Essa pessoa não sou eu.
Era só isto.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Considerações finais
Depois de dois dias de congresso é altura de se fazer um balanço. E não, não vou fazer aqui um apanhado geral do que se falou, descansem. O que vou aqui falar diz respeito a assuntos extremamente importantes em qualquer congresso como os brindes e o coffee break. Ora em relação ao primeiro ponto, vai uma pessoa a um congresso para receber canetas e bloquinhos de notas? Não havia nada pior para dar? Não deu para inovar mais do que isso? Nem que fosse um vale de desconto numa loja de indianos no Martim Moniz. Aí sim, uma pessoa dizia 'eiishh ainda bem que cá vim!'. Outro assunto deveras importante é o coffee break, também conhecido como a hora que toda a gente anseia ou ainda conhecido como o intervalo para os acepipes. Então admite-se que os sumos acabem? Nada de sandes, só miniaturas de bolos de pastelaria? Pão de leite com pão de leite e croissant recheado de... croissant? Hmm? Para a próxima um lanchinho em condições que a malta não vai ali (só) para ouvir palestras. É na hora do comer que se avalia a qualidade de um congresso.
Por fim, deixo aqui algumas pérolas proferidas pelos Professores Doutores, Chefes do Departamento da Conchichina, Membros Associativos de Sei lá o Quê que discursaram no congresso. Autênticos rasgos de iluminação que dariam mote a debates no mínimo interessantes tais como:
- O ciclo ovárico de uma ratinha é muito inconstante;
- Quanto mais pequeno melhor;
- O problema já é indicativo de um problema (foi neste momento que toda a plateia se sentiu elucidada e sem dúvidas a pairar na cabeça).
Por fim, deixo aqui algumas pérolas proferidas pelos Professores Doutores, Chefes do Departamento da Conchichina, Membros Associativos de Sei lá o Quê que discursaram no congresso. Autênticos rasgos de iluminação que dariam mote a debates no mínimo interessantes tais como:
- O ciclo ovárico de uma ratinha é muito inconstante;
- Quanto mais pequeno melhor;
- O problema já é indicativo de um problema (foi neste momento que toda a plateia se sentiu elucidada e sem dúvidas a pairar na cabeça).
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Depois de um fim de semana prolongado uma pessoa desabitua-se facilmente de não ter aulas. Quatro dias chegam para me esquecer o que é isso e depois o regresso à normalidade é tipo em terapia de choque e há que evitar essas situações. Por isso, hoje foi dia de rumar até ao Congresso da APEF para prolongar o fim de semana prolongado. É pena não durar até sexta feira.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Se as eleições em Portugal se tornassem iguais às do Brasil temo que, à semelhança de Tiririca que foi o mais votado em todos os estados, por cá seriam eleitos Tony Carreira e Ana Malhoa. E até consigo acrescentar mais nomes à lista: Linda Reis, Professor Alexandrino, Tino de Rãns e Emplastro. Fico-me por aqui, porque só com estas personagens a imagem de comédia e de pânico já está montada na minha cabeça.
A agricultura já não é para mim
Há mais de seis meses que não ia à minha quinta e a semana passada decidi ir lá espreitar. Acabei por plantá-la toda, mas nunca mais me lembrei que era preciso colher os legumes, as frutas e as flores. E é neste estado que ela se encontra:
ou seja, tudo destruído. Não restou nada a não ser três canteiros. Já não tenho alma de agricultor é o que é.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Comer... e ir ao cinema
Quase a acabar de ler a viagem em Itália vou ao cinema ver o filme. A curiosidade é muita e o tempo para ler o livro não é tanto e receio que o filme saia dos cinemas antes de acabar a Indonésia. Portanto, nada de esperar porque a expectativa está em altas. Só espero continuar a ter interesse para acabar de lê-lo depois de voltar do cinema. Mas se li o crepúsculo depois de ver o filme, este não será diferente. Espero eu.
Aulas vs Parvoeira
Às vezes engano-me e vou a aulas teóricas que não lembram ao menino Jesus. Uma pessoa vai com toda a sua boa fé, à espera de ouvir algo interessante e depois não é bem isso que sucede. Ora como já se está instalado a poucos metros da professora não é de bom tom sair da aula, assim sem mais nem menos (digamos que o único problema é verem-me a sair), quando a plateia não é muito grande. São nestas alturas que o desespero dá largas à imaginação. E da última vez que isso aconteceu lembrei-me de jogar com outra pessoa àquele jogo nada estúpido (e que serve tão bem para passar o tempo) de escrever uma frase e de deixar a última palavra na linha de baixo, sendo essa a única palavra que a outra pessoa tem acesso e que é a partir dela que escreve sempre a sua frase.
E foi assim que se deu largas à imaginação e à estupidez:
E foi assim que se deu largas à imaginação e à estupidez:
Era uma vez duas pessoas que estavam a secar numa aula de produtos de
beleza. Interior e exterior é o que falta a uma certa pessoa chamada
Paulinha. Essa pessoa que é uma mistura de leopoldina e
gafanhoto. É a coisa mais nojentinha que por vezes sai da boca das
pessoas. E, em verdade vos digo, que estas pessoas aqui presentes no auditório cheiram a
esgoto. Será em breve um destino paradisíaco para premiados com direito a
cocktails. Isso mesmo! Só com cocktails de absinto é que se aguenta este
tormento angústia e desespero é o que irei sentir quando começar a fazer os
trabalhos. E agora que digo esta palavra, só me apetece cuspir uma bola de
pêlo de gato é o que a minha madrinha respira todos os dias em sua
casa. Por falar nisso... querida mudei o estaminé. À porta temos dois cães de
loiça. Parto-a toda e depois vou comprar um serviço novo ao gato
preto. E o que eu vos digo é que a coisa está preta. Oh se está! Ai
Jasuzi! Quanto eu não daba pa tari em casa no sofá a veri
TV. E é em frente à TV, sentado no sófá, que engordo
toneladas de saídas e festas era o que eu queria ter na companhia da minha
turma. E não me venham dizer o contrário, que eu apanho já uma grande
patite. Gajo jeitoso, maneta e desalentado com uma grande
lata. E uma grande lata é dizerem-me que eu tenho uma patite e depois acortarem para trás a dizer que afinal tive uma patite. É que eu gosto muito da minha médica de
família. Vou vê-la este fim de semana e espero passar uns bons
momentos. E este está a ser um bom momento. Estou a adorar esta aula sobre legislação de produtos cosméticos, mas o que eu quero mesmo é saber se esta conversa está a fazer sentido.
E fez mesmo muito sentido.
A imaginação pode não ter limites, mas a estupidez não lhe fica atrás.
Foi só impressão minha ou a maior parte dos concorrentes da Casa dos Segredos são do Norte? Será que no Sul e no Centro não há ninguém com segredos? Será tudo puro por estas bandas?
Talvez tenha sido só impressão minha. Isto de meterem o Ídolos e a Casa dos Segredos ao mesmo tempo obriga-me a passar a noite a fazer zapping.
Talvez tenha sido só impressão minha. Isto de meterem o Ídolos e a Casa dos Segredos ao mesmo tempo obriga-me a passar a noite a fazer zapping.
domingo, 3 de outubro de 2010
Este blog é contra o acordo ortográfico
Que me desculpem os grandes defensores desse acordo, mas isto não me entra na cabeça. Para mim actor nunca vai ser ator, óptimo nunca será sem p, facto não deixará de ter c. Não faz sentido. Eu sei que ao longo dos tempos sempre houve ajustes no dicionário, sei que é preciso e que o passar do tempo implica mudança. Mas mudança que valha a pena e não absurdos. Porque o que querem com isto é que comecemos a escrever como os brasileiros. E eles escrevem como falam, coisa que por cá nunca se fez.
sábado, 2 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
E depois vai-se a aulas a uma sexta-feira para se ouvir um professor universitário dizer "previsões futuras". E eu até podia dissertar uma tese de mestrado sobre isso, mas não vou fazer. Só quero deixar aqui registado que as previsões são sempre futuras, excepto no caso do professor Chibanga que prevê o passado.
E depois vai-se a aulas em que a assistência é tão pequena que a professora no fim diz "obrigada", que é como quem diz "vocês são poucos mas bons, gosto muito de vocês, voltem para a semana para eu não falar para o boneco".
E depois vai-se a ver e já estou em modo FIM DE SEMANA PROLONGADO. Adoro o feriado de 5 Outubro.
E depois vai-se a aulas em que a assistência é tão pequena que a professora no fim diz "obrigada", que é como quem diz "vocês são poucos mas bons, gosto muito de vocês, voltem para a semana para eu não falar para o boneco".
E depois vai-se a ver e já estou em modo FIM DE SEMANA PROLONGADO. Adoro o feriado de 5 Outubro.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Pergunta (não) retórica
Responderem-nos com um 'lol' no messenger é o mesmo que meterem um ponto final na conversa?
Quem foi a mente brilhante que inventou que o fim de semana só tem dois dias? Quem foi? Que dê um passo em frente para termos uma loooooooonga conversa. Aviso já que não gosto da ideia.
(isto depois das férias custa a entrar na rotina, principalmente quando nuns dias se acorda às 9h e noutros às 7h)
(isto depois das férias custa a entrar na rotina, principalmente quando nuns dias se acorda às 9h e noutros às 7h)
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Acho engraçado, na mesma proporção que acho estúpido e ridículo, cada médico ter uma opinião diferente do resto dos colegas em relação a cada caso clínico. Hoje já ouvi da boca de uma alminha "ah sim sim, está impecável, isto só afectou a musculatura, faça natação e ginásio à vontade, não tem qualquer probelma" como também ouvi de outra boca "ai não, faça as coisas gradualmente, primeiro as sessões de fisioterapia e natação, o ginásio só depois, e na natação nada de bruços, só costas e crawl!". Então está bem. Vou só ali pensar em quem devo de acreditar mais para me decidir. Mas espera! Ambas pessoas que me disseram isto são médicas. E agora? Quem tem mais razão? Decidam vocês, que eu já tentei e não chegei a nenhuma conclusão.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Sobre a (in)diferença
Quando vejo alguém com uma deficiência, seja ela física ou mental, tento agir naturalmente e contrariar a tendência que se tem nessas alturas em olhar para a pessoa. No fundo, comporto-me normalmente como se a pessoa fosse igual a mim, como se não tivesse uma única característica que a torna-se diferente aos olhos da sociedade e aos meus. E faço isto, porque tento colocar-me no outro lugar e acabo sempre por chegar à mesma conclusão. Se fosse eu a estar numa cadeira de rodas, ou o portador de trissomia 21 ou se apresentasse falta de cabelo devido aos tratamentos de quimioterapia não queria ser olhado constantemente como uma aberração ou, simplesmente, não queria ser o alvo de olhares curiosos e de comentários piedosos. A reacção natural, e acredito que desprovida de qualquer maldade, das pessoas, em geral, é olharem e terem pena. E, pior do que isso, é demonstrarem esse sentimento e, muitas vezes, lamentarem-se em voz alta. "Coitadadinho". "Olhem-me para aquela desgraça". E é isso que deve ser combatido e alterado. Porque por mais impacitadas que essas pessoas possam estar, por mais diferenças que possam ter do resto da sociedade, elas têm uma coisa comum a todos nós: sentimentos. E tenho a certeza que todas as essas pessoas entendem os olhares de pena e os comentários, tal como tenho a certeza que não devem gostar disso. E é por tudo isto que eu adopto esta atitude. Não é uma questão de ser indiferente, mas sim de não contribuir para a (já tão grande) diferença que todos os dias essas pessoas sentem na pele.
sábado, 25 de setembro de 2010
CUMMING SHOT... literalmente
Depois de muito se ter falado e divulgado pela blogosfera fora o vídeo do minete colibri, aqui fica, em jeito de resposta, os Homens e o Sexo.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Coisas que detesto
1 - Pessoas que dão só um beijinho. É que fico sempre constrangido quando isso acontece. Há sempre aquele momento de impasse, em que se tenta adivinhar se a outra pessoa vai dar a cara ou se o cumprimento já acabou. Quando me apercebo disso após o primeiro beijinho movo a cara muito devagar, fico ali num dá a outra face, não dês a outra face porque isto já acabou. Enfim, uma treta.
2 - Espinafres. Muita sopa de espinafres fui eu obrigado a comer. Ainda dizem que há infâncias felizes. Depois disso como poderei eu recordar a minha infância com um sorriso? Simplesmente intragável.
2 - Espinafres. Muita sopa de espinafres fui eu obrigado a comer. Ainda dizem que há infâncias felizes. Depois disso como poderei eu recordar a minha infância com um sorriso? Simplesmente intragável.
3 - Borrego. Se os espinafres me enojam, a carne de borrego consegue provocar-me vómitos só de cheirar. Aquele cheirinho tão característico a... merda?!
4 - Pessoas que só falam quando tem mesmo de ser. Quando se cruzam face to face lá lançam um muito atrapalhado ou cínico 'olá tudo bem?'. Mas com gente assim posso eu bem, corto logo o mal pela raíz e deixo de lhes falar para sempre. Assim, escusam de fazer o obséquio de me falarem por favor.
5 - Detesto quando me olham de alto a baixo com um ar de arrogância e de enjoo. Dá-me vontade de vomitar em cima dessa malta. E era o que devia fazer. Ficavam logo com um motivo para tarem tão enjoadinhos/as.
6 - Detesto adeptos ferranhos, mas daqueles ferrenhos à séria, cuja filosofia de vida é amar acima de tudo o clube, depois Deus e a seguir a mulher. Atrasados mentais que podem não ver um jogo ou, pior, ver uma falta que um jogador da sua equipa cometeu, mas que continuam a argumentar que aquilo foi só um toquezinho e que estão é a ser roubados.
Por agora é só. Quando me lembrar de mais volto a postar. Garanto que há muita coisa ainda por revelar.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
E haver bom senso?
Foi com pouco prazer, ao contrário do nome da crónica, que li este texto da Margarida Rebelo Pinto. Essa grande sem vergonha em vez de se lamentar das gordinhas desse mundo devia era lamentar-se da pouca massa cinzenta e da excessiva nulidade que habita o seu cérebro.
Durante esta semana na faculdade realiza-se a recepção ao caloiro. Ou para encurtar mais a expressão, durante esta semana lá na faculdade há praxe. E eu gosto. Muito até. Gosto de receber os caloiros, de lhes incutir o espírito de união, de partilha, de ajuda. Gosto de lhes transmitir o meu espírito, tudo o que aprendi. Mostrar-lhes e ajudá-los a perceber o que significa tudo aquilo. Gosto de o fazer, porque foi-me útil no meu ano de caloiro. Conheci muitas pessoas à conta disso e a integração acabou por ficar muito mais facilitada. Mas só gosto disso quando as coisas são bem feitas. A mim sempre me ensinaram que o limite da praxe é o bom senso e eu lamento quando vejo isso ser ultrapassado. Porque a praxe tem que ser entendida como uma tirania, como algo que ajuda à integração dos novos alunos na faculdade. E não tem que ser um evento para se descarregarem frustrações. Um caloiro não é um saco de pancada, não é um mero objecto com quem se possa gritar e mandar vir só porque se está irritado e de mal com a vida. Para isso é preferível ficar quieto. Ou então dar murros ou cabeçadas na parede.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
É estúpido, não há palavra que descreva melhor o assunto, tentarem alterar algo que era um sucesso, algo que resultava bastante bem como estava estruturado. Mudarem o que tem bons resultados, o que já é tradição, apenas com o pretexto de querer inovar, querer que seja diferente, não faz sentido. Porque nem sempre se muda para melhor.
domingo, 19 de setembro de 2010
Eu nem era para me pronunciar sobre o assunto
mas é que o resultado do jogo Benfica - Sporting agradou-me.
Igualdade de direitos, mas não em tudo
Há muito que ando para perder o meu precioso tempo num assunto que me assola e, acima de tudo, me causa uma ligeira (mas é mesmo ligeira, nada de se sentirem ofendidas) revolta e incompreensão, que é nada mais nada menos o facto dos homens pagarem mais na noite do que as mulheres. Vai-se a qualquer discoteca e os chulados são sempre os mesmos do costume - nós, os homems. Pagamos sempre mais do que elas, por vezes até o dobro, e também não é com pouca frequência que somos os únicos a pagar. Se só por si isto revela à partida uma tremenda injustiça, o mais engraçado é que normalmente temos direito a apenas uma bebida, enquanto elas levam um cartão inteiro para consumir. Vá... no dia em que o rei faz anos, num estado de completa alucinação, lá levamos vales para duas bebidas. E a minha única pergunta é: porquê? Ocupamos mais espaço? Não somos bem-vindos? Os copos que nos servem têm alguma propriedade especial? Ou será das bebidas? Ou será... apenas porque sim?! É que nem me venham com a história mais que ouvida "ah e tal mas vocês não têm filas para a casa de banho". Essa desculpa já não cola, inventem outra. Portanto, se alguma mente iluminada me estiver a ler que diga de sua justiça. Aqui apenas são bem-vindas explicações brilhantes e que contenham algo antes nunca revelado.
sábado, 18 de setembro de 2010
Da desonestidade das redes sociais
Em qualquer rede social, seja ela o já não usado hi5 ou o facebook, há algo que nos leva a todos a sermos uma cambada de mentirosos. Ora alguém no seu perfeito juízo acha mesmo que eu tenho para cima de duzentos (DUZENTOS?!) amigos? Tudo bem, bem sei que sou uma pessoa espectacular, que há por aí meio mundo a atropelar-se para travar amizade comigo, mas até agora garanto que conto os verdadeiros amigos pelas mãos. Portanto, vamos lá começar a chamar as coisas pelos nomes e a admitir que nas redes sociais a maioria das pessoas pertencem à categoria 'conhecidos' e que outras tantas deviam estar encaixadas na secção 'malta que nunca vi na vida'.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Mas será normal
em plena auto-estrada formarem-se quilómetros de fila só porque toda a gente decide ver o acidente que aconteceu no outro sentido? Isto é mesmo à portuga.
Mediatamente
Esta senhora tem servido de fonte de inspiração aos momentos de maior parvoíce nos últimos tempos. Por isso, este post vai em homenagem às C's que são as mais engraçadas e que elevam a parvoíce (e a boa disposição) a um nível inigualável.
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