quarta-feira, 8 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Depois de passar as férias com várias pessoas vim a confirmar o que já era uma opinião minha: o dinheiro não compra tudo como, por exemplo, os amigos. A pessoa pode ter a carteira cheia de notas, ter a conta no banco a abarrotar, pode oferecer mundos e fundos que se for má pessoa, se tiver mau íntimo, se for mal educada, nada disso lhe serve (pelo menos no que me toca a mim). É que pensar-se que se é mais do que outra pessoa só porque é rico, que tem mais direitos que deveres do que os outros, que pode mandar fazer quando nada faz, que pode reclamar porque sim, que pode ser arrogante, está errado. Eu não fui educado assim, não tolero pessoas assim (causam-me urticária) e muito menos lhes acho piada. O dinheiro não paga tudo. Não é proporcional à boa educação e a mim não me cativa para fazer amizades.
Pessoas assim dão-se mal na vida. É assim que gosto de pensar e era assim que devia ser sempre.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Questões e ponderações que pairam por esta cabeça
Terá sido feita justiça?
Sendo um crime tão horrendo, repugnante e inaceitável, cinco, seis ou sete anos (ou dezoito) não será pouco tempo para um pedófilo apodrecer na prisão e pensar na porcaria que fez?
Sendo um crime tão horrendo, repugnante e inaceitável, cinco, seis ou sete anos (ou dezoito) não será pouco tempo para um pedófilo apodrecer na prisão e pensar na porcaria que fez?
A justiça em Portugal funciona mesmo?
E se estão inocentes?
As alegadas vítimas apresentaram-se bastante emocionadas. Não vi um único condenado chorar (eu cá se apanhasse sete anos de prisão iria parecer uma madalena arrependida). Já estariam à espera ou serão mesmo insensíveis ao tema?
A partir de hoje vai-se dar muito mais atenção a uma criança que se queixe de abusos. E ainda bem!
As alegadas vítimas apresentaram-se bastante emocionadas. Não vi um único condenado chorar (eu cá se apanhasse sete anos de prisão iria parecer uma madalena arrependida). Já estariam à espera ou serão mesmo insensíveis ao tema?
A partir de hoje vai-se dar muito mais atenção a uma criança que se queixe de abusos. E ainda bem!
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Slide & Splash
Foi a minha estreia num parque aquático. Fiquei fã do black hole. Não aconselho a quem tem medo do escuro ou a quem é claustrofóbico.
Para o ano estou lá de novo.
sábado, 28 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Isto é que era ganhar dinheiro
Montar um restaurante na Guia. O cliente só tinha que dizer se queria os frangos (ou pintos) com ou sem picante, porque não haveria outra opção além dessas duas. Que grande negócio!
sábado, 21 de agosto de 2010
Só uma questão
O director ou o escritor sofreram de perguicite agúda? É que estava tudo muito bem até que o filme acaba. Não é que não se perceba o final. Ficou apenas a sensação de que foi feito à pressa. Mas isto digo eu que de cineasta não tenho nada.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
O melhor bolo de chocolate do mundo
E hoje foi dia de rumar até ao melhor bolo de chocolate do mundo. E é mesmo o melhor, não se fica apenas pela propaganda. Por mim eram dois destes todas as semanas.
A família não se escolhe
A família não se escolhe. E isto é uma verdade absoluta, com muita pena minha. Não há nada que se possa filosofar à volta do assunto. É assim e mais nada. E por ser assim, por não se poder escolher (e também por não se poder agradar a gregos e troianos) há sempre alguém que não nos importavamos de excluir da família. Há sempre aquela pessoa (ou aquelas pessoas) que podiam não estar associadas a nós, que podiam muito bem fazer parte de outra família, que podiam ir pregar as suas teorias e os seus afazeres para outro lado. Seriamos mais felizes assim. Não teríamos que mostrar falsas simpatias. Acabar-se-iam as hipocrisias e o falar só porque se deve ser bem educado. Que culpa é que eu tenho de ter um familiar vigarista? Ou um trombudo? Ou apenas alguém com quem eu não me identifico minimamente? Ou mesmo alguém cuja simples presença me incomoda? Não tenho culpa nenhuma não é verdade? Então porque é que se complica tanto? Porque é que há sempre quem tente amainar as coisas? Porque é que há sempre alguém a tentar com que sejamos a família perfeita e feliz? Meus amigos, isso não existe, deixem-se de ilusões. Para mim é muito simples. Não gosto da pessoa, não convivo com ela. Se todos fossemos assim, tudo era mais fácil, ninguém enganava nem iludia ninguém.
Mas se a família não se escolhe, o mesmo já não acontece com os amigos. E ainda bem. Ao menos sempre nos reservam um poder de escolha. Sempre podemos mostrar o que são escolhas acertadas, o que é bom para nós, o que bastava haver na família.
Mas se a família não se escolhe, o mesmo já não acontece com os amigos. E ainda bem. Ao menos sempre nos reservam um poder de escolha. Sempre podemos mostrar o que são escolhas acertadas, o que é bom para nós, o que bastava haver na família.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Conversa de táxi
Eu: Isto aqui é o largo do Rato?
Taxista: É sim. Do rato e das ratas... que onde há rato há sempre ratas.
Não são estupendos os trocadilhos a que os taxistas recorrem para animar as conversas? É toda uma sabedoria e uma arte de bem falar que esses senhores têm.
Taxista: É sim. Do rato e das ratas... que onde há rato há sempre ratas.
Não são estupendos os trocadilhos a que os taxistas recorrem para animar as conversas? É toda uma sabedoria e uma arte de bem falar que esses senhores têm.
domingo, 15 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Caralhotas
Os programas da tarde são os melhores. Hoje no Vida Nova fala-se de caralhotas, o pão típico de Almeirim. E que bom tema para se falar ao povo português que de preverso não tem nada, nada (cof cof). Dizia a senhora, a padeira que faz caralhotas como ninguém, com toda a sinceridade possível, que até de noite sonha com elas. Aposto que acorda feliz todos os dias. De dia faz caralhotas, de noite tem sonhos com elas. E mais não digo.
A Magnífica Rua da Oura
Encontrei o texto que quis publicar há 3 dias e que se evaporou no espaço. Aqui está ele:
Ir à Oura no Verão é mais ou menos o mesmo que estar num parque infantil em Inglaterra, com a diferença de que as bifas e os bifes bebem álcool (muito mesmo) em vez de leitinho ou de sumos. Tal não é a euforia (e o consumo de líquidos) que antes da meia noite já estão todos bêbedos. Bebem que nem gente grande e depois é vê-los em coma, todos aflitos a chamarem ambulâncias e a revelarem os bambis que ainda são. Deviam era ficar no quarto de hotel a ver televisão. Mas não! No país deles só podem sair à noite aos 21 anos, então se estão em Portugal é para aproveitar que por cá é só preciso mostrar mamas ao porteiro e na Oura a entrada até é livre, menos trabalho dá. O que não é sinónimo de menor produção. Tenho para mim que as miúdas que ontem vi e que me pareceram ter uns 16 ou 17 anos devem ter na verdade uns 13 ou 14 (isto para ser generoso). Já alguém entrou num dos bares ou pseudo-discotecas dessa famosa rua? É que eu já. E digo-vos que é raro o estabelecimento que não tem um varão (ou dois). Se isso só por si já revela um ambiente a puxar para o rasco e badalhoco, o mais surpreendente é que há malta (estrangeirada) que dá uso a essse material, qual profissionais do strip-tease! Acho que até vou propôr à Câmara de Albufeira que mude o nome do sítio para algo do género Rua do Varão ou Rua das Bifas Que Afinal são Quengas, isto claro, sem querer ferir susceptibilidades, que meus amigos, ele há gostos para tudo. Mas voltando ao tema central: as bifas. As inglesas são bipolares, é uma ideia minha e não deve fugir muito da verdade. De dia são todas calminhas, todas tímidas, bem-comportadas. É que durante o dia estão com os pais, então não partem um prato. À noite revelam-se. E é vê-las a meter conversa com tudo o que mexe, a dançar com a saia pelo umbigo e a gritar a cada cinco segundos, estéricas que só elas. E eles não fogem à regra. Bebem que nem esponjas e fazem figuras tão ridículas quanto elas, sendo que a diferença é que não se produzem com o propósito de fazerem desaparecer a sua aparência de 14 anos para dar lugar a uma aparência de 20 (e muitos). Alguém que acalme esta malta. Promovam acções de caridade pela Oura (sim, porque é preciso ajudar os desgraçados), arranjem maneira de acalmar e assentar as hormonas que por ali proliferam todas as noites, que não há rua mais deprimente. Mas mesmo com um ambiente tão bom como o que acabei de descrever a malta continua a ir até lá (eu incluído, mas juro que são muito poucas as vezes) e ainda não percebi porquê. Deve ser porque a estupidez alheia nos diverte ou então é só porque somos mesmo parvos.
Ir à Oura no Verão é mais ou menos o mesmo que estar num parque infantil em Inglaterra, com a diferença de que as bifas e os bifes bebem álcool (muito mesmo) em vez de leitinho ou de sumos. Tal não é a euforia (e o consumo de líquidos) que antes da meia noite já estão todos bêbedos. Bebem que nem gente grande e depois é vê-los em coma, todos aflitos a chamarem ambulâncias e a revelarem os bambis que ainda são. Deviam era ficar no quarto de hotel a ver televisão. Mas não! No país deles só podem sair à noite aos 21 anos, então se estão em Portugal é para aproveitar que por cá é só preciso mostrar mamas ao porteiro e na Oura a entrada até é livre, menos trabalho dá. O que não é sinónimo de menor produção. Tenho para mim que as miúdas que ontem vi e que me pareceram ter uns 16 ou 17 anos devem ter na verdade uns 13 ou 14 (isto para ser generoso). Já alguém entrou num dos bares ou pseudo-discotecas dessa famosa rua? É que eu já. E digo-vos que é raro o estabelecimento que não tem um varão (ou dois). Se isso só por si já revela um ambiente a puxar para o rasco e badalhoco, o mais surpreendente é que há malta (estrangeirada) que dá uso a essse material, qual profissionais do strip-tease! Acho que até vou propôr à Câmara de Albufeira que mude o nome do sítio para algo do género Rua do Varão ou Rua das Bifas Que Afinal são Quengas, isto claro, sem querer ferir susceptibilidades, que meus amigos, ele há gostos para tudo. Mas voltando ao tema central: as bifas. As inglesas são bipolares, é uma ideia minha e não deve fugir muito da verdade. De dia são todas calminhas, todas tímidas, bem-comportadas. É que durante o dia estão com os pais, então não partem um prato. À noite revelam-se. E é vê-las a meter conversa com tudo o que mexe, a dançar com a saia pelo umbigo e a gritar a cada cinco segundos, estéricas que só elas. E eles não fogem à regra. Bebem que nem esponjas e fazem figuras tão ridículas quanto elas, sendo que a diferença é que não se produzem com o propósito de fazerem desaparecer a sua aparência de 14 anos para dar lugar a uma aparência de 20 (e muitos). Alguém que acalme esta malta. Promovam acções de caridade pela Oura (sim, porque é preciso ajudar os desgraçados), arranjem maneira de acalmar e assentar as hormonas que por ali proliferam todas as noites, que não há rua mais deprimente. Mas mesmo com um ambiente tão bom como o que acabei de descrever a malta continua a ir até lá (eu incluído, mas juro que são muito poucas as vezes) e ainda não percebi porquê. Deve ser porque a estupidez alheia nos diverte ou então é só porque somos mesmo parvos.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Dos avecs #2
Hoje na praia apanhei uma família de avecs. Lá andava uma miuda a correr de um lado para o outro e a mandar-me areia para a cabeça. A mãe reparava e repreendia-a. Dizia-lhe: "Jessica qu'est-ce que vous est faire?", "Jessica faites attention". E a pobre da Jessica continuava louca a correr e a passar a 2 milímetros da minha toalha e a encher-me de areia, até que a mãe lhe diz: "Jessica pára quieta já!".
E a pergunta que se põe é: havia necessidade? É que bastou um aviso em português e a miúda parou logo de me encher de areia.
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