Todos os avós nos tratam como se ainda tivessemos 5 anos. E os meus não são excepção. Não preciso de lhes dizer nada quando vou lá almoçar a casa para facilitar a escolha da refeição. Para eles o meu prato preferido vai ser sempre batatas fritas com carne. E não é que acertam mesmo?
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Pensamento do dia
O fim de semana é quando o homem quiser. E eu quero que o meu comece hoje. Então, que assim seja!
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Perco a vontade de ir à faculdade quando
- Trabalhos de grupo não significam distribuição de tarefas equitativamente;
- Sou descontado 50% num relatório quando uma pessoa do meu grupo falta à aula;
- As amizades se alteram;
- Percebo que preciso de férias bem longe e tenho que ficar por perto.
- Sou descontado 50% num relatório quando uma pessoa do meu grupo falta à aula;
- As amizades se alteram;
- Percebo que preciso de férias bem longe e tenho que ficar por perto.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Isto de fazer trabalhos de grupo é tudo muito giro. Que deve-se promover o espírito de equipa, a capacidade de trabalhar em grupo e de discutir assuntos importantes. Sim. Entendo tudo isso. O problema é quando nem todas as pessoas do grupo têm as mesmas prioridades. Para mim fazer o trabalho está no topo delas (não convém andar a mandar dinheiro para a rua e chumbar a cadeiras). E fazê-lo bem. Mas há pessoas que têm outras prioridades tão ou mais importantes na vida como coçar a micose, fazer nada, ir jantar fora e cenas do género. E isso revolta-me.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Hoje o jogo Sporting - Vitória de Guimarães veio mostrar aos sportinguistas que o melhor é não se manifestarem assim que o Benfica perde um jogo (o que nos últimos tempos acontece de longe a longe). É que se num dia perde o Benfica, no outro o Sporting segue-lhe os passos. Isto é assim meus amigos, uma desgraça nunca vem só. Portanto, cautela é a palavra de ordem. Não sejam tão efusivos com as nossas derrotas. Não as comemorem tanto, porque logo a seguir estamos nós a comemorar as vossas (temos que ser uns para os outros não é verdade?).
A propósito... diz o ditado que três é a conta que Deus fez.
A propósito... diz o ditado que três é a conta que Deus fez.
Das vantagens que as raparigas têm (ou tinham) nas compras
Até à pouco tempo sempre achei que no que toca a compras as raparigas eram as únicas sortudas. Elas têm a Zara, a H&M, a Pull e todo esse tipo de lojas que lhes permitem comprar o que está na moda a um bom preço. Já nós, os rapazes, se queriamos mesmo qualquer coisa que nos assentasse bem, tinhamos que recorrer às marcas mais puxadotas. E vai de estoirar dinheiro em Pepe Jeans,Tifossis, Levis, Ericeiras e cenas do género. Mas de há uns tempos para cá tenho olhado com mais atenção e as coisas estão a ficar mais facilitadas (e baratas) para o nosso lado. E já não era sem tempo. Temos a Springfield, a Zara e a H&M com coisas giras e baratas, que fazem o mesmo efeito que a roupa cara das outras lojas. E sim, só há pouco tempo é que isso acontece. Não me venham agora dizer que sempre foi assim. Uma coisa é a Springfield e a Zara secção de homem andarem por cá há muito tempo, outra é terem coisas engraçadas para se usar. Finalmente mais igualdade de direitos (e de preços).
domingo, 7 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
A rede social
Só tenho pena de não haver um génio da programação tipo Mark Zuckerberg algures dentro de mim. A propósito: gostei do filme.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Uma professora minha do secundário, que me deu uma nota que eu considero injusta e que me levou pela única vez na vida a fazer um requerimento para re-avaliação, cada vez que encontra a minha mãe pergunta-lhe por mim. E era escusado, porque acho que depois do requerimento tinha deixado bem claro que não morro de amores por ela. E que prefiro até que não queira saber de mim. É a mais hipócrita.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Constatações de uma tarde maçadora
Estar cansado psicologicamente é muito pior do que estar cansado apenas fisicamente.
Quem comentar a dizer que há aqui parecenças com a célebre frase "estar vivo é o contrário de estar morto" terá o comentário automaticamente excluído.
Quem comentar a dizer que há aqui parecenças com a célebre frase "estar vivo é o contrário de estar morto" terá o comentário automaticamente excluído.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Em tempos idos era muito tempestivo. Se algo não me agradace (e se considerasse qualquer coisa uma injustiça) revolta-me facilmente. Era capaz de ficar a remoer o assunto durante horas, até mesmo durante dias. Mostrava-me chateado perante a pessoa que me desagradou e alimentava discussões de horas. Argumentava e contra-argumentava, perguntava-me a mim mesmo porque é que a pessoa do outro lado não entendia e não concordava com o que eu dizia. Era frustrante, mas eu tentava explicar das mais diversas maneiras o que aos meus olhos era tão simples. E se na minha cabeça fazia 200% eu ter razão, era muito raro eu dar o braço a torcer. Para quê ceder quando não é isso que queremos e que pensamos? Mas depois percebi que um pouco mais de tolerância não faz mal a ninguém (se bem que tolerante já sou eu muito). Como também percebi que o velho ditado 'a falar é que a gente se entende' não serve para todos os casos. Há situações em que não vale a apena o esforço de dar à língua. Tudo vai ficar na mesma. Ou porque só piora a situação, ou porque o assunto não é assim tão importante ou porque na verdade a pessoa não é assim tão importante, não vale o esforço. Nesses casos o que se tem a fazer é relativizar e fazer bem a triagem. Isso e não dar azo a discussões acerca de assuntos insignificantes. É que hoje dei por mim a dizer algo como 'o assunto está encerrado. Achei tudo isto desnecessário'. E quando a pessoa do outro lado ficou incrédula com essa minha afirmação eu justifiquei-a dizendo-lhe 'acho sempre desnecessário discutir quando não há fundamento'. Isso e quando não se pensa dois segundos antes de abrir a boca.
domingo, 31 de outubro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
The Time (The Dirty Bit)
Desconfio que este vai ser o próximo hit que passará meses a fio nas rádios portuguesas. Só para relembrar o Dirty Dancing.
Se há coisa que me faz muita confusão na cabeça e que não encontro lógica alguma para explicar é ter amigos que se afastam muito (para não dizer completamente) porque começam a namorar. Parece-me que para essas pessoas as duas coisas não são compatíveis. Mal pensam em namorar alguém lhes deve apontar uma arma à cabeça e lhes diz que terão de escolher: ou o amor da sua vida ou os amigos. As duas coisas já é abusar. É pedir de mais. Portanto, meus amigos, é escolher, não se pode ter tudo. E o mais engraçado é que escolhem. Nem metem a hipótese de conciliar as duas coisas. Isso é ser garganeiro. O tempo fica reduzido, à que optar. Um dia passa a ter só 24 horas e uma semana apenas 7 dias. Por isso não há tempo para amigos. E mesmo que se tente explicar à pessoa que efectivamente um dia já tinha 24 horas antes de ela namorar, vai-nos jurar a pé juntos que é mentira e que estamos a ficar malucos. Vai-nos garantir também que não se afastou. Apenas deixou de telefonar. E de mandar uma mensagem a perguntar se está tudo bem. E de ir beber café. E de responder sempre não a qualquer convite que ainda façamos. Isso são pormenores. A questão da distância é imaginação nossa. A pessoa está sempre ali para nós. Sempre pronta a dar o ombro amigo quando é preciso. Nós é que metemos na cabeça que ela não está. Mas ela está sempre. Nós é que fazemos filmes. Continua sempre a preocupar-se connosco. Está sempre a par da nossa vida, das nossas trivialidades. Mas não sabe que queremos ir jantar fora. Não sabe as últimas 50 novidades. Não partilha connosco o que é importante para nós. Mas está sempre lá. Nós é que somos exagerados e chatos. Porque tentamos contrariar o que acontece. A verdade é que não há nada para contrariar. Está tudo bem, tirando o facto de insistirmos para aparecerem mais vezes. Ainda mais? Já aparecem tanto.
Isto é frustrante. É ridículo. É chato. Satura e cansa. E eu cansei-me. E desisti. Não estou chateado. Apenas não me vou importar mais.
Uma relação, seja ela de que carácter for, não se constrói só com o contributo de um lado.
Isto é frustrante. É ridículo. É chato. Satura e cansa. E eu cansei-me. E desisti. Não estou chateado. Apenas não me vou importar mais.
Uma relação, seja ela de que carácter for, não se constrói só com o contributo de um lado.
Hoje vou jantar a um restaurante onde é o lema é mais ou menos 'pague 20 euritos e coma até não poder mais'. Pois é. Diz que são 20 pratos à escolha, mais umas quantas sopas, uma mesa só de enchidos, outra só de queijos e ainda outra só de sobremesas. As bebidas também são à descrição, como se quer. Portanto hoje o pequeno almoço vai ser soft, o almoço nada de especial e desconfio que vou eliminar o lanche. Se aquela gente pensa que vai lucrar com os meus ricos 20 euros está muito enganada. Ainda me pagam é para abandonar o restaurante!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
Desde há um ano que tenho vindo regularmente ao Algarve. Até aí tinha na ideia que só via malta em casa, nas ruas e na praia durante o Verão. O resto do ano isto era mais o menos o deserto do Saara. Tudo parado. Lojas fechadas, restaurantes fechados ou às moscas. Mas enganei-me. A verdade é que isto tem movimento o ano inteiro. E não é pouco. Afinal isto não é nenhuma pasmaceira e as ruas continuam com pessoas, a praia continua movimentada. Sim, ontem vi pessoas ao banho (medo). Secalhar viver aqui não é um tédio tão grande como sempre pensei. Mas, e há sempre um mas, acho que falta qualquer coisa. Não sei bem o quê, mas acho que o que falta é a agitação que se vê nos meses de maior calor, as esplanadas cheias, as estradas agitadas. Depois do Verão, embora isto ainda meta gente, reina a paz. E o que eu gosto mais aqui é do calor de 30 e muitos graus e do rebuliço que há no Verão.
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