão-me uma abébia? É que a igualdade de direitos é uma cena muita boa.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Lembro-me como se fosse hoje do dia em que fui operado à apêndice. Estava no consultório de um médico no Hospital Dona Estefânia e, após ter visto as minhas análises, o senhor largou a bomba mais ou menos assim: "então... (silêncio e eu já a tremer)... parece-me que tem que levar aí um corte (e aponta para a minha barriga)". A minha primeira reacção foi olhar para a minha mãe e fazer olhos de gato das botas do Shrek, como que a pedir-lhe para me tirar daquele sítio, para não deixar que aquele senhor levasse a ideia avante. Tentei o mesmo com o médico, mas ele continuava irredutível. Foi nesse momento que desatei num pranto. Tinha 11 anos, tão novinho e já a caminho de uma sala de operações. Não é propriamente o que um pré-adolescente deseja. Não querendo exagerar, devo-me ter sentido a pessoa mais injustiçada do mundo. Só que após a operação percebi que havia problemas bem maiores do que o meu. Fiquei internado na ala pediátrica, onde rapidamente percebi que viviam lá muitas crianças e adolescentes. Não, não pensem que eles viviam ali porque tinham doenças gravíssimas que os impedia de estar em casa. Viviam (e ainda vivem) lá porque a família abandonou-os e aquela passou a ser a casa deles. É uma realidade bastante cruel. Nenhuma criança no mundo se devia sentir rejeitada, muito menos pela própria família, mas é o que infelizmente acontece. É nos profissionais de saúde e nas auxiliares que eles têm todo o amor, é às enfermeiras do serviço que eles chamam de mãe. São crianças com uma necessidade de afecto inimaginável. Apegam-se rapidamente a quem passa naquela serviço. Agarram-se às pernas dos pais de outras crianças e pedem que os levem para casa. Para sempre. Por isso, acredito que qualquer acção que tenha como objectivo ajudar as crianças que estão no hospital (seja durante uns dias e acompanhadas pela família, seja porque vivem lá) deve ser apoiada. Portanto, espreitem esta iniciativa, vale a pena. Uma pequena acção como esta - dar música às crianças - pode fazer a diferença no dia-a-dia delas.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Assim que o The Biggest Loser português foi anunciado nunca meti as expectativas elevadas. Sempre achei que ia ser um falhanço, que iam conseguir estragar o formato e que não seria nada parecido ao americano. Nessa altura devia ter jogado no Euromilhões - foi só mesmo isso que me faltou acertar. A Júlia Pinheiro, ainda que mais contida nos decibéis, continua no seu registo de falar pelos cotovelos e transforma a pesagem numa sessão de terapia de grupo ao melhor estilo Tardes da Júlia. As conversas são tão interessantes e curtas que acredito piamente que o programa tenha efeitos terapêuticos para quem tem insónias. Os treinadores são moles, não puxam muito pelos concorrentes e deixam que eles desistam à mínima dificuldade. Deve ser por isso que a perda de peso rondou 1kg esta semana (isto para os que perderam, porque houve quem conseguisse a proeza de ganhar peso). Muito fraco. De certeza que em casa os concorrentes fariam melhor, mesmo a comer batatas fritas e hamburguers com molhos três vezes por semana.

sábado, 21 de maio de 2011

Não tolero incompetência, desonestidade e chico-espertice. E fico revoltado quando uma só pessoa consegue abarcar tudo isso.

(É que é preciso muita lata para me marcarem um hotel a 19km da cidade que vou visitar, ignorando o facto de ter pedido para o centro da cidade e fingindo que é tudo pertíssimo.)

quinta-feira, 19 de maio de 2011


Se ainda restavam dúvidas que esta mulher faz jus à alcunha de furacão da Bahia ontem deixaram de haver. Foi um concerto memorável. Foram duas horas e meia de festa, a pular e ela sempre com muita energia, aquilo parecia não ter fim. Um concerto desta senhora equivale quase de certeza a três idas ao ginásio.

Pinto da Costa

O tamanho do ego é proporcional à sua corrupção.

domingo, 15 de maio de 2011


Agora que é altura da benção e queima das fitas começo a aperceber-me que já só me falta um ano e que isto passa num instante embora nem sempre pareça. Posso voltar a ser caloiro?

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Estes dias não vão ser fáceis, mas vão ser muito bons

Quinta: jantar de 2 aniversários e Bairro Alto
Sexta: semana académica
Sábado: almoço de benção das fitas de uma amiga e semana académica
Domingo: queima das fitas e jantar da queima de outra amiga
Terça: semana académica
Quarta: concerto da Ivete Sangalo

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Escrever fitas a finalistas não é tarefa fácil. Principalmente quando se tratam de grandes amigos. Fica sempre aquela sensação que faltou dizer qualquer coisa ou que não foi dito como deveria ser.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Professores universitários em geral:

As vossas unidades curriculares são sempre as mais importantes do semestre.

Mas, lamento, não se resumem à minha vida.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Gostava de saber porque é que a Brisa, as Estradas de Portugal e afins insistem em continuar com a Via Verde. É que se foi criada com o propósito de se evitarem filas nas portagens, para que os condutores sigam viagem até ao destino sem fazerem paragens desnecessárias e não abrandarem demasiado a velocidade, a existência dessa funcionalidade já não faz sentido. É que limites de 40 km/h não são compatíveis com a facilidade e rapidez de condução. Só mesmo para mata velhos e carrinhos de mão.

Piada (ou não) do dia

O Bin foi para o outro Laden.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Olha que bom, o Bin Laden morreu. Vamos todos encher as ruas de Nova Iorque e de Washington para comemorar, porque não vão haver retaliações, ninguém vem cá para vingar a morte do mestre. A guerra acabou e reina a paz na Terra. Pois pois... americanos, se me estão a ler, vão apreciando bem as vossas grandes infra-estruturas, tirem fotos à Estátua da Liberdade e comecem a despedir-se do Empire State Building e da Casa Branca. É que cheira-me que daqui a uns meses vão vir charters contra isso tudo.

domingo, 1 de maio de 2011

Peso Pesado - O Comando

Eu juro que tinha uma réstia de esperança. E a coisa até estava a correr bem. Até o comando aparecer. Achei ridícula toda aquela gritaria, tudo muito a soar a falso. Se acham que é com berros, baldes de água fria, gritos nos ouvidos e agressão psicológica que ajudam os concorrentes, que só por acaso já estão bastante fragilizados, então estão num mau caminho. Tanto para o sucesso na perda de peso como para o sucesso das audiências.

Vem aí o Peso Pesado

E eu tenho medo. Muito medo que para não fugir à regra esta adaptação seja fraca, muito fraca. É que eu gosto do programa e se não fosse pedir muito, era porreiro que o mantivessem dentro do padrão da versão americana. Mas só pela má tradução do nome do programa, prevejo-lhe um mau karma. O que será que dirá a Júlia Pinheiro a um concorrente que seja expulso? "Lamento, mas não és o Peso Pesado"? É que se for esta a frase, tenho para mim que os concorrentes lhe respondem "pois não e com todo o gosto, é que já perdi 40kg".

sexta-feira, 29 de abril de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

Não é justo que as boas pessoas tenham azares na vida nem que partam tão cedo. E infelizmente é uma realidade bem presente.

Nos últimos tempos, e principalmente hoje, tenho pensado que a vida é curta e incerta (muito incerta!) demais para fazer de pequenas problemas dramas e para dar importância ao que não vale a pena.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

E chegou hoje ao fim


A melhor série portuguesa de sempre.

domingo, 24 de abril de 2011

Num restaurante

Pedi batatas cozidas. O empregado respondeu que só tinham batatas fritas.

Foi em Espanha que esta situação ridícula sucedeu. Não há dúvida que a hospitalidade não é o forte dos nuestros hermanos.

terça-feira, 19 de abril de 2011



Não gostava eu de conzudir com nevoeiro. Mas hoje descobri que conduzir com direito a trovões e relâmpagos é muito mais desagradável. Se hoje nenhum raio me atingiu o carro então só posso ter muita sorte.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

E eu a pensar que esta semana ia trabalhar literalmente para o bronze

Eu não sou pessoa de me queixar a toda a hora do tempo. Se está a chover durante uma semana ou se está nublado, encolho os ombros. Paciência, não há nada a fazer. Mas foda-se, que já chateia. Então depois de semanas de sol e 30ºC, até no Algarve vai estar a chover até domingo? Depois no dia 25 já há sol com fartura. E, coincidência, é no dia que regresso.

sábado, 16 de abril de 2011

Tenho para mim que os meus avós (e qualquer pessoa da geração deles) vai ter sempre como máxima gordura é formosura. Quando acabei com a vida sedentária em Fevereiro disseram-me que fazia muito bem, que não estava nada mal, mas que podia perder uns quilinhos. Agora, depois de resultado estar à vista já me imploram que pare, que assim já chega, não vá eu ficar escanzelado. Desconfio que associam a elegância à anorexia. Não devo andar muito longe da verdade.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Não gosto quando as pessoas são dramáticas em visitas de hospital. O familiar ou amigo que vão visitar já tem a sua dose de chatices para estar a levar com outra em cima. Já chega estar internado, ter sido operado, não se conseguir mexer muito bem e estar na mesma posição horas a fio sem poder fazer algo de útil. Também já lhe chegam as preocupações do que era para ser feito e teve de ser adiado à força. Não compreendo a atitude choramingas nem as lamúrias. Abomino os 'ai filho o que te aconteceu', 'ai que desgraça', 'ai coitadinho'. Tudo bem, pode ter acontecido algo de grave e é normal que nos preocupemos. Mas não vale a pena estar a bater no ceguinho. Só o facto de irmos visitar a pessoa já demonstra que nos preocupamos e que queremos o seu bem-estar e que gostamos dela. Em vez dos choros e dos ais devemos ter uma atitude positiva. Ir nas calmas, sem cara de enterro e fazer conversa. Podemos falar da operação, do que aconteceu antes, mas acredito que para a pessoa se torne cansativo, porque fala do mesmo a toda a gente. Não faz mal falar de assuntos que nada tenham a ver e, muito importante, mandar umas piadas para animá-la. Acredito mesmo que o sentido de humor é a melhor arma. É mais eficaz,  a pessoa distrai-se e não fica ainda mais ansiosa e preocupada do que já está. A recuperação não vai ser mais rápida e as dores não vão passar só por chorarmos e lamentarmos a situação. Portanto, malta sofredora, nada de exageros nas visitas. Não custa assim tanto.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Prendas originais e diferentes




Fica aqui a sugestão para quem está farto de oferecer relógios, perfumes, t-shirts e jogos para a playstation. Já tinha visto imagens, mas garanto que ao vivo tem outro impacto. Muito louco.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Eu sabia que este dia ia chegar

Tocaram-me à campainha pela milionésima vez para me falarem de Jesus Cristo. Até hoje tenho sido paciente. Demais, até. Dizia que não estava interessado, que já conhecia, que já me tinham falado disso, que ainda a semana passada estiveram cá em casa a pregar. Por vezes até pedia desculpa por não ter tempo e acho que houve uma vez que aceitei ficar com o panfleto. Mas hoje ainda ia a descer as escadas e já pensava para mim que se fossem testemunhas de Jeovás, malta da Igreja Maná, parvinhos da Igreja Jesus Cristo é o Senhor a coisa ia-lhes correr mal. Mal abri a porta vi duas senhoras (com idade para terem juízo) e um miúdo com uns 6 anos. Os três de panfletos na mão. Sem ter tempo de dizer 'boa tarde' ou algo do género a mais velha iniciou logo o discurso. "Ah, vimos aqui para lhe falar em Jesus Cristo e para lhe dar um convite para a celebração da morte de Jesus Cristo". E foi na parte "somos da Igreja..." que eu a deixei de ouvir e lhe interrompi o discurso. Disse-lhes para se manterem fora do muro porque não tinha dado licença para entrarem. É que a distância do muro à porta de casa ainda tem uns metros, mas já estavam quase com os pés no tapete, prontos para entrar e forrar-me a casa com papéis sagrados. E depois tiveram que ouvir até ao fim: que a religião não se apregoa, que cada um acredita no que quer e que não gosto que me andem a impingir crenças. A senhora ainda tentou minimizar o incómodo com um "mas não é para se tornar crente, é apenas um convite para a celebração da morte de Jesus Cristo". E eu expliquei-lhe que não, não era um convite, mas sim falta de educação. Esqueci-me de dizer que também é uma grande lata. Mas essa parte do discurso fica para o próximo que cá vier bater à porta.

domingo, 10 de abril de 2011



A sério que é esta miúda cheia de pinta que deu voz à música irritante do Pingo Doce? Que contraste...
(É que imaginava uma senhora feia, cheia de verrugas e com uma voz irritante tal como a do anúncio)