Tenham um bom fim de semana.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Não é justo que as boas pessoas tenham azares na vida nem que partam tão cedo. E infelizmente é uma realidade bem presente.
Nos últimos tempos, e principalmente hoje, tenho pensado que a vida é curta e incerta (muito incerta!) demais para fazer de pequenas problemas dramas e para dar importância ao que não vale a pena.
Nos últimos tempos, e principalmente hoje, tenho pensado que a vida é curta e incerta (muito incerta!) demais para fazer de pequenas problemas dramas e para dar importância ao que não vale a pena.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Num restaurante
Pedi batatas cozidas. O empregado respondeu que só tinham batatas fritas.
Foi em Espanha que esta situação ridícula sucedeu. Não há dúvida que a hospitalidade não é o forte dos nuestros hermanos.
Foi em Espanha que esta situação ridícula sucedeu. Não há dúvida que a hospitalidade não é o forte dos nuestros hermanos.
terça-feira, 19 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
E eu a pensar que esta semana ia trabalhar literalmente para o bronze
Eu não sou pessoa de me queixar a toda a hora do tempo. Se está a chover durante uma semana ou se está nublado, encolho os ombros. Paciência, não há nada a fazer. Mas foda-se, que já chateia. Então depois de semanas de sol e 30ºC, até no Algarve vai estar a chover até domingo? Depois no dia 25 já há sol com fartura. E, coincidência, é no dia que regresso.
sábado, 16 de abril de 2011
Tenho para mim que os meus avós (e qualquer pessoa da geração deles) vai ter sempre como máxima gordura é formosura. Quando acabei com a vida sedentária em Fevereiro disseram-me que fazia muito bem, que não estava nada mal, mas que podia perder uns quilinhos. Agora, depois de resultado estar à vista já me imploram que pare, que assim já chega, não vá eu ficar escanzelado. Desconfio que associam a elegância à anorexia. Não devo andar muito longe da verdade.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Não gosto quando as pessoas são dramáticas em visitas de hospital. O familiar ou amigo que vão visitar já tem a sua dose de chatices para estar a levar com outra em cima. Já chega estar internado, ter sido operado, não se conseguir mexer muito bem e estar na mesma posição horas a fio sem poder fazer algo de útil. Também já lhe chegam as preocupações do que era para ser feito e teve de ser adiado à força. Não compreendo a atitude choramingas nem as lamúrias. Abomino os 'ai filho o que te aconteceu', 'ai que desgraça', 'ai coitadinho'. Tudo bem, pode ter acontecido algo de grave e é normal que nos preocupemos. Mas não vale a pena estar a bater no ceguinho. Só o facto de irmos visitar a pessoa já demonstra que nos preocupamos e que queremos o seu bem-estar e que gostamos dela. Em vez dos choros e dos ais devemos ter uma atitude positiva. Ir nas calmas, sem cara de enterro e fazer conversa. Podemos falar da operação, do que aconteceu antes, mas acredito que para a pessoa se torne cansativo, porque fala do mesmo a toda a gente. Não faz mal falar de assuntos que nada tenham a ver e, muito importante, mandar umas piadas para animá-la. Acredito mesmo que o sentido de humor é a melhor arma. É mais eficaz, a pessoa distrai-se e não fica ainda mais ansiosa e preocupada do que já está. A recuperação não vai ser mais rápida e as dores não vão passar só por chorarmos e lamentarmos a situação. Portanto, malta sofredora, nada de exageros nas visitas. Não custa assim tanto.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Prendas originais e diferentes
Fica aqui a sugestão para quem está farto de oferecer relógios, perfumes, t-shirts e jogos para a playstation. Já tinha visto imagens, mas garanto que ao vivo tem outro impacto. Muito louco.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Eu sabia que este dia ia chegar
Tocaram-me à campainha pela milionésima vez para me falarem de Jesus Cristo. Até hoje tenho sido paciente. Demais, até. Dizia que não estava interessado, que já conhecia, que já me tinham falado disso, que ainda a semana passada estiveram cá em casa a pregar. Por vezes até pedia desculpa por não ter tempo e acho que houve uma vez que aceitei ficar com o panfleto. Mas hoje ainda ia a descer as escadas e já pensava para mim que se fossem testemunhas de Jeovás, malta da Igreja Maná, parvinhos da Igreja Jesus Cristo é o Senhor a coisa ia-lhes correr mal. Mal abri a porta vi duas senhoras (com idade para terem juízo) e um miúdo com uns 6 anos. Os três de panfletos na mão. Sem ter tempo de dizer 'boa tarde' ou algo do género a mais velha iniciou logo o discurso. "Ah, vimos aqui para lhe falar em Jesus Cristo e para lhe dar um convite para a celebração da morte de Jesus Cristo". E foi na parte "somos da Igreja..." que eu a deixei de ouvir e lhe interrompi o discurso. Disse-lhes para se manterem fora do muro porque não tinha dado licença para entrarem. É que a distância do muro à porta de casa ainda tem uns metros, mas já estavam quase com os pés no tapete, prontos para entrar e forrar-me a casa com papéis sagrados. E depois tiveram que ouvir até ao fim: que a religião não se apregoa, que cada um acredita no que quer e que não gosto que me andem a impingir crenças. A senhora ainda tentou minimizar o incómodo com um "mas não é para se tornar crente, é apenas um convite para a celebração da morte de Jesus Cristo". E eu expliquei-lhe que não, não era um convite, mas sim falta de educação. Esqueci-me de dizer que também é uma grande lata. Mas essa parte do discurso fica para o próximo que cá vier bater à porta.
domingo, 10 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
Costa algarvia
Do Carvoeiro a Santa Eulália.
Está-se bem no Algarve. E o tempo já pede uma ida à praia.
Está-se bem no Algarve. E o tempo já pede uma ida à praia.
Então bom fim de semana para todos.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Está decidido
Nas próximas eleições só voto num candidato se prometer acabar com as filas de trânsito na A2. É que já chateiam.
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
A prova de como há professores da idade da pedra
Dizer aos alunos numa aula "para aqueles que hoje em dia já usam a internet...".
Oh senhor, se não fosse a internet ainda estava a fazer as cadeiras de 1º ano.
Oh senhor, se não fosse a internet ainda estava a fazer as cadeiras de 1º ano.
sábado, 26 de março de 2011
Após dois dias de congresso da Associação Nacional das Farmácias, o balanço não podia ser mais positivo. Pelo menos o meu. Houve de facto bons palestrantes e moderadores que falaram do que realmente importa. Do que realmente incomoda e preocupa a classe farmacêutica portuguesa - o seu futuro e a sua sustentabilidade. Tal como se disse durante o congresso, a indústria farmacêutica não pode ser a única a pagar a crise. Desde 2005 que assistimos a cortes atrás de cortes por parte do Estado. O utente vê cada vez menos direitos serem-lhe atribuídos, que são espelhados pelas constantes reduções nas comparticipações. Chegou-se a um ponto lastimável e preocupante, em que nas farmácias as pessoas optam por comprar apenas parte dos medicamentos que necessitam, pois de um lado da balança está a comida na mesa e do outro os fármacos que têm de tomar. Portanto, já é mais do que tempo para os senhores que estão no poder arregaçarem as mangas e arranjarem soluções para ultrapassar o problema. Porque se numa sociedade a saúde começa a deixar de ser um direito para qualquer cidadão, não andamos para a frente. Se não há garantia de anos de vida ganhos, o país não produz riqueza - é esta a grande entrave ao desenvolvimento dos países de terceiro mundo. Como é que é possível estarmos ainda a anos luz de implementar um sistema semelhante ao do Reino Unido ou ao da Finlândia, onde o Estado é o grande pilar da sustentabilidade das farmácias? Somos o quarto país da Europa cujas famílias são as que mais gastam do seu próprio bolso na farmácia. E a pergunta que se faz é: para quê tantos impostos se o cidadão não vê retorno no aperto do cinto? João Silveira, vice-presidente da Associação Nacional das Fármacias afirmou que trabalhar nas farmácias virou um Inferno. É triste ver uma classe tão nobre desmoralizada e aflita com esta condição decadente. É tempo dos governantes deste país aceitarem a ala farmacêutica como parte integrante do sistema nacional de saúde. Se não fossemos essenciais, não valeria a pena existirem quase 3000 farmácias espalhadas pelo país - bastava as caixas dos medicamentos serem enfiadas nas prateleiras dos supermercados.
Nós portugueses podemos ter muitos defeitos, mas somos mesmo bons a adaptarmo-nos às situações. Ora acompanhem o meu raciocínio. A comunidade científica elegeu o inglês como a sua língua oficial, uma vez que é a língua estrangeira mais facilmente dominada por muitos povos. Agora pensem no que acontece quando um português vai discursar a um congresso no estrangeiro. Vai falar português? Só naquela de poder dizer o que lhe apetecer, porque tanto faz - o público vai perceber o mesmo: zero. Claro que vai antes falar em inglês de modo a conseguir passar a sua mensagem a um grande número de pessoas. Trata-se essencialmente de respeito e bom senso. Mas os franceses e os suiços devem achar-se melhor do que os outros e estão-se a cagar se os percebem ou não. Devem ter esperança que o francês se torne na próxima língua universal e insistem em não abdicar da sua língua materna em prol do inglês. Uma atitude que só revela arrogância e desrespeito por quem vai ali para os ouvir. Foi o que aconteceu ontem no 10º Congresso da Associação Nacional das Farmácias. Reparava-se a léguas que grande parte das pessoas não estava a entender um terço do que os palestrantes estavam a dizer. Eu incluído, claro. Por isso, gente da minha terra, proponho-vos o seguinte: da próxima vez que forem lá fora apresentar alguma coisa aos franceses e aos suiços nada de lhes facilitarem a vida. Falem em português com um ar "vocês são todos tão inteligentes que me percebem tão bem. Pudera! O português é facílimo de entender". E nada de fazer os slides em francês ou inglês. Optem sempre pelo português. Só para esses chicos espertos perceberem que é muito agradável ouvirmos alguém falar durante meia hora e não entendermos rigorosamente nada.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Agora que o curso se vai aproximando do fim (num curso de cinco anos, o quarto ano já funciona como um estágio de pré-despedida), estou mais sensibilizado para tudo o que é congressos. Daqui a um ano e pouco já vou andar a enviar currículos por este país fora e não me apetece ter o dito cujo quase em branco. A mim parece-me que umas quantas referências a comparências em congressos e palestras são pontos a favor. Mostram interesse e ajudam a ocupar o tão pequeno currículo. Mas será que ligam alguma coisa a isto? É que se for coisa a que não dêem grande importância avisem-me. É que tempo é dinheiro (e horas de sono a mais).
quinta-feira, 24 de março de 2011
Às vezes pergunto-me se não deveria ter mais interesse por política. Não que seja preciso tornar-me um especialista no assunto, não é disso que se trata. Mas porque não inteirar-me mais da realidade? É que é um tema importante que todos os dias, de uma maneira ou de outra, é abordado em jornais e na televisão e, quer queiramos quer não, será sempre o sistema adoptado para governar o país. Às vezes vejo os comentários do Professor Marcelo Rebelo de Sousa ou sintonizo nos Prós e Contras e sinto-me um burro a olhar para um palácio. Consigo entender o mínimo dos mínimos, mas foge-me sempre a conduta de pensamento envolvida na questão. Acho que a única vez que me interessei realmente pelo assunto foi quando tentei perceber em que consistiam as tão faladas Direita e Esquerda. Fiquei com a ideia que a malta de direita é toda a favor dos ricos e que a esquerda defende a igualdade de direitos, mesmo que para isso os ricos tenham que contribuir mais que os pobres. Ou seja, sei o básico dos básicos. Portanto se houver um leitor iluminado e que perceba do assunto, a caixa de comentários está aberta, sou todo ouvidos.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Andei desde domingo a dizer para mim "amanhã vou ao ginásio". Mas segunda a desculpa foi o sono e a falta de companhia. Terça foi a preguiça e a falta de companhia. E hoje foi ter saído da faculdade às 18:30h. Mas a caminho de casa decidi ir, porque já andava a falhar promessas a mais. E fiz bem. Cada vez que vou, mesmo que de início seja contrariado, saio de lá sempre a pensar que foi a melhor escolha. Ninguém disse que a auto-motivação é fácil, mas não é impossível. Fica aqui o incentivo para a malta que arranja desculpas, por mais estapafurdias que elas sejam.
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Vídeos com muita graça - top10
Tenho um trabalho por acabar. Mas entre acabá-lo agora ou deixá-lo pendente por umas horas, sem dúvida que a segunda opção me parece umas mil vezes melhor. Vai daí, decidi dedicar este tempo de laser à parvoíce, assunto no qual já tenho um mestrado e três pós-graduações, e fazer uma compilação dos melhores vídeos cheios de piada que andam por aí no youtube. Uma autêntica bíblia da boa-disposição. Assim os leitores escusam de andar aflitos à procura daquele vídeo muito giro e que faz rir até ás lágrimas. Está tudo aqui. É ver para levantar o ânimo (e para perceber que há gente que não tem mesmo noção do ridículo).
1. Bomitar monelhos de cavelo
Aqui está um vidente e praticante de exorcismos que troca os b's pelos v's e que garante a pés juntos que já teve pessoas à sua frente a bomitarem-lhe monelhos de cavelo. Subentende-se claramente neste vídeo que entrar pelo mundo do demo não é bom para ninguém, a não ser que o objectivo seja a alucinação, a descoordenação da fala e a ridicularização pública.
2. Humidade
Apresento-vos a dona Laura, uma senhora que em 37 segundos de conversa consegue dizer humidade 10 vezes - é detentora do recorde mundial. Este vídeo destaca também uma jornalista que nada teme em fazer basicamente a mesma pergunta com algumas variações, obtendo sempre a mesma resposta. Certamente que se rege pelo rigor profissional. Nada de deixar margem para dúvidas. Se bem que a dona Laura avisa logo no início "é só, também a gente não pode dizer mais do que é, é só a humidade".
3. Tou cheio de te oubir
O famoso tou cheio de te oubir. E um especial destaque para a avó que, de uma forma bastante esclaredora, diz "nada desta bida... sabes o que é nada desta bida? é nada desta bida"
4. Na Casa do Toy
Se há um top dos programas mais deprimentes e ridículos de sempre da televisão portuguesa, meto as minhas mãos no fogo que Na Casa do Toy está em primeiro lugar com vários pontos de avanço. Não consigo escolher o melhor momento deste vídeo (são mesmo muitos). Além de um excelente cantor (calma... o Toy pagou-me 10 mil euros para escrever isto), Toy é também um condutor exímio. Dá-nos conselhos tão úteis como, por exemplo, conduzir sempre sem mãos (mãos no volante é para meninos e atrapalha) utilizando somente os joelhos, sendo que para o efeito o condutor deve precarver-se e vestir calças bem aderentes. Se me permitem, quero aqui propôr a elaboração de uma petição em honra da menina que lhe disse "cala-te só um bocadinho". Então não acham que aquela criança deveria ter sido logo na hora nomeada Cavaleira da Ordem do Bom Senso pelo Presidente da República? Se há causas nas quais eu acredito, essa é uma delas. Passemos ao seguinte.
5. Poster Imperactivo
Eu não gosto de gozar (muito) com a desgraça alheia e com pessoas pocachinas, mas parece-me que este miúdo imperactivo é mais chico esperto do que outra coisa. E parvo, se me permitem a ousadia. E por isso este vídeo merece estar nesta muy nobre lista. Na sequência dos poster's tagus, aconselho também a visualização do poster poderosa.
6. Cheio de merda
O título diz tudo. Mas dito com sotaque das ilhas tem piada. É ver.
7. Lingerie
Para aguçar a curiosidade, vou apenas citar um sentido poema que este ilustre senhor proclamou ali na hora:
Lingerie é a mulher que eu mais vi
É a mulher que sorri...
A fazer xixi!
8. Olhos abioes lá trás
Um clássico... Buenos dias Matosinhos. Um destaque para a senhora que o alerta "Óh Tiago! Nós aqui com conversas delicadas e tu aí a filmar". Realmente uma pessoa quando quer ter uma conversa delicada espera pelo dia em que vai para a praia apanhar sol.
9. Apanhados TVI
Eis um vídeo com 6 minutos e 11 segundos que nos revela que há pessoas que não se apercebem do quão cómicas e engraçadas conseguem ser. Um verdadeiro altar das melhores frases de sempre dos apanhados: "olhei para ela e depois gostei e disse 'vou-te comer' e comi!" e "isto é um pé-de-mónio" (pandemónio). Muito bom.
10. Patite V
Este vídeo é dos meus preferidos, já aqui falei dele. O gesto e a cara que esta senhora faz quando diz "mediatamente" é simplesmente hilariante. Uma humorista nata subaproveitada.
Seu eu mandasse neste país, nunca jamais em tempo algum uma pessoa seria obrigada a levantar-se às 6.30h depois de um fim de semana a fazer ronha até às 10h-11h. É contraproducente, faz mal à saúde e é logo uma premissa de que a semana não vai correr bem devido ao sono em atraso e acumulado de dia para dia. "Ah mas se assim fosse o país não andava para a frente". E qual é a diferença, digam-me lá? Já que o país não sai da cepa torta, pelo menos a malta não tinha que ir trabalhar tão cedo ou ter AULAS SECANTES ÀS 8 DA MANHÃ. "Então e porque é que não te deitas em vez de estar para aqui a reclamar?" Porque levantei-me tarde, logo não tenho cedo.
domingo, 20 de março de 2011
Do rigor da ciência
Não conheço forma de escrita mais rigorosa e inequívoca do que aquela que é utilizada em artigos ou trabalhos científicos. Contrariamente a um romance, a um policial ou a um livro de aventuras em que Adelaide pode ser referida de mil e uma maneiras, num teor deste género não há como sair da linha de pensamento. Se no trabalho em questão falo, por exemplo, da histamina, a meio do texto, cansado de escrever 'a histamina', não posso de repente substituí-la por ela, a histaminazinha, aquela que citei na frase anterior, a molécula biológica em questão, ou mais grave ainda, chamar-lhe a coisinha. Torna-se, de facto, repetitivo. Mas não há outra maneira. Ainda não devo ter chegado a meio do trabalho e já evito escrever o nome, mas quando fica pronto e volto a ler tudo, só assim é que faz sentido. Só assim é que se atinge o rigor exigido. É assim a ciência: quanto menos margem para dúvidas houver melhor. Pode ser chato, mas eu gosto desta objectividade.
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