domingo, 20 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Caderneta de Cromos*
Recentemente a minha rotina matinal e monótona, que passa por acordar depois da hora, tomar banho, vestir-me, lavar os dentes, colocar as lentes de contacto à pressa e levar o pequeno-almoço e as sebentas para o carro, para me pôr a caminho da faculdade, teve uma pequena alteração. Farto das rádios que passam música house às 8 da manhã, qual festa de after-hours para ressacados e pessoal da pesada, e sem paciência para as baladas da RFM e para notícias que não interessam nem ao menino Jesus (e muito menos a pessoas ensonadas), eis que as minhas manhãs no trânsito da A2 ganharam um novo alento. A Caderneta de Cromos da rádio comercial. Quando o horário universitário assim o permite, lá estou eu dentro do carro, já estacionado ou ainda algures numa fila, sintonizado na 97.4 a ouvir essa delirante rúbrica assinada por Nuno Markl, esse génio do humor português. Mesmo tendo nascido no fim dos loucos anos 80, ainda me recordo de muitas das histórias que são contadas. E quando não me recordo (há realmente coisas que não são do meu tempo) farto-me de rir à mesma. De certeza que já fui dado como maluco no trânsito. "Olha-me aquele a rir-se que nem um perdido sozinho no carro". Mas não me importo. A verdade é que aqueles quinze minutos conseguem elevar-me a boa-disposição logo pela manhã e, por isso, chego às aulas animado, coisa que às 9h não é de todo fácil.
Do que eu tenho pena é de não ter prestado atenção mais cedo a esta rúbrica. Vai daí, tive que comprar o livro. E posso garantir-vos que vale mesmo a pena. Ainda não li muita coisa, mas adivinha-se um serão engraçado e cheio de gargalhadas proporcionadas por frases como, passo a citar, mascar uma pastilha Pirata era fazer aeróbica com o queixo.
Quem não tem oportunidade de ouvir a rúbrica em directo, pode ser fazê-lo depois através do site da rádio comercial.
Do que eu tenho pena é de não ter prestado atenção mais cedo a esta rúbrica. Vai daí, tive que comprar o livro. E posso garantir-vos que vale mesmo a pena. Ainda não li muita coisa, mas adivinha-se um serão engraçado e cheio de gargalhadas proporcionadas por frases como, passo a citar, mascar uma pastilha Pirata era fazer aeróbica com o queixo.
Quem não tem oportunidade de ouvir a rúbrica em directo, pode ser fazê-lo depois através do site da rádio comercial.
* Ou como começar o dia a rir
quinta-feira, 17 de março de 2011
Frequentar um ginásio pode tornar-se numa experiência algo perturbadora. Vai para lá uma pessoa recém ex-sedentária (eu) dar o litro, com todo o afinco e determinação possível para ser alvo de olhares reprovadores de quem faz daquilo casa. Já não se podem fazer caminhadas antes de iniciar a corrida, não se pode fazer remos sem chegar ao limite máximo que a máquina aguenta e muito menos se pode pedalar como se o mundo não fosse acabar passados cinco minutos. É que há sempre aquela malta que tem na mania que os anos de ginásio lhes conferiram um certo estatuto de personal treiners (ou apenas estatuto de sabichões) que passa a vida a mirar-nos de longe disfarçadamente (disfarçam mal, só para avisar) com um ar entre o enojado e o 'que fraquinho, assim não te safas'. Então e meterem-se nas vossas vidas? E irem puxar ferros de 200 kg em vez de andarem armados em inspectores? Vá... desamparem-me a loja e agarrem-se aos halteres e aos esteróides. Não vale a pena pressionarem-me com olhares recriminadores, isso não me demove nem potencia a minha resistência e perda de peso.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Alerta
A partir de agora não se aceitam concorrentes com cultura geral para o Quem Quer Ser Milionário. Quem apresentar QI acima dos 60 é imediatamente rejeitado.
Governantes deste país
Já que reduziram o IVA do golfe não se importam de aplicar a medida aos ginásios e aos desportos em geral? É que a minha mensalidade aumentou 5€.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Este país não é para doentes
Tenho para mim, e não devo estar longe da verdade, que este país não é para doentes. Abro, no entanto, uma excepção para aquela malta que faz da sala de espera das urgências a sua casa. Ele há gostos para tudo e não desconfiem do que estou para aqui a dizer. Há mesmo gente maluca, ou que não tem nada que fazer, que vê no hospital um bom sítio para passar uma tarde com pretextos tão bons como "tive uma dor de cabeça que durou uns cinco segundos e isto de certeza que não é coisa boa... hoje uma dor de cabeça, amanhã um tumor". Mas como dizia eu, e bem, em Portugal não nos podemos dar ao luxo de ficar doentes. Ora uma pessoa tem uma angina de peito, chega ao hospital com a tensão arterial toda desregulada, o batimento cardíaco em altas e espera cinco horas para ser assistida por um cardiologista? Não quero ser desanimador nem quero encorajar alguém a prescindir do serviço nacional de saúde, mas esperar cinco horas por um cardiologista quando se está a um passo do enfarte é praticamente o mesmo de nos dizerem na recepção "tenho muita pena, mas você de hoje não passa, o melhor é ir aproveitar as últimas horas de vida num sítio mais agradável".
Talvez esteja na hora de acabar com as licenças de construcção de novos centros comerciais e de pensar que o que falta no país são auto-estradas. Se calhar investia-se mais na saúde. O que é que me dizem? É que uma pessoa já não pode estar descansada quando está doente!
Talvez esteja na hora de acabar com as licenças de construcção de novos centros comerciais e de pensar que o que falta no país são auto-estradas. Se calhar investia-se mais na saúde. O que é que me dizem? É que uma pessoa já não pode estar descansada quando está doente!
E só agora é que se revoltam com os vencedores do Festival da Canção?
Estou disponível para dar mais exemplos. Mas penso que este chega.
sábado, 5 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Meus amigos, deixem-me que vos diga que ter um professor rebarbado pelas alunas não é fácil. Nós, homens, ou rapazes, como preferirem, ficamos sempre em desvantagem. A elas basta-lhes a presença no auditório para levarem um avanço de 4 valores. Para além disso, somam-se mais 5 valores àquelas que não têm pudores de levar decotes enormes e push-ups. E nós? Será que o professor nos dá algum crédito e nos sobe a nota por convencermos a colega de grupo a ir de mini-saia no dia da apresentação? Fica a dúvida e o lamento. E o pedido para contratarem uma professora rebarbada pelos rapazes. Só para equilibrar a coisa.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Óscares
Ganhou o Christian Bale, tal como eu queria. Bem merecido. Para mim se não fosse a Melissa Leo ganhava a Hailee Steinfelde que com os seus catorze anos esteve brilhante no Indomável. Valeu a pena ficar acordado durante a primeira parte só para assistir ao discurso da Melissa Leo que terá sido dos mais expontâneos de sempre. Desculpem-me, mas não acho que seja desrepeito pela Academia largar um foda-se no discurso. A mulher tinha acabado de ganhar um Óscar, nesse momento tinha direito a tudo. O Óscar para melhor actriz também não me desiludiu. Se não fosse agora que a Natalie Portman ganhasse, com que papel conseguiria? Já o Óscar para melhor actor não me aqueceu. Para mim teria sido o James Franco ou o Jeff Bridges, se bem que sou suspeito, visto que esse senhor é dos meus actores preferidos. E era escusado o melhor filme ser o Discurso do Rei. Tudo bem que a interpretação do Colin Firth está excelente e que a da Helena Bonham Carter não fica atrás, mas a história resume-se a um rei que era gago e por isso tinha dificuldades em falar para o seu povo. Boring. O Inception é muito melhor, tanto ao nível do argumento como do elenco, com Leonardo Dicaprio a destacar-se. Ainda estou à espera que me expliquem porque é que este senhor ainda não ganhou um Óscar, depois de filmes atrás de filmes sem desapontar. Por último, um destaque para a melhor banda sonora que foi atribuida à Rede Social. Totalmente de acordo. E pronto, para o ano há mais.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Dos Óscares
A pouco mais de duas horas de começar a cerimónia já despachei o The Kids Are All Right. Gostei, é giro, mas há melhores para levarem o Óscar de melhor filme. E duvido que a Annette Bening seja galardoada. Para mim quem leva o prémio de melhor actriz principal é a Natalie Portman.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Quem Quer Ser Milionário ou como já deixavam de escolher a dedo os concorrentes
Qual é a parte de 'ter cultura geral' que os concorrentes do Quem Quer Ser Milionário ainda não perceberam? Vão ali para quê se o QI é equivalente ao de uma minhoca? É que podem achar que dizer que é dos nervos fica bem na fotografia, mas enganam-se. Não é dos nervos não saber em que ano a República foi instaurada, é apenas ignorância.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Contém lá a verdade
Há algum código secreto que estipule que nos filmes nacionais tenha de haver sempre duas componentes a incluir, vulgo, cenas de nudez e palavrões? Vá, deixem-se lá de tretas, acabem com o mistério e desbronquem-se aqui e agora. Assinaram um contrato e agora têm que cumpri-lo até 2040? Ouviram falar de um estudo que aponta o sexo e os palavrões como a causa do aumento de audiências? Foi a única maneira que encontraram para convencer a Soraia Chaves a despir-se de pudores? Ou isso é tudo falta de imaginação e à falta de melhor a solução é mostrar mamas? A sério, digam-me um filme português que fuja a este padrão. É difícil não é?
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Desabafo*
Fico espantado perante a minha capacidade de ainda ficar surpreendido com algumas pessoas. Depois de tanta merda, de tantas situações em que já me provaram que não vale a pena gastar o meu latim, de tantos abre-olhos que já tive, eu ainda não perdi a capacidade de acreditar nas pessoas por mais que me desiludam. Fico sempre com uma réstia de esperança que da próxima vez será melhor, agarro-me à máxima que as pessoas quando mudam normalmente é para melhor, mas esqueço-me que não há regra sem excepção. A sério, começo a acreditar que sou daquelas pessoas que tem uma esperança infinita no mundo e nas pessoas. Mas ao mesmo tempo não me revejo nada nesse cenário. Sempre soube separar muito bem o trigo do joio. Talvez o meu problema seja não conseguir aceitar facilmente que o trigo tenho passado a joio (medo, chega de trocadilhos). Ora a mim já me mostraram o que não é ter respeito nem consideração por quem o merece, já me deram valentes chapadas sem mão que me levaram a concluir que há por aí quem não se importa com os outros e que há gente que se rege pela máxima 'quero cá saber', já me ensinaram sem palavras que até as amizades duradouras podem ter um fim (e têm, acreditem). Mas mesmo depois de tudo isto eu continuo com esperança. Ou melhor, continuava. Porque tudo tem um limite e desconfio que atingi o meu. Esta onda de crença na raça humana, mais especificamente na relações interpessoais, e a fé na inquebrabilidade das mesmas deve estar a chegar ao fim. Afinal não baixou em mim o novo Ratzinger que vem restabelecer a paz no mundo nem encarnei o espírito da Calcutá. Se bem que por momentos desconfiei que era isso que me estava a acontecer, mas foi por pouco tempo. Bastou-me esperar pela machadada final para voltar ao mundo real. "Acorda Johnny, bem-vindo de volta à Terra, é só para te lembrar que aqui há pessoas más, há malta que se está a cagar para ti, mas nem tudo é mau, não desmoreças. O truque é separar o trigo do joio (outra vez com estas associações? Onde é que eu já ouvi isto?) Não é assim tão difícil. Só tens que estar atento e não ser estúpido. Acho que não precisas de saber mais nada... Errr.. Secalhar até precisas: nem toda a gente se dá ao respeito e, portanto, não percas tempo a respeitar essa malta e a importares-te com a escumalha. Mete também de uma vez por todas nessa cabeça que para dançar o tango são preciso duas pessoas. Se estiveres sozinho, por mais que te mexas, não chegas a dançar o tango. E aplica isso às amizades, sem tirar nem pôr. Ah... só uma nota final: o teu tempo aqui é finito, e por isso gasta-o com quem realmente merece, com quem não te traz chatices e dedica-te apenas a tudo o que te faz feliz. Por agora é tudo."
* Ou como usar a expressão separar o trigo do joio num texto
* Ou como usar a expressão separar o trigo do joio num texto
sábado, 19 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Já não há ladrões como antigamente
Então basta a empregada da Springfield tocar no casacão do ladrão para cairem logo dois pares de calças? Esta malta anda a perder qualidades, é o que vos digo.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Apresento-vos os The Coronas
A banda que abriu o concerto dos The Script. Praticamente todas as músicas deles são boas, portanto procurem o resto.
Para a C.
Depois de te contar que tinha um blog, uma vez disseste-me 'no meu dia de anos quero um texto fofinho'. Mas achei que ia ficar muito por dizer e que é impossível transpor tudo em palavras.
Portanto, em modo curto e grosso, o que eu te posso dizer é que desejo que sejas sempre feliz. O resto já sabes.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Irrita-me mesmo
E aquelas pessoas que são as primeiras a dizer 'se tás assim tens que ir ao hospital', mas que quando são elas a ficarem doentes dizem sempre que não é preciso?
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Chop suey ou chop gato?
Quando houve o boom dos restaurantes chineses, talvez há já uns 11 anos, aderi logo à moda. Na primeira vez fui a medo, sem saber muito bem para onde é que ia. Não sabia o que devia pedir, porque tudo na ementa me parecia literalmente chinês. Mas bastou-me provar as óstias de camarão, os crepes, o arroz xau-xau e a galinha com amêndoas para ficar rendido. A partir daí nunca mais precisei de ver o menú, venha de lá mais do mesmo. Nunca me quis meter em aventuras de experimentar tudo. Sempre desconfiei daquele esparguete de cor manhosa com gambas, nunca entendi muito bem aquele porco doce e as sobremesas nunca me chamaram à atenção desde que vi uma em chamas. Ah... nem as bebidas alcoólicas. Beber cenas de garrafas com ratos mortos embalsamados lá dentro nunca me suscitou interesse, só nojo. A verdade é que eu ia porque gostava muito, mas ninguém me tirava da ideia que na cozinha esfolavam gatos e cães. Sempre fiz piadas em relação à carne que vinha para a mesa. Que a galinha com amêndoas era no fundo o cão que tinham apanhado à porta do restaurante na véspera e que a carne dos crepes era de gato. Gozava, mas acabava por dizer que mesmo que fosse cão ou gato era bom e isso é que realmente importava. Mas depois de ver as notícias que há uns anos passaram no telejornal percebi que as piadas tinham fundamento e, por isso, cortei relações. Confesso que me custou. Pensar que um dia comi um caniche ou então um persa não me agradou muito. Mas tive saudades, principalmente de ouvir 'quantos clepes?' e o mítico 'tlina lalaia' (que não é mais do que um trina de laranja - bebida que eu pedia sempre só para ter o prazer de ouvir a chinesa repetir o pedido ahah). Mas como o bom filho à casa torna, há dois anos dei por mim a ignorar o pensamento 'vais comer cão' e lá voltei ao chinês sem medos. O truque é ir e não pensar se é rato ou galinha. É comer e já está. O que importa é ser bom. E mesmo que a comida seja manhosa, a verdade é que nunca fui parar ao hospital com uma intoxicação alimentar depois de comer no chinês. Talvez para eles seja esquisito nós comermos bife de cavalo ou mesmo de vaca. Se calhar para eles é tão normal comer cão como para nós é comer perú. Ou se calhar sou só estúpido. Por agora, enquanto não vierem parar mais histórias de restaurantes chineses à televisão, enquanto a minha memória estiver semi-esquecida, lá vou eu de vez enquando. Vamos ver quanto tempo isto dura até ao próximo momento de jejum ou até um chinês me dizer 'era carne de gato, otário!'.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Team Green
Não sei a NBC anda a fazer de propósito, mas nas duas últimas temporadas que têm passado pela Sic Mulher a equipa verde tem sido a minha preferida. Não é preciso ver muitos episódios para topar à légua quais as boas pessoas que estão no rancho. Na 7ª temporada a Tara chamou-me à atenção pela personalidade e pela força de vontade inigualável. Depois ainda me foi conquistando mais ao longo do tempo por se mostrar uma pessoa com bom carácter. Não tinha maldade nem alinhava em esquemas manhosos para garantir mais uma semana no rancho, nem dizia mal de ninguém. Tinha espírito competitivo, mas não andava ali a lixar ninguém. Estava ali por ela e a cada semana que passava mostrava ao resto do grupo que os esquemas deles não a derrubavam (olha p'ra mim sempre above the yellow line). Tive pena de ela não ter ganho. Com a Abby não precisei do segundo episódio para lhe fazer uma radiografia. Bastou-me vê-la a contar a sua triste história de vida e a mostrar-se cheia de fé, quando aparentemente não tinha um motivo para se esforçar mais ou para esboçar um sorriso. Ela é a prova que uma enorme atrocidade nos pode deitar abaixo, mas não nos pode vencer. Por isso, SIC, se me estás a ler, cuidado com os concorrentes que escolhes para a equipa verde. Não quero cá desilusões.
Tara Costa - 7ª Temporada
Abby Rike - 8ª Temporada
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Portugal pode (eventualmente) não ter talento
Mas não há problema, porque cromos não lhe faltam. A sério que eu não percebo porque é que insistem em mostrar os palhaços que concorrem a qualquer programa de entretenimento. É verdade que no Ídolos foi engraçado. A malta riu-se, toda a gente comentou e ninguém se queixou. No Achas que Sabes Dançar? a coisa repetiu-se. Mas não se estarão a esquecer do essencial: o talento? É que eu só vi metade do novo programa no domingo e não apareceu uma pessoa ou um grupo com talento. Assim de repente lembro-me apenas de ver um grupo de kuduro que não era nada de especial e um senhor de 80 e tal anos travesti. Ah! Também me lembro de outra situação estúpida: a mulher do travesti e a Bárbara a esperarem ansiosas pela votação. Ridículo. Ok, eu percebo que este país está minado de cromos. É difícil concorrem connosco a esse nível. Nós enchemos cadernetas e cadernetas com um avanço considerável. Mas mostrem lá o tal talento que a malta deste país tem. Não me importo que mostrem cromos, mas dentro da cromalhada comecem a fazer uma selecção mais rigorosa. Eu dou-vos um exemplo: aquele miúdo gordo que foi dançar Lady Gaga é daqueles cromos que deveria ficar logo retido na pré-selecção. Tanto para bem dos espectadores como para ele. Para ser menos gozado. Em vez de o passarem em horário nobre na tv podiam-lhe antes ter explicado que os quinze minutos de fama não iriam compensar. Ou então se insistem tanto nesta vertente façam um programa diferente. Do género 'O Cromo de Portugal' ou 'Quem Desafina ao Melhor Estilo Cabra Transmontana'*.
* Se um destes programas for para o ar não se esqueçam dos direitos de autor.
* Se um destes programas for para o ar não se esqueçam dos direitos de autor.
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