sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Algumas pessoas dizem-me que quando não gosto de alguém não consigo disfarçar. Nem faço sequer um esforço. Deixo bem claro que não vou à bola com a pessoa e que dificilmente me vai arrancar um sorriso ou uma conversa por mais banal que seja. Mas eu juro que não faço de propósito. Só não percebo porque é que isso tem que ser um aspecto negativo. Ora se eu não gosto da pessoa e se de uma forma nada forçada lhe mostro logo isso, não estou logo à partida a deixar as coisas bem claras? Acho isto preferível a ser-se politicamente correcto, só porque sim. É que por norma eu não costumo desgostar das pessoas sem ter um motivo válido. Portanto não me venham com merdas e falsas modestias. É que quando me pisam os calos não voltam a ter outra hipótese.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Em total solidariedade com a greve geral, o meu carro decidiu avariar-se.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010



Usar bata na faculdade deixou de ser uma mera questão de higiene e segurança. O importante é toda a gente ver que se é portador de uma bata. Coisa estranha e incomum numa faculdade de saúde. O importante é ir para a rua e para o bar proliferar bactérias e outros bichos.

domingo, 21 de novembro de 2010

Calinadas

Depois de saber que há um Socras em Portugal, hoje foi a vez de saber que há um Obana nos EUA. (Há pessoas que deviam recursar-se a ser entrevistadas)

sábado, 20 de novembro de 2010

O problema de algumas pessoas

Confundir 'estar com um copo a mais' com 'já somos amigos'.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Todos os avós nos tratam como se ainda tivessemos 5 anos. E os meus não são excepção. Não preciso de lhes dizer nada quando vou lá almoçar a casa para facilitar a escolha da refeição. Para eles o meu prato preferido vai ser sempre batatas fritas com carne. E não é que acertam mesmo?

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Certeza do momento

Pensamento do dia

O fim de semana é quando o homem quiser. E eu quero que o meu comece hoje. Então, que assim seja!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Perco a vontade de ir à faculdade quando

- Trabalhos de grupo não significam distribuição de tarefas equitativamente;
- Sou descontado 50% num relatório quando uma pessoa do meu grupo falta à aula;
- As amizades se alteram;
- Percebo que preciso de férias bem longe e tenho que ficar por perto.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

sábado, 13 de novembro de 2010

Não preciso de muito para me abstrair de semanas más e do cansaço que tenho. Basta-me um café com um grupo de amigos.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Estive o dia inteiro na faculdade a fazer um trabalho. Que me lembre, o único momento em que quebrei a monotonia do meu dia foi ter trocado de cadeira quando almocei. Se hoje podia ter sido sexta-feira 13? Poder, podia... mas não foi.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Desconfio que numa garagem ao pé da minha se andam a passar negócios obscuros. Portanto quem quiser entrar no mundo do tráfico e de quitar carros é só falar comigo que oriento uns contactos.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Isto de fazer trabalhos de grupo é tudo muito giro. Que deve-se promover o espírito de equipa, a capacidade de trabalhar em grupo e de discutir assuntos importantes. Sim. Entendo tudo isso. O problema é quando nem todas as pessoas do grupo têm as mesmas prioridades. Para mim fazer o trabalho está no topo delas (não convém andar a mandar dinheiro para a rua e chumbar a cadeiras). E fazê-lo bem. Mas há pessoas que têm outras prioridades tão ou mais importantes na vida como coçar a micose, fazer nada, ir jantar fora e cenas do género. E isso revolta-me.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Hoje o jogo Sporting - Vitória de Guimarães veio mostrar aos sportinguistas que o melhor é não se manifestarem assim que o Benfica perde um jogo (o que nos últimos tempos acontece de longe a longe). É que se num dia perde o Benfica, no outro o Sporting segue-lhe os passos. Isto é assim meus amigos, uma desgraça nunca vem só. Portanto, cautela é a palavra de ordem. Não sejam tão efusivos com as nossas derrotas. Não as comemorem tanto, porque logo a seguir estamos nós a comemorar as vossas (temos que ser uns para os outros não é verdade?).

A propósito... diz o ditado que três é a conta que Deus fez.  

Das vantagens que as raparigas têm (ou tinham) nas compras

Até à pouco tempo sempre achei que no que toca a compras as raparigas eram as únicas sortudas. Elas têm a Zara, a H&M, a Pull e todo esse tipo de lojas que lhes permitem comprar o que está na moda a um bom preço. Já nós, os rapazes, se queriamos mesmo qualquer coisa que nos assentasse bem, tinhamos que recorrer às marcas mais puxadotas. E vai de estoirar dinheiro em Pepe Jeans,Tifossis, Levis, Ericeiras e cenas do género. Mas de há uns tempos para cá tenho olhado com mais atenção e as coisas estão a ficar mais facilitadas (e baratas) para o nosso lado. E já não era sem tempo. Temos a Springfield, a Zara e a H&M com coisas giras e baratas, que fazem o mesmo efeito que a roupa cara das outras lojas. E sim, só há pouco tempo é que isso acontece. Não me venham agora dizer que sempre foi assim. Uma coisa é a Springfield e a Zara secção de homem andarem por cá há muito tempo, outra é terem coisas engraçadas para se usar. Finalmente mais igualdade de direitos (e de preços).
Hoje fui informado que o meu nome irá aparecer na parte dos agradecimentos de um relatório de estágio. É bom saber isso.

Aproveito o facto para desejar à C. uma boa estadia na nova morada. E lembra-te que a distância é um pormenor: mesmo longe, estaremos sempre por perto.

domingo, 7 de novembro de 2010

O karaoke pode ser uma experiência incrível

... para os tímpanos dos meus ouvidos. (muito medo)

sábado, 6 de novembro de 2010

A rede social


Só tenho pena de não haver um génio da programação tipo Mark Zuckerberg algures dentro de mim. A propósito: gostei do filme.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Uma professora minha do secundário, que me deu uma nota que eu considero injusta e que me levou pela única vez na vida a fazer um requerimento para re-avaliação, cada vez que encontra a minha mãe pergunta-lhe por mim. E era escusado, porque acho que depois do requerimento tinha deixado bem claro que não morro de amores por ela. E que prefiro até que não queira saber de mim. É a mais hipócrita.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Constatações de uma tarde maçadora

Estar cansado psicologicamente é muito pior do que estar cansado apenas fisicamente.

Quem comentar a dizer que há aqui parecenças com a célebre frase "estar vivo é o contrário de estar morto" terá o comentário automaticamente excluído.
Venho aqui escrever apenas para rogar pragas a todas as pessoas que hoje decidiram ter acidentes às oito da manhã na A2. Não podiam ter escolhido outra altura? Um toquezinho no fim de semana, que não empatavam tanto...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Em tempos idos era muito tempestivo. Se algo não me agradace (e se considerasse qualquer coisa uma injustiça) revolta-me facilmente. Era capaz de ficar a remoer o assunto durante horas, até mesmo durante dias. Mostrava-me chateado perante a pessoa que me desagradou e alimentava discussões de horas. Argumentava e contra-argumentava, perguntava-me a mim mesmo porque é que a pessoa do outro lado não entendia e não concordava com o que eu dizia. Era frustrante, mas eu tentava explicar das mais diversas maneiras o que aos meus olhos era tão simples. E se na minha cabeça fazia 200% eu ter razão, era muito raro eu dar o braço a torcer. Para quê ceder quando não é isso que queremos e que pensamos? Mas depois percebi que um pouco mais de tolerância não faz mal a ninguém (se bem que tolerante já sou eu muito). Como também percebi que o velho ditado 'a falar é que a gente se entende' não serve para todos os casos. Há situações em que não vale a apena o esforço de dar à língua. Tudo vai ficar na mesma. Ou porque só piora a situação, ou porque o assunto não é assim tão importante ou porque na verdade a pessoa não é assim tão importante, não vale o esforço. Nesses casos o que se tem a fazer é relativizar e fazer bem a triagem. Isso e não dar azo a discussões acerca de assuntos insignificantes. É que hoje dei por mim a dizer algo como 'o assunto está encerrado. Achei tudo isto desnecessário'. E quando a pessoa do outro lado ficou incrédula com essa minha afirmação eu justifiquei-a dizendo-lhe 'acho sempre desnecessário discutir quando não há fundamento'. Isso e quando não se pensa dois segundos antes de abrir a boca.

domingo, 31 de outubro de 2010

Há umas duas horas que a campainha cá de casa não pára de tocar. Abre-se a porta e ouve-se "doce ou travessura?". E se isto até podia ser incomodativo e chato, até dá um certo jeito. É neste dia do ano que se reduz bastante o stock de rebuçados, chocolates e amêndoas da Páscoa cá em casa.

sábado, 30 de outubro de 2010

Detesto ficar em casa num sábado à noite.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

The Time (The Dirty Bit)



Desconfio que este vai ser o próximo hit que passará meses a fio nas rádios portuguesas. Só para relembrar o Dirty Dancing.
Se há coisa que me faz muita confusão na cabeça e que não encontro lógica alguma para explicar é ter amigos que se afastam muito (para não dizer completamente) porque começam a namorar. Parece-me que para essas pessoas as duas coisas não são compatíveis. Mal pensam em namorar alguém lhes deve apontar uma arma à cabeça e lhes diz que terão de escolher: ou o amor da sua vida ou os amigos. As duas coisas já é abusar. É pedir de mais. Portanto, meus amigos, é escolher, não se pode ter tudo. E o mais engraçado é que escolhem. Nem metem a hipótese de conciliar as duas coisas. Isso é ser garganeiro. O tempo fica reduzido, à que optar. Um dia passa a ter só 24 horas e uma semana apenas 7 dias. Por isso não há tempo para amigos. E mesmo que se tente explicar à pessoa que efectivamente um dia já tinha 24 horas antes de ela namorar, vai-nos jurar a pé juntos que é mentira e que estamos a ficar malucos. Vai-nos garantir também que não se afastou. Apenas deixou de telefonar. E de mandar uma mensagem a perguntar se está tudo bem. E de ir beber café. E de responder sempre não a qualquer convite que ainda façamos. Isso são pormenores. A questão da distância é imaginação nossa. A pessoa está sempre ali para nós. Sempre pronta a dar o ombro amigo quando é preciso. Nós é que metemos na cabeça que ela não está. Mas ela está sempre. Nós é que fazemos filmes. Continua sempre a preocupar-se connosco. Está sempre a par da nossa vida, das nossas trivialidades. Mas não sabe que queremos ir jantar fora. Não sabe as últimas 50 novidades. Não partilha connosco o que é importante para nós. Mas está sempre lá. Nós é que somos exagerados e chatos. Porque tentamos contrariar o que acontece. A verdade é que não há nada para contrariar. Está tudo bem, tirando o facto de insistirmos para aparecerem mais vezes. Ainda mais? Já aparecem tanto.

Isto é frustrante. É ridículo. É chato. Satura e cansa. E eu cansei-me. E desisti. Não estou chateado. Apenas não me vou importar mais.

Uma relação, seja ela de que carácter for, não se constrói só com o contributo de um lado.
Hoje vou jantar a um restaurante onde é o lema é mais ou menos 'pague 20 euritos e coma até não poder mais'. Pois é. Diz que são 20 pratos à escolha, mais umas quantas sopas, uma mesa só de enchidos, outra só de queijos e ainda outra só de sobremesas. As bebidas também são à descrição, como se quer. Portanto hoje o pequeno almoço vai ser soft, o almoço nada de especial e desconfio que vou eliminar o lanche. Se aquela gente pensa que vai lucrar com os meus ricos 20 euros está muito enganada. Ainda me pagam é para abandonar o restaurante!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Acho piada às pessoas que trocam os r's pelos g's. Não tenho culpa, mas é daquelas coisas que me provocam o riso facilmente. É que ouvig pessoas que falam assim e que dizem que o seggedo é a alma do negócio e que qualqueg coisa é um begbicacho é muito enggaçado.