Desconfio que este vai ser o próximo hit que passará meses a fio nas rádios portuguesas. Só para relembrar o Dirty Dancing.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
The Time (The Dirty Bit)
Desconfio que este vai ser o próximo hit que passará meses a fio nas rádios portuguesas. Só para relembrar o Dirty Dancing.
Se há coisa que me faz muita confusão na cabeça e que não encontro lógica alguma para explicar é ter amigos que se afastam muito (para não dizer completamente) porque começam a namorar. Parece-me que para essas pessoas as duas coisas não são compatíveis. Mal pensam em namorar alguém lhes deve apontar uma arma à cabeça e lhes diz que terão de escolher: ou o amor da sua vida ou os amigos. As duas coisas já é abusar. É pedir de mais. Portanto, meus amigos, é escolher, não se pode ter tudo. E o mais engraçado é que escolhem. Nem metem a hipótese de conciliar as duas coisas. Isso é ser garganeiro. O tempo fica reduzido, à que optar. Um dia passa a ter só 24 horas e uma semana apenas 7 dias. Por isso não há tempo para amigos. E mesmo que se tente explicar à pessoa que efectivamente um dia já tinha 24 horas antes de ela namorar, vai-nos jurar a pé juntos que é mentira e que estamos a ficar malucos. Vai-nos garantir também que não se afastou. Apenas deixou de telefonar. E de mandar uma mensagem a perguntar se está tudo bem. E de ir beber café. E de responder sempre não a qualquer convite que ainda façamos. Isso são pormenores. A questão da distância é imaginação nossa. A pessoa está sempre ali para nós. Sempre pronta a dar o ombro amigo quando é preciso. Nós é que metemos na cabeça que ela não está. Mas ela está sempre. Nós é que fazemos filmes. Continua sempre a preocupar-se connosco. Está sempre a par da nossa vida, das nossas trivialidades. Mas não sabe que queremos ir jantar fora. Não sabe as últimas 50 novidades. Não partilha connosco o que é importante para nós. Mas está sempre lá. Nós é que somos exagerados e chatos. Porque tentamos contrariar o que acontece. A verdade é que não há nada para contrariar. Está tudo bem, tirando o facto de insistirmos para aparecerem mais vezes. Ainda mais? Já aparecem tanto.
Isto é frustrante. É ridículo. É chato. Satura e cansa. E eu cansei-me. E desisti. Não estou chateado. Apenas não me vou importar mais.
Uma relação, seja ela de que carácter for, não se constrói só com o contributo de um lado.
Isto é frustrante. É ridículo. É chato. Satura e cansa. E eu cansei-me. E desisti. Não estou chateado. Apenas não me vou importar mais.
Uma relação, seja ela de que carácter for, não se constrói só com o contributo de um lado.
Hoje vou jantar a um restaurante onde é o lema é mais ou menos 'pague 20 euritos e coma até não poder mais'. Pois é. Diz que são 20 pratos à escolha, mais umas quantas sopas, uma mesa só de enchidos, outra só de queijos e ainda outra só de sobremesas. As bebidas também são à descrição, como se quer. Portanto hoje o pequeno almoço vai ser soft, o almoço nada de especial e desconfio que vou eliminar o lanche. Se aquela gente pensa que vai lucrar com os meus ricos 20 euros está muito enganada. Ainda me pagam é para abandonar o restaurante!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
Desde há um ano que tenho vindo regularmente ao Algarve. Até aí tinha na ideia que só via malta em casa, nas ruas e na praia durante o Verão. O resto do ano isto era mais o menos o deserto do Saara. Tudo parado. Lojas fechadas, restaurantes fechados ou às moscas. Mas enganei-me. A verdade é que isto tem movimento o ano inteiro. E não é pouco. Afinal isto não é nenhuma pasmaceira e as ruas continuam com pessoas, a praia continua movimentada. Sim, ontem vi pessoas ao banho (medo). Secalhar viver aqui não é um tédio tão grande como sempre pensei. Mas, e há sempre um mas, acho que falta qualquer coisa. Não sei bem o quê, mas acho que o que falta é a agitação que se vê nos meses de maior calor, as esplanadas cheias, as estradas agitadas. Depois do Verão, embora isto ainda meta gente, reina a paz. E o que eu gosto mais aqui é do calor de 30 e muitos graus e do rebuliço que há no Verão.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Dogs days
Eu bem quero que acabem, mas tenho tido verdadeiros dogs days que teimam em repetir-se constantemente.
A semana desgasta qualquer pessoa e a conversa a seguir explica isso muito bem.
(Eu) Amanhã vou para o Algarve.
(Eu) Amanhã vou para o Algarve.
Ah, então vais apanhar bom tempo.
Hmm.. não sei. Se cá não está grande coisa lá também não deve estar.
Está sim, porque em Barcelos vai estar sol.
(Eu incrédulo, permaneço em silêncio)
Diz-me que Barcelos é no Sul.
Não, não é.
Hmm.. não sei. Se cá não está grande coisa lá também não deve estar.
Está sim, porque em Barcelos vai estar sol.
(Eu incrédulo, permaneço em silêncio)
Diz-me que Barcelos é no Sul.
Não, não é.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Coisas que detesto #2
7- Côco. Tudo o que envolva isto. Sejam iogurtes, perfumes, bebidas, bolos. Detesto. E escusam de me tentar endrominar, porque eu topo o cheiro a côco à distância, tipo a 200 metros.
8 - Pessoas que mascam pastilha de boca aberta e fazem barulho.
9 - Pessoas que não têm ou opinião. Ou que não se decidem. Ou que por elas tanto faz optar-se por A ou por B.
10 - Pessoas que são do contra porque sim.
11 - Pessoas que esquecem os amigos quando começam a namorar.
12 - Detesto que me desmintam quando tenho a certeza absoluta de alguma coisa.
9 - Pessoas que não têm ou opinião. Ou que não se decidem. Ou que por elas tanto faz optar-se por A ou por B.
10 - Pessoas que são do contra porque sim.
11 - Pessoas que esquecem os amigos quando começam a namorar.
12 - Detesto que me desmintam quando tenho a certeza absoluta de alguma coisa.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Segundas oportunidades
Às vezes a primeira impressão dá-nos uma imagem errada da pessoa e ficamos por ali. Que não faz o nosso género, que não gostamos e que não vai dar. Venha a próxima. Mas tenho notado ultimamente que quando há a hipótese de uma segunda impressão a coisa pode correr melhor. E afinal até está ali uma pessoa à maneira. Portanto, o melhor é ficar de pé atrás, mas não ser implacável.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Livro de Reclamações #3
Desconfio que os empregados das companhias de seguros de saúde são treinados para falarem a mil à hora para não percebermos nada. Assim como devem receber ordens para nos interromperem a cada três palavras, tornando a conversa uma confusão. E eu, que não tenho culpa que assim seja e que até gosto de ouvir e perceber o que me dizem bem como também gosto que se calem e que estejam atentos ao que digo, hoje tive que gritar ao telefone para a pessoa em causa se acalmar. Eu juro que tento ser uma pessoa calma, mas esta gente consegue enervar-me.
domingo, 17 de outubro de 2010
O Bairro do Amor
No bairro do amor a vida é um carrossel
onde há sempre lugar para mais alguém
O bairro do amor foi feito a lápis de cor
por gente que sofreu por não ter ninguém
No bairro do amor o tempo morre devagar
num cachimbo a rodar de mão em mão
No bairro do amor há quem pergunte a sorrir
será que ainda cá estamos no fim do Verão
Eh pá, deixa-me abrir contigo
desabafar contigo
falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
descontrair um pouco
eu sei que tu compreendes bem
No bairro do amor a vida corre sempre igual
de café em café, de bar em bar
No bairro do amor o sol parece maior
e há ondas de ternura em cada olhar
O bairro do amor é uma zona marginal
onde não há prisões nem hospitais
No bairro do amor cada um tem de tratar
das suas nódoas negras sentimentais
Eh pá, deixa-me abrir contigo
desabafar contigo
falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
descontrair um pouco
eu sei que tu compreendes bem
O Bairro do Amor, Jorge Palma
onde há sempre lugar para mais alguém
O bairro do amor foi feito a lápis de cor
por gente que sofreu por não ter ninguém
No bairro do amor o tempo morre devagar
num cachimbo a rodar de mão em mão
No bairro do amor há quem pergunte a sorrir
será que ainda cá estamos no fim do Verão
Eh pá, deixa-me abrir contigo
desabafar contigo
falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
descontrair um pouco
eu sei que tu compreendes bem
No bairro do amor a vida corre sempre igual
de café em café, de bar em bar
No bairro do amor o sol parece maior
e há ondas de ternura em cada olhar
O bairro do amor é uma zona marginal
onde não há prisões nem hospitais
No bairro do amor cada um tem de tratar
das suas nódoas negras sentimentais
Eh pá, deixa-me abrir contigo
desabafar contigo
falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
descontrair um pouco
eu sei que tu compreendes bem
O Bairro do Amor, Jorge Palma
Não é para estar a lançar boatos
mas parece-me que o casting da Operação Triunfo é muito melhor que o do Ídolos. Digo eu que percebo tanto de música como o Zé Cabra.
Quando era puto pensava que ninguém trabalhava ao fim de semana. Na minha cabeça durante aqueles dois dias toda a gente descansava. De tudo. Inclusivé do estudo e dos trabalhos de casa. Mas depois, infelizmente, descobri que as coisas não são assim e que não passava de fantasia e de imaginação minha próprias da idade. E é pena. Aos fins de semana devia ser proibido uma pessoa andar de volta das coisas da faculdade. Aulas para pôr em dia, cenas para passar a limpo, fazer exercícios, acabar relatórios, escrever introduções. Todo um rol de tarefas que deveriam encaixar-se apenas entre segunda e sexta, mas não. Portanto, a quem assiste à vida de universitário de fora e que julga que isto é só borga, tenho a informar-vos que estão errados. Com muita pena minha, mas estão muito errados.
sábado, 16 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
E eu que não acreditava em milagres
Este verão, não me perguntem como porque eu também gostava de saber, mergulhei de tal forma estúpida que bati com a cabeça no fundo do mar com toda a força. Senti o crânio a esmagar-se, tudo a sair do sítio. Mas aparentemente fiquei bem, tirando o facto dos músculos do pescoço e da cervical parecerem uma pedra. Depois de ter feito exames já são dois médicos que dizem que foi um milagre não ter ficado tetraplégico. Até aí não acreditava em milagres. Agora ainda não sei se acredito. Mas uma coisa é certa: tive um sorte do catano.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Revelando aqui uma veia minha até agora desconhecida, venho pelo meio deste humilde blog pedinchar algumas coisas que me fariam uma pessoa mais feliz. Isto de tentar não custa e com sorte ainda passa por cá alguém que ganhou o último jackpot do euromilhões ou que é apenas boa pessoa ou que é um altruísta de todo o tamanho. Então seguem os pedidos:
- Um bilhete para o Cirque du Soleil;
- Um bilhete para a Shakira;
- Um bilhete para os Gogol Bordello;
- Um bilhete para os 30 Seconds to Mars;
- Um bilhete para os MGMT;
- Um bilhete para os The Script.
E de momento é só. Se quiserem contribuir com alguma coisinha é só avisar que disponibilizo logo o NIB.
domingo, 10 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
Ir a um centro comercial deixa claro a falta de civismo de muita gente. Anda ali tudo a atropelar-se uns aos outros, a fazer maratonas e sprints para ver quem alcança primeiro a prateleira não vá ser o último modelo, é encontrões daqui e dali, é não dar licença para passar. Não sei se é o tempo que torna as pessoas mal dispostas e brutas, mas o que é certo é que há muita falta de educação. E a mim, para isso, falta-me a paciência.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Considerações finais
Depois de dois dias de congresso é altura de se fazer um balanço. E não, não vou fazer aqui um apanhado geral do que se falou, descansem. O que vou aqui falar diz respeito a assuntos extremamente importantes em qualquer congresso como os brindes e o coffee break. Ora em relação ao primeiro ponto, vai uma pessoa a um congresso para receber canetas e bloquinhos de notas? Não havia nada pior para dar? Não deu para inovar mais do que isso? Nem que fosse um vale de desconto numa loja de indianos no Martim Moniz. Aí sim, uma pessoa dizia 'eiishh ainda bem que cá vim!'. Outro assunto deveras importante é o coffee break, também conhecido como a hora que toda a gente anseia ou ainda conhecido como o intervalo para os acepipes. Então admite-se que os sumos acabem? Nada de sandes, só miniaturas de bolos de pastelaria? Pão de leite com pão de leite e croissant recheado de... croissant? Hmm? Para a próxima um lanchinho em condições que a malta não vai ali (só) para ouvir palestras. É na hora do comer que se avalia a qualidade de um congresso.
Por fim, deixo aqui algumas pérolas proferidas pelos Professores Doutores, Chefes do Departamento da Conchichina, Membros Associativos de Sei lá o Quê que discursaram no congresso. Autênticos rasgos de iluminação que dariam mote a debates no mínimo interessantes tais como:
- O ciclo ovárico de uma ratinha é muito inconstante;
- Quanto mais pequeno melhor;
- O problema já é indicativo de um problema (foi neste momento que toda a plateia se sentiu elucidada e sem dúvidas a pairar na cabeça).
Por fim, deixo aqui algumas pérolas proferidas pelos Professores Doutores, Chefes do Departamento da Conchichina, Membros Associativos de Sei lá o Quê que discursaram no congresso. Autênticos rasgos de iluminação que dariam mote a debates no mínimo interessantes tais como:
- O ciclo ovárico de uma ratinha é muito inconstante;
- Quanto mais pequeno melhor;
- O problema já é indicativo de um problema (foi neste momento que toda a plateia se sentiu elucidada e sem dúvidas a pairar na cabeça).
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